Cefalexina

21/07/2020 0 Por Redação CliqueFarma

Vamos falar hoje sobre a substância ativa Cefalexina. São vários os laboratórios que disponibilizam medicamentos contendo este fármaco. Dentre eles, podemos citar Aurobindo, Medley, Eurofarma, Ranbaxy, Antibióticos do Brasil, Germed, Keflaxina (pó para suspensão) da Sandoz e NEO Ceflex da Neoquímica.

Cefalexina também está devidamente registrada na ANVISA, na classe terapêutica de cefalosporinas.

Apresentações de Cefalexina

Comprimidos

Uso Oral

Uso Adulto

Comprimido 500 mg.

Embalagens contendo 8, 10, 40, 80, 200, 400 e 500 comprimidos.

Cápsulas

Cápsula dura

 

Embalagem contendo 8 cápsulas de 500 mg.

 

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL

 

USO ADULTO

Suspensão Oral

Cefalexina monoidratada equivalente a cefalexina (suspensão 250 mg/5 mL).

 

Embalagem com frasco de vidro com 60 mL de suspensão oral já preparada; acompanha copo-dosador (10 mL).

 

Embalagem com frasco de vidro com 100 mL de suspensão oral já preparada; acompanha copo-dosador (10 mL).

Composição

Comprimido

Cada comprimido contém:

 

cefalexina monoidratada (equivalente a 500 mg de cefalexina)……………………………..526 mg

Excipientes q.s.p……………………………………………………………………………………..1 comprimido

 

Excipientes: água para injetáveis, amido, corante amarelo crepúsculo, estearato de magnésio, croscarmelose sódica e crospovidona.

Cápsulas

cefalexina monoidratada (equivalente a 500mg de cefalexina anidra)…………………..542,8 mg

excipiente q.s.p………………………………………………………………………………1 cápsula

 

Excipientes: estearato de magnésio e lactose monoidratada.

Suspensão Oral

Cefalexina 250 mg/5 mL (suspensão oral): cada 1 mL da suspensão oral contém 52,59 mg de cefalexina monoidratada equivalente a 50 mg de cefalexina.

 

Excipientes q.s.p. 1 mL: estearato de alumínio, butilparabeno, óleo de rícino hidrogenado, lecitina, cloreto de sódio, 300 mg de sacarose, 1 mg de amarelo FD&C nº 6 com laca de alumínio (amarelo crepúsculo), 0,6 mg de amarelo FD&C nº 5 com laca de alumínio (tartrazina), óleo de coco fracionado, sabor artificial de guaraná 51880/A.

Para que serve Cefalexina?

A Cefalexina é indicada para o tratamento das infecções listadas abaixo, quando causadas por cepas sensíveis dos seguintes microrganismos:

 

  • Sinusites bacterianas causadas por estreptococos, pneumoniae e Staphylococcus aureus (somente os sensíveis à meticilina);
  • Infecções do trato respiratório causadas por pneumoniae e S. pyogenes (a penicilina é o antibiótico de escolha no tratamento e prevenção de infecções estreptocócicas, incluindo a profilaxia da febre reumática. A Cefalexina é geralmente eficaz na erradicação de estreptococos da nasofaringe; contudo, dados substanciais estabelecendo a eficácia da Cefalexina na prevenção tanto da febre reumática como da endocardite bacteriana não estão disponíveis até o momento);
  • Otite média causada por pneumoniae, H. influenzae, M. catarrhalis, outros estafilococos e estreptococos;
  • Infecções da pele e tecidos moles causadas por estafilococos e/ou estreptococos sensíveis à Cefalexina;
  • Infecções ósseas causadas por estafilococos e/ou mirabilis;
  • Infecções do trato geniturinário incluindo prostatite aguda, causadas por coli, P. mirabilis e Klebsiella pneumoniae;
  • Infecções dentárias causadas por estafilococos e/ou estreptococos sensíveis à

Nota: deverão ser realizados testes de sensibilidade à Cefalexina e culturas apropriadas do microrganismo causador. Estudos da função renal devem ser efetuados quando indicado pelo médico.

