A história dos perfumes

10/03/2014 0 Por cliquefarma

A história dos perfumes começa no antigo Egito no ano 2000 a.C, nessa época somente a grande realeza fazia uso desse cobiçado produto. Faraós e outros da corte os utilizavam para mascar qualquer cheiro desagradável, nessa época o lírio era um dos elementos utilizado nos aromas. Depois de algum tempo a utilização foi difundida para outras partes do país e com isso todo o povo egípcio teve a oportunidade de utiliza-lo.

Já no século IX, um químico árabe, Alkindus, passou para os famosos manuscritos receitas de diversos aromas intitulado como “Livro da Química de Perfumes e Destilados”. Eram 107 receitas de perfumes que poderiam ser utilizadas se todos os itens da composição fossem encontrados, além disso também sugeria instrumentos que até hoje são utilizados como, por exemplo, o alambique.

Outros nomes importantes na história dos perfumes foram Avicenna e Muslim, o primeiro era um médico persa e o outro químico também da Pérsia. Eles juntos criaram o método de destilação que é utilizado até hoje na fabricação dos perfumes, de início a experiência foi feita com rosas onde suas pétalas eram esmagadas e misturada a outros óleos e ervas, com isso nascia a água de rosas que rapidamente ganhou o oriente.  Ambos criaram um método que influenciou muito a tecnologia no ocidente e também na química como um todo.

Já no ocidente, os perfumes começam a ganhar espaço na Espanha, exatamente na época do Renascimento, mas foi na França em meados do século XIV que a perfumaria cresce significativamente. Nessa época o país se torna referência em pesquisa e desenvolvimento na área e com isso se tona um grande polo de marcas.

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No Brasil os perfumes chegam já na sua descoberta e até nos dias de hoje tem espaço no mercado, por sinal um dos mercados mais concorridos e procurados. Atualmente diversas marcas brigam nesse mercado onde pode se dizer que tem espaço para todas afinal cada ser humano tem um gosto particular para perfumes, o que realmente conta na escolha é o olfato do consumidor que pode variar muito de pessoa para pessoa.