Bula

Composição - COREG

cada comprimido contém: carvedilol 3,125 mg,6,25 mg, 12,5 mg e 25 mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido. Excipientes: dióxido de silício coloidal, crospovidona, hidroxipropilmetilcelulose, lactose, estearato de magnésio, polietilenoglicol, polissorbato 80, povidona, sacarose e dióxido de titânio.

Posologia e Administração - COREG

insuficiência cardíaca congestiva: a dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada por um médico durante a fase de aumento da mesma. Antes do início do tratamento com Coreg, a dose de digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA (se usados) deve ser estabilizada. A dose inicial recomendada para Coreg é 3,125 mg 2 vezes ao dia por 2 semanas. Se esta dose for tolerada, pode ser aumentada para 6,25 mg 2 vezes ao dia. A dose deve então ser dobrada a cada 2 semanas até o nível máximo tolerado pelo paciente. No início de cada nova dose, os pacientes devem ser observados por uma hora para se determinar os sinais de vertigem ou desorientação. A dose máxima recomendada é de 25 mg 2 vezes ao dia em pacientes pesando menos do que 85 kg e 50 mg 2 vezes ao dia em pacientes pesando mais do que 85 kg. Coreg deve ser tomado com a alimentação para diminuir a velocidade de absorção e reduzir a incidência de efeitos ortostáticos. Antes de cada aumento da dose, o paciente deve ser observado no consultório e avaliado quanto aos sintomas de piora da insuficiência cardíaca, vasodilatação (vertigem, desorientação, hipotensão sintomática) ou bradicardia, para determinar a tolerância a Coreg. A piora transitória da insuficiência cardíaca pode ser tratada com doses maiores de diuréticos, embora ocasionalmente seja necessário reduzir a dose de Coreg ou descontinuá- lo temporariamente. Os sintomas de vasodilatação frequentemente respondem a uma redução da dose de diuréticos ou dos inibidores da ECA. Se estas alterações não aliviarem os sintomas, a dose de Coreg pode ser reduzida. A dose de Coreg não pode ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou vasodilatação tenham se estabilizado. A dificuldade inicial ao aumentar a dose não deve impedir tentativas posteriores para administrar Coreg. Se os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva experimentarem bradicardia (freqüência cardíaca abaixo de 55 batimentos/minuto), a dose de Coreg deve ser reduzida. Hipertensão: a dose deve ser individualizada. A dose inicial recomendada de Coreg é de 6,25 mg 2 vezes ao dia. Se esta dose for tolerada, usando-se a pressão arterial sistólica na posição de pé, medida cerca de 1 hora após a administração como guia, a dose pode ser mantida por 7 a 14 dias, e depois aumentada para 12,5 mg 2 vezes ao dia, se necessário, com base na pressão arterial mínima, novamente usando-se a pressão sistólica na posição de pé uma hora após a administração como guia para determinar a tolerância. Esta dose também deve ser mantida por 7 a 14 dias e pode então ser ajustada para 25 mg 2 vezes ao dia, se tolerado e necessário. O efeito anti-hipertensivo total de Coreg é observado em 7 a 14 dias. A dose diária total não deve exceder 50 mg. Coreg deve ser tomado com a alimentação para retardar a velocidade de absorção e reduzir a incidência de efeitos ortostáticos. Pode-se esperar que a adição de um diurético a Coreg, ou de Coreg a um diurético produza efeitos aditivos e exagere o componente ortostático da ação de Coreg. Coreg não deve ser administrado a pacientes com insuficiência hepática grave. - Superdosagem: a superdosagem pode causar hipotensão grave, bradicardia, insuficiência cardíaca, choque cardiogênico e ataque cardíaco. Problemas respiratórios, broncospasmos, vômito, lapsos de consciência e ataques generalizados também podem ocorrer. O paciente deve ser colocado na posição deitada e, quando necessário, mantido sob observação e tratado sob condições de cuidados intensivos. Lavagem gástrica ou êmese farmacologicamente induzida podem ser usados logo após a ingestão. Os seguintes agentes podem ser administrados: para bradicardia excessiva: atropina, 2 mg IV. Para favorecer a função cardiovascular: glucagon, 5 a 10 mg IV rapidamente durante 30 segundos, seguido por uma infusão contínua de 5 mg/hora; simpaticomiméticos (dobutamina, isoprenalina, adrenalina) em doses de acordo com o peso corporal e efeito. Se a vasodilatação periférica prevalecer, pode ser necessário administrar adrenalina ou noradrenalina com monitoração contínua das condições circulatórias. Para bradicardia resistente à terapia, um marca-passo deve ser realizado. Para o broncospasmo, os beta-simpaticomiméticos (em aerossol ou IV) ou aminofilina IV devem ser administrados. No caso de convulsões, a injeção IV lenta de diazepam ou clonazepam é recomendada. - Nota: caso ocorra intoxicação grave, com sintomas de choque, o tratamento com antídotos pode ser continuado por um período de tempo suficientemente longo, compatível com a meia-vida de 7 a 10 horas de carvedilol. Casos de superdosagem com Coreg isoladamente ou em combinação com outros medicamentos foram relatados. As quantidades ingeridas, em alguns casos, excedeu 1000 miligramas. Os sintomas experimentados incluíram diminuição da pressão arterial e da freqüência cardíaca. O tratamento padrão de suporte foi providenciado e os indivíduos se recuperaram.