O que podemos esperar do mecanismo de ação de Cefalexina?

A cefalexina é um antibiótico de uso oral pertencente ao grupo das cefalosporinas. Apresenta ação bactericida, destruindo as bactérias causadoras do processo infeccioso.

Resultados de Eficácia

Infecções do trato respiratório superior

Nos estudos clínicos, mais de 400 pacientes foram tratados com Cefalexina para tonsilite, faringite ou escarlatina causadas pelo estreptococo beta-hemolítico grupo A. A dose habitual variou de 20 a 30mg/kg/dia por 10 dias. Uma resposta satisfatória, indicada como uma remissão clínica dos sintomas e culturas negativas no período de acompanhamento atingiu 94% dos pacientes.

 

McLinn avaliou a segurança e eficácia da Cefalexina administrada duas a quatro vezes ao dia no tratamento de pacientes com faringite estreptocócica. A idade dos pacientes variou de menos de 1 ano até 20 anos. Uma resposta sintomática satisfatória ao tratamento (melhora significante ou desaparecimento dos sinais e sintomas com nenhuma recidiva durante os 7 dias após o período de pós-tratamento) foi observada em 92 dos 97 pacientes tratados duas vezes ao dia (95%) e em 85 dos 89 pacientes tratados quatro vezes ao dia (96%).

 

O autor concluiu que no tratamento da faringite estreptocócica, a Cefalexina administrada duas vezes ao dia pareceu ser tão eficaz quanto à administrada quatro vezes ao dia, desde que as doses totais diárias fossem equivalentes e o tratamento continuado por 10 dias.

 

Browning comparou a eficácia da Cefalexina, 500 mg administrada duas vezes ao dia com 1 g administrada duas vezes ao dia, em pacientes com infecções do trato respiratório superior, principalmente tonsilite, faringite, sinusite e otite média; do trato respiratório inferior, primeiramente com bronquite aguda e exacerbações agudas da bronquite crônica. Oito por cento de todos os pacientes ou mais foram tratados “com êxito” ou apresentaram “melhora considerável” após 6 dias de tratamento com a Cefalexina. Não houve diferença de eficácia entre as duas escalas de dose.

 

Marks e Garrett relataram uma taxa de sucesso de 88% em otite média. Disney revisou a literatura da Cefalexina no tratamento da otite média. As doses eficazes foram de 50 a 100mg/kg/dia, exceto para o Haemophilus influenzae, na qual houve uma taxa de falhas de 50%.

 

McLinn et al estudaram a Cefalexina no tratamento de otite média em 97 crianças. A Cefalexina foi administrada a uma dose de 100 mg/kg/dia dividida em quatro vezes ao dia por 10 a 12 dias. Foi notado um êxito do resultado clínico e bacteriológico em 90/97 (93%) das crianças no primeiro período de acompanhamento (48 horas).

Infecções do trato respiratório inferior

Durante os estudos clínicos, 785 pacientes avaliáveis foram tratados com Cefalexina para infecções do trato respiratório inferior. Trezentos e vinte e um desses pacientes foram diagnosticados com bronquite aguda ou com exacerbações agudas da bronquite crônica. As doses mais frequentemente usadas foram de 25 a 50mg/kg/dia para crianças e de 1 a 2 gramas diários para adultos. O período habitual de tratamento foi de 1 semana.

 

O Streptococcus pneumoniae foi o patógeno mais comum, seguido pelo Haemophilus influenzae como o segundo mais comum. Foi relatada uma resposta clínica satisfatória em 716 dos 785 pacientes (91%). Foi registrada uma resposta clínica satisfatória em 89% do subgrupo de bronquite.

 

Fass et al revisaram o experimento com Cefalexina no tratamento da pneumonia nos pacientes adultos. Os resultados nos casos de pneumonia em crianças foram relatados por Rosenthal et al.

 

Dois estudos adicionais publicados relataram o uso de Cefalexina em pacientes com exacerbações purulentas de bronquite crônica. A dose habitual foi de 2 g/dia por 10 dias e, em alguns casos, de 4g/dia por 5 dias.

Infecções da pele e tecidos moles

A Cefalexina foi eficaz no tratamento de infecções da pele e de tecidos moles, assim como nas infecções traumáticas e do pós-operatório. Nos estudos clínicos, a cura bacteriológica foi notada em 93% dos pacientes tratados com infecções da pele e de estruturas da pele causadas por Staphylococcus aureus. As condições tratadas incluíram infecções de feridas, furúnculos, impetigo, pioderma, úlcera da pele, abscesso subcutâneo, celulite e linfadenite.

 

DiMattia et al relataram resultados de um estudo multicêntrico, comparando a eficácia da Cefalexina em regimes de dose de duas vezes ao dia vs. quatro vezes ao dia no tratamento de 154 pacientes com infecções dermatológicas. A idade da população variou de 1 mês a 70 anos. A dose total para o adulto foi de 1g/dia e a dose pediátrica foi de 20 a 30 mg/kg/dia. Ambas as escalas de dose exibiram uma eficácia maior que 97%.

 

Browning comparou doses de 1g com 2 g de Cefalexina administradas como 500 mg ou 1 g duas vezes ao dia no tratamento de infecções da pele e de estruturas da pele. Uma resposta satisfatória foi vista em 99%.

Infecções do trato urinário

Cento e oitenta e quatro pacientes foram admitidos em um estudo multi-institucional, paralelo, duplo-cego comparando Cefalexina 250 mg administrada quatro vezes ao dia com Cefalexina 500 mg administrada duas vezes ao dia em pacientes com infecções agudas do trato urinário inferior.

 

Uma resposta sintomática satisfatória, definida como o desaparecimento ou melhora dos sinais e sintomas da infecção com nenhuma reincidência em 5 a 9 dias após o tratamento, foi vista em 92% dos pacientes na escala de administração duas vezes ao dia e em 90% dos pacientes na escala de administração quatro vezes ao dia. A cura bacteriológica foi atingida em 93% dos pacientes da escala de administração duas vezes ao dia e em 91% dos pacientes da escala de administração quatro vezes ao dia.

 

Fennell et al avaliaram a eficácia da Cefalexina no tratamento de bacteriúria em 93 crianças. A Cefalexina foi administrada como uma dose oral de 12,5 mg/kg quatro vezes ao dia por 2 semanas, seguida da mesma dose administrada duas vezes ao dia por 4 semanas. O tratamento com Cefalexina erradicou os organismos sensíveis em 97% dos casos sem relação de reincidência, anomalia estrutural ou estado da função renal.

 

Weinstein revisou vários estudos da Cefalexina no tratamento de infecções do trato urinário. Mais de 90% dos indivíduos com cistite, pielonefrite aguda (não sendo necessária a hospitalização) e infecções agudas do trato urinário não diferenciadas responderam satisfatoriamente ao tratamento com Cefalexina. O autor notou que concentrações significantes na urina são obtidas sempre após a administração de doses relativamente baixas.

 

Aproximadamente 800 mcg de Cefalexina por mL de urina estão presentes 2 horas após a administração de uma dose de 250 mg, e 50 mcg/mL estão presentes após 8 horas. Com uma dose de 500 mg, a urina contém quase 2200 mcg/mL em 2 horas e, após 8 horas, as concentrações são de 400 a 500 mcg/mL. Ele notou que a eficácia da Cefalexina contra os patógenos comuns do trato urinário foi bem estabelecida.