Precauções - COREG

gerais: uma vez que Coreg possui atividade betabloqueadora, não deve ser descontinuado abruptamente, particularmente em pacientes com cardiopatia isquêmica. Em vez disso, deve ser descontinuado durante 1 a 2 semanas. Nos casos em que a freqüência cardíaca cair abaixo de 55 batimentos/minuto, a dose deve ser reduzida. Hipotensão e hipotensão postural e síncope ocorreram em alguns pacientes com insuficiência cardíaca congestiva recebendo carvedilol, comparados com pacientes recebendo placebo. O risco destes eventos foi mais alto durante os primeiros 30 dias de tratamento, correspondendo ao período de ajuste do aumento da dose. Para reduzir a probabilidade de síncope ou hipotensão excessiva, o tratamento deve ser iniciado com 3,125 mg 2 vezes ao dia nos pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e com 6,25 mg 2 vezes ao dia nos pacientes hipertensos. Posteriormente, a dose deve ser aumentada lentamente e administrada com alimentos. Durante o início do tratamento, o paciente deve ser advertido para evitar situações tais como dirigir ou desempenhar tarefas perigosas, onde podem acontecer ferimentos caso ocorra uma síncope. Raramente o uso de carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva resultou em deterioração da função renal. Os pacientes de risco parecem ser aqueles com baixa pressão arterial (pressão arterial sistólica <100 mmHg), cardiopatia isquêmica e doença vascular difusa, e/ou insuficiência renal subjacente. A função renal retornou à base quando a administração de carvedilol foi descontinuada. Em pacientes com estes fatores de risco, recomenda- se que a função renal seja monitorada durante o aumento da dose de carvedilol, e o medicamento deve ser descontinuado ou a dose reduzida se ocorrer piora na função renal. A piora da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos podem ocorrer durante o aumento da dose de carvedilol. Se tais sintomas ocorrerem, as doses de diuréticos devem ser elevadas e a dose de carvedilol não deve ser aumentada até que a estabilidade clínica seja recuperada. Ocasionalmente, é necessário reduzir a dose de carvedilol ou descontinuá-lo temporariamente. Tais episódios não excluem a subseqüente elevação bem sucedida da dose de carvedilol. Em pacientes com feocromocitoma, um agente alfabloqueador deve ser iniciado antes do uso de qualquer agente betabloqueador. Embora carvedilol tenha atividades farmacológicas alfa e betabloqueadoras, não houve experiência com o seu uso nesta condição. Portanto, deve-se ter cautela na administração de carvedilol a pacientes com suspeita de feocromocitoma. Agentes com atividade betabloqueadora não seletiva podem causar dor no peito em pacientes com angina variante de Prinzmetal. Não houve experiência clínica com carvedilol nestes pacientes, embora a atividade alfabloqueadora possa prevenir tais sintomas. Entretanto, deve-se ter cautela na administração de carvedilol a pacientes com suspeita de angina variante de Prinzmetal. Risco de reação anafilática: embora recebendo betabloqueadores, pacientes com antecedentes de reação anafilática grave a uma variedade de alérgenos podem ser mais reativos ao estímulo repetido, quer seja acidental, diagnóstico ou terapêutico. Tais pacientes podem não responder às doses usuais de epinefrina usadas para tratar reações alérgicas. Broncoespasmo não alérgico (ex: bronquite crônica e enfisema). Em geral, pacientes com doença broncoespástica, não recebem betabloqueadores. Entretanto, Coreg pode ser usado com cautela em pacientes que não respondem ou que não toleram outros agentes anti-hipertensivos. É prudente, se Coreg for utilizado, usar a dose mínima eficaz, de forma que se mantenha o mínimo da inibição de beta-agonistas endógenos e exógenos. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e com doença broncoespástica recomenda-se que carvedilol seja usado com cautela. As recomendações de dosagem devem ser cuidadosamente seguidas e a dose deve ser reduzida se for observada qualquer evidência de broncoespasmo durante o aumento da dose. Pacientes hipertensos com insuficiência ventricular esquerda: pode-se usar Coreg em pacientes hipertensos com insuficiência cardíaca congestiva controlados com digitálicos, diuréticos e/ou um inibidor da enzima conversora da angiotensina. Entretanto, uma vez que é provável que tais pacientes sejam dependentes, em parte, da estimulação simpática para melhorar a circulação, recomenda-se que se sigam as instruções de dosagem para pacientes com insuficiência cardíaca congestiva. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva com diabetes, o tratamento com carvedilol pode levar à piora da hiperglicemia, que responde à intensificação do tratamento hipoglicemiante. Recomenda-se que os níveis de glicose no sangue sejam monitorados quando o tratamento com carvedilol for iniciado, ajustado ou descontinuado. Gravidez: não houve estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Coreg deve ser usado na gravidez apenas se o benefício potencial justificar os possíveis riscos para o feto. Lactação: não se sabe se este medicamento é excretado pelo leite humano. Já que muitos medicamentos são excretados no leite humano e devido à possibilidade de reações adversas graves em lactentes, causadas por betabloqueadores, especialmente bradicardia, deve-se tomar a decisão de interromper a amamentação ou de descontinuar a administração do medicamento, levando em conta a importância da droga para a mãe. Os efeitos de outros agentes alfa e betabloqueadores incluíram distúrbios perinatais e neonatais. Uso pediátrico: a segurança e eficácia de Coreg em pacientes abaixo de 18 anos de idade não foram estabelecidas. Uso geriátrico: não houve diferenças notáveis na eficácia ou incidência de reações adversas entre pacientes mais velhos e mais jovens. Advertências: lesão hepática: lesão hepatocelular leve, confirmada por reestimulação, ocorreu raramente durante o tratamento com Coreg. O dano hepático foi reversível e ocorreu após tratamento de curta e/ou longa duração com sintomatologia clínica mínima. Não foi relatada nenhuma morte devido a anormalidades da função hepática. Ao primeiro sintoma ou sinal de disfunção hepática (ex: prurido, urina escura, anorexia persistente, icterícia, sensibilidade no quadrante superior direito ou sintomas inexplicáveis de gripe), devem ser realizados exames laboratoriais. Se o paciente apresenta evidências laboratoriais de lesão hepática ou icterícia, a administração de carvedilol deve ser interrompida e não deve ser reiniciada. Doença vascular periférica: betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insuficiência arterial em pacientes com doença vascular periférica. Deve-se ter cautela com tais indivíduos. Anestesia e cirurgia de grande porte: se o tratamento com Coreg vai continuar no período perioperatório deve-se ter cautela em particular quando forem usados agentes anestésicos que deprimem a função do miocárdio, tais como, éter, ciclopropano e tricloroetileno. Diabetes e hipoglicemia: betabloqueadores podem mascarar algumas das manifestações de hipoglicemia, particularmente a taquicardia. Betabloqueadores não seletivos podem potencializar a hipoglicemia induzida pela insulina e retardar a recuperação dos níveis séricos de glicose. Pacientes sujeitos à hipoglicemia espontânea, ou pacientes diabéticos recebendo insulina ou agentes hipoglicemiantes orais, devem ser advertidos sobre estas possibilidades e carvedilol deve ser usado com cautela. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, existe um risco de piora da hiperglicemia. Tireotoxicose: o bloqueio beta-adrenérgico pode mascarar os sinais clínicos do hipertireoidismo, tais como, taquicardia. A interrupção abrupta da administração do betabloqueador pode ser seguida de uma exacerbação dos sintomas de hipertireoidismo ou pode precipitar alterações da tireóide. - Interações medicamentosas: inibidores da enzima CYP2D6; metabolizadores fracos da debrisoquina: as interações de carvedilol com inibidores fortes da CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina, paroxetina e propafenona) não foram estudadas, mas pode-se esperar que estes fármacos aumentem os níveis sanguíneos do enantiômero R(+) do carvedilol. A análise retrospectiva dos efeitos colaterais nos estudos clínicos mostrou que os metabolizadores fracos de 2D6 tiveram um índice elevado de vertigem durante o aumento da dose, provavelmente como resultado dos efeitos vasodilatadores das concentrações mais elevadas do bloqueio alfa do enantiômero R(+). Catecolamina: agentes depletivos: pacientes tomando agentes com propriedades betabloqueadoras e medicamentos que podem depletar as catecolaminas (ex.: reserpina e inibidores da monoaminoxidase) devem ser cuidadosamente observados quanto aos sinais de hipotensão e/ou bradicardia grave. Clonidina: a administração concomitante de clonidina com agentes com propriedades betabloqueadoras pode potencializar os efeitos de redução da pressão arterial e da freqüência cardíaca. Quando o tratamento concomitante com agentes com propriedades betabloqueadoras e clonidina for interrompido, o agente betabloqueador deve ser descontinuado primeiro. O tratamento com clonidina pode então ser descontinuado vários dias depois, reduzindo-se gradualmente a dose. Digoxina: as concentrações de digoxina são aumentadas em cerca de 15% quando digoxina e carvedilol são administrados concomitantemente. Tanto digoxina quanto Coreg retardam a condução AV. Portanto, recomenda-se a monitoração mais rigorosa ao iniciar, ajustar ou descontinuar a administração de Coreg. Indutores e inibidores do metabolismo hepático: rifampicina reduziu as concentrações plasmáticas de carvedilol em cerca de 70%. Cimetidina aumentou a AUC em cerca de 30%, mas não causou qualquer alteração na Cmax. Bloqueadores dos canais de cálcio: casos isolados de distúrbios de condução (raramente com comprometimento hemodinâmico) foram observados quando Coreg foi co-administrado com diltiazem. Da mesma forma que com outros agentes com propriedades betabloqueadoras, se Coreg for administrado por via oral com bloqueadores dos canais de cálcio, do tipo verapamil ou diltiazem, recomenda-se que um ECG e a pressão arterial sejam monitorados. Insulina ou hipoglicemiantes orais: agentes com propriedades betabloqueadoras podem aumentar o efeito da insulina e dos hipoglicemiantes orais de reduzir a glicose no sangue. Portanto, em pacientes tomando insulina ou hipoglicemiantes orais, recomenda-se a monitoração regular dos níveis de glicose no sangue.