 

O atributo de concentração na urina da Cefalexina permite a obtenção de concentrações urinárias além de um excesso daqueles que necessitam inibir os microrganismos que poderiam ser considerados resistentes se eles fossem responsáveis por infecções em outros locais.

 

Levinson et al observaram 23 pacientes que receberam uma dose de 500 mg de Cefalexina administrada quatro vezes ao dia por períodos de 2 a 3 semanas. A maioria dos pacientes teve evidências de anomalias estruturais ou infecções crônicas do trato urinário.

 

Todos os 23 pacientes tornaram-se abacteriúricos dentro de 72 horas após o início do tratamento e 10 pacientes (43%) permaneceram abacteriúricos por 2 ou mais meses após a descontinuação do tratamento. Fairley relatou êxito no tratamento de 82% das infecções recorrentes do trato urinário em mulheres. A dose foi de 2 g/dia de Cefalexina administrada por 1 a 2 semanas.

Infecções ósseas

Os resultados de um ensaio quantitativo de Cefalexina presente no osso alveolar mandibular foram relatados por Shuford. Dezesseis pacientes receberam doses múltiplas de Cefalexina (500mg a cada 6 horas por no mínimo 48 horas) e amostras foram obtidas para o ensaio aproximadamente 1 hora após a última dose. Concentrações mensuráveis no osso alveolar variaram de 0,77 a 9,3 mcg/g, com uma média de 2,8 mcg/g.

 

Cinquenta espécimes de fluido articular foram obtidos de 16 crianças com artrite séptica. Após a administração de uma dose de 25 mg/kg de Cefalexina, amostras simultâneas do soro e do fluido articular foram obtidas com concentrações médias de 17,1/11,3 mcg/mL em 2 horas, 3,1/6,2 mcg/mL em 4 horas e 0,7/1,8 mcg/mL em 6 horas.

 

Jalava et al administraram Cefalexina 1g por via oral a cada 6 horas em 13 pacientes com artrite reumatoide e efusões crônicas do joelho sem artrite bacteriana. As concentrações encontradas no líquido sinovial (3,8 a 15,5 mcg/mL), sinóvia (1,6 a 5,6 mcg/g), cartilagem (3,0 a 5,3 mcg/g) e osso (1,3 a 3,1 mcg/g), após uma dose oral, foram altas o bastante para ter um efeito terapêutico na artrite bacteriana devido aos organismos sensíveis à Cefalexina.

 

Não é possível a correlação direta dos níveis ósseos e dos resultados clínicos. Entretanto, os estudos clínicos demonstraram a eficácia da Cefalexina no tratamento da osteomielite quando causada por organismos sensíveis.

 

Tetzlaff et al avaliaram o uso da Cefalexina após 5 a 9 dias do tratamento com antibiótico parenteral em pacientes pediátricos com osteomielite e artrite supurativa. A Cefalexina foi eficaz e bem tolerada por pacientes que receberam a droga em doses de 100 a 150 mg/kg/dia por 3 semanas a 14 meses.

 

Hughes et al relataram a eficácia da Cefalexina no tratamento da osteomielite crônica em 14 pacientes. Muitos dos pacientes no estudo apresentavam-se com infecções que estavam presentes por, no mínimo, 1 ano; um paciente apresentava uma infecção por 15 anos.

 

A dose de Cefalexina foi de 1 g administrada quatro vezes ao dia, seguida por 500 mg administrada quatro vezes ao dia por um total de 6 semanas. O período de acompanhamento variou de 2 a 5 anos com uma média de 3,75 anos.

Infecções dentárias

Testes qualitativos in vitro indicam que a Cefalexina tem atividade contra vários organismos isolados da cavidade oral, incluindo Peptostreptococcus, Bacteroides, Veillonella, Fusobacterium, Actinomyces e estreptococo alfa.

 

Johnson e Foord relataram a respeito de 19 pacientes com infecções dentárias que receberam Cefalexina, 1 ou 2 g por 7 dias. As respostas satisfatórias foram relatadas em 89% dos pacientes.

 

Stratford relatou a respeito de pacientes tratados de várias infecções, incluindo três com abscessos apicais da raiz. Os organismos infectantes foram Streptococcus mitis, Staphylococcus aureus e streptococcus beta-hemolítico (grupo C ou G). A dose de Cefalexina foi de 4 g/dia por 5 dias. As infecções melhoraram em cada instância.

 

Os resultados de um ensaio quantitativo da Cefalexina presente no osso alveolar mandibular e no sangue foram relatados por Shuford. O estudo consistiu de 16 pacientes submetidos a extrações selecionadas e a alveoloplastia para o tratamento das condições dentárias.

 

Todos os pacientes receberam Cefalexina, 500 mg a cada 6 horas por no mínimo 48 horas antes da obtenção das amostras para o teste. Os níveis médios no sangue e no osso foram de 4,67 mcg/mL (variação de 1,1 a 12,6 mcg/mL) e 2,8 mcg/g (variação de 0,77 a 9,3 mcg/g), respectivamente.

 

O autor notou que a média das concentrações de Cefalexina no sangue e no osso excedeu aos valores de concentração mínima inibitória para os organismos comumente encontrados nas infecções dentárias e bacteremias.

 

Nord demonstrou a presença de Cefalexina sob os dentes no osso da mandíbula após a administração oral. Seis pacientes sem infecção na maxila receberam 500 mg de Cefalexina após 12 horas de jejum. O pico dos níveis ósseos foi obtido após cerca de 2 horas e variou de 2,5 a 3,5 mcg/mL.

Quais as contraindicações e riscos de Cefalexina?

A Cefalexina não pode ser usada por pacientes alérgicos às cefalosporinas.

Quais as precauções e advertências a que devo me atentar antes de usá-la?

Advertências: Houve relatos de colite pseudomembranosa com praticamente todos os antibióticos de amplo espectro (ampla ação) incluindo os macrolídeos, penicilinas semissintéticas e cefalosporinas. É importante considerar este diagnóstico para pacientes que apresentam diarreia associada ao uso de antibióticos. Essas colites (inflamações do cólon) podem variar de leve a intensa (com risco de vida).

 

Informe o médico sobre a ocorrência de diarreia durante o uso do medicamento. O uso prolongado ou inadequado da cefalexina, assim como de antibióticos em geral, poderá resultar na proliferação de bactérias resistentes. A observação cuidadosa do paciente é essencial. se uma superinfecção ocorrer durante o tratamento, seu médico deverá tomar medidas apropriadas.

 

Precauções: Antes de iniciar o tratamento com cefalexina, verifique com atenção se o paciente apresentou reações prévias de hipersensibilidade (sensibilidade excessiva) às cefalosporinas e às penicilinas. Pacientes alérgicos à penicilina devem usar cefalexina com cuidado.

 

Informe o médico se você já teve alguma reação alérgica a antibióticos do tipo das penicilinas ou cefalosporinas. Há evidência clínica e laboratorial de imunogenicidade cruzada parcial entre as penicilinas e às cefalosporinas.

 

Há relatos de reações graves, inclusive anafilaxia(reação violenta a uma segunda dose de algum antígeno) a ambas as drogas. pacientes com insuficiência renal grave devem usar a cefalexina com cuidado. Essa condição requer observação clínica e exames laboratoriais frequentes, pois a dose segura poderá ser menor do que a usualmente recomendada.

Interações medicamentosas de Cefalexina

Poderá ocorrer reação falso-positiva para glicose na urina, com as soluções de Benedict ou Fehling ou com os comprimidos de sulfato de cobre para teste. A eliminação da cefalexina pelos rins é inibida pela probenecida.

 

A cefalexina e metformina, em doses únicas de 500 mg, apresentaram interação medicamentosa em indivíduos saudáveis.

Uso de Cefalexina na gravidez e amamentação

Estudos em animais não revelaram evidências de danos fetais com o uso da cefalexina. Entretanto, não há estudos adequados e bem controlados em gestantes.

 

Devido ao fato dos estudos de reprodução em animais nem sempre predizem as respostas em humanos, esta droga só deverá ser usada durante a gravidez se absolutamente necessário.

 

A excreção da cefalexina no leite aumentou até 4 horas após uma dose de 500mg, alcançando o nível máximo de 4µg/mL, decrescendo gradualmente, até desaparecer 8 horas após a administração; portanto, a cefalexina deve ser administrada com cuidado a mulheres que estão amamentando.

 

Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica.

 

Informe a seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

 

Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica.

Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.

 

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

 

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. pode ser perigoso para a sua saúde.

Instruções de armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Cefalexina

Comprimido

Aspecto físico: Comprimido oblongo de cor laranja.

Características organolépticas: Comprimido oblongo de cor laranja com odor característico.

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação (VIDE CARTUCHO).

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

 

Cuidados de conservação e uso: DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30°C). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Cápsula

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C). Proteger da Luz.

 

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

 

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do produto

Cápsula gelatinosa com tampa vinho e corpo branco, contendo pó levemente amarelado. Livre de partículas estranhas.

 

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

 

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Suspensão Oral

Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (15 ºC a 30 ºC) e ao abrigo da luz.

 

Conservar os frascos bem tampados.

 

Após aberto, válido por 14 dias em temperatura ambiente (15 ºC a 30 ºC).

 

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

 

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

 

Características organolépticas: cefalexina monoidratada 250 mg/5 mL é uma suspensão oral pronta para uso, de cor alaranjada, com odor e sabor de guaraná.

 

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

 

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Instruções de posologia, dosagem e modo de uso de Cefalexina

Comprimido

Modo de uso: A cefalexina é apresentada em comprimido para administração oral e pode ser usada independente das refeições.

 

Posologia: As doses para adultos variam de 1 a 4 g diários, em doses divididas. A dose usual para adultos é de 250 mg a cada 6 horas. Para tratar faringites estreptocócicas, infecções da pele e estruturas da pele e cistites (inflamações da mucosa da bexiga) não complicadas em pacientes acima de 15 anos de idade.

 

Nesse caso, é necessário usar uma dose de 500 mg ou 1 g a cada 12 horas. O tratamento de cistites deve durar de 7 a 14 dias. Para infecções do trato respiratório, causadas por S. pneumoniae e S. pyogenes, é necessário usar uma dose de 500 mg a cada 6 horas.

 

Infecções mais graves ou causadas por microrganismos menos sensíveis requerem doses mais elevadas. Se houver necessidade de doses diárias de cefalexina acima de 4 g, o médico deve considerar o uso de uma cefalosporina injetável, em doses adequadas.

 

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

 

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Cápsulas

A cefalexina em cápsulas deve ser administrada por via oral, de acordo com as orientações médicas.

 

ATENÇÃO: antes da administração, deve ser verificada a capacidade do paciente de engolir o medicamento na forma de cápsula. A cápsula não deve ser aberta, dividida ou mastigada.

POSOLOGIA

Adultos e adolescentes

Cistite não complicada; faringite; infecção da pele e dos tecidos moles; amigdalite: 500 mg cada 12 horas.

 

NOTA: o tratamento de cistite é indicado apenas para adultos e adolescentes com mais de 15 anos, e deve durar de 7 a 14 dias.

 

Prevenção de endocardite bacteriana (infecção das válvulas do coração) em pacientes com alergia a penicilina: 2 g, em dose única, uma hora antes do início do procedimento.

Outras infecções:

leve a moderada: 250 mg* cada 6 horas.

grave: até 1g cada 6 horas.

 

* A cefalexina cápsula deve ser administrada