Reações adversas - COREG

edema periférico, alergia, morte súbita, mal- estar, hipovolemia. Cardiovasculares: sobrecarga de fluidos, hipotensão postural. Sistema Nervoso Central e Periférico: hipestesia, vertigem. Gastrintestinais: melena, periodontite. Sistema hepático e biliar: ALT aumentada, AST aumentada. Metabólicas e Nutricionais: hiperuricemia, hipoglicemia, hiponatremia, fosfatase alcalina aumentada, glicosuria. Plaquetas, sangramento e coagulação: protrombina reduzida, púrpura. Psiquiátricas: sonolência. Reprodutivas, homens: impotência. Sistema urinário: função renal anormal, albuminúria. Hipertensão. Cardiovasculares: isquemia periférica, taquicardia. Sistema Nervoso Central e periférico: hipocinesia. Gastrintestinais: bilirrubinemia, enzimas hepáticas aumentadas. Gerais: dor no peito subesternal, edema. Psiquiátricos: nervosismo, distúrbios do sono, depressão agravada, concentração prejudicada, raciocínio anormal, paroníria, instabilidade emocional. Sistema respiratório: asma. Reprodutivos, homens: libido reduzida. Pele e anexos: prurido, rash eritematoso, rash maculopapular, rash psoriasiforme, reação de fotossensibilidade. Sentidos especiais: zumbido no ouvido. Sistema urinário: freqüência de micção. Sistema Nervoso Autônomo: boca seca, sudorese aumentada. Metabólicos e nutricionais: hipocalemia, diabetes mellitus, hipertrigliceridemia. Hematológicos: anemia, leucopenia. Os eventos a seguir foram relatados em * 0,1% dos pacientes e são potencialmente importantes: bloqueio AV completo, bloqueio de ramo, isquemia do miocárdio, distúrbio cerebrovascular, convulvões, enxaqueca, neuralgia, paresia, reação anafilactóide, alopecia, dermatite esfoliativa, amnésia, hemorragia gastrintestinal, broncospasmo, edema pulmonar, redução da audição, alcalose respiratória, nitrogênio uréico do sangue (BUN) aumentado, lipoproteínas de alta densidade (HDL) reduzidas, pancitopenia e linfócitos atípicos. Outras reações ocorreram esporadicamente em pacientes isolados e não podem ser distinguidos de outras doenças ou medicações concomitantes. O tratamento com Coreg não foi associado a alterações clinicamente significativas em testes laboratoriais de rotina em pacientes hipertensos. Nenhuma alteração clinicamente relevante foi observada nos níveis de potássio do soro, níveis de glicose do soro em jejum, triglicerídios totais, colesterol total, colesterol HDL, ácido úrico, nitrogênio da uréia no sangue ou creatinina.

Contra-Indicações - COREG

pacientes com insuficiência cardíaca descompensada da Classe IV NYHA, exigindo terapia inotrópica intravenosa, asma brônquica ou em condições broncoespásticas relacionadas, bloqueio AV de segundo ou terceiro grau, síndrome de doença sinusal (a menos que um marca- passo esteja colocado), choque cardiogênico ou bradicardia grave. O uso de Coreg em pacientes com insuficiência hepática clinicamente evidente não é recomendado. Coreg é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à droga.

Indicações - COREG

tratamento da insuficiência cardíaca congestiva leve ou moderada (classe II ou III de NYHA) de origem isquêmica ou cardiomiopática, junto com digitálicos, diuréticos e inibidor da ECA para reduzir a progressão da doença, que é evidenciada pela morte cardiovascular, hospitalização cardiovascular ou a necessidade de ajustar outros medicamentos para a insuficiência cardíaca. Coreg pode ser usado em pacientes incapazes de tolerar um inibidor da ECA. Coreg pode ser usado em pacientes que estejam ou não recebendo tratamento com digitálicos, hidralazina ou nitratos. Hipertensão: é indicado para o controle da hipertensão essencial. Pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros agentes anti- hipertensivos, especialmente diuréticos do tipo tiazida.

Apresentação - COREG

embalagem contendo 16 comprimidos revestidos de 3,125 mg e 16 comprimidos Tiltab de 6,25 mg, 12,5 mg e 25 mg.


- Laboratório

ROCHE
Av. Engenheiro Billings, 1729 - Jaguaré
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Tel: 0800 7720 289
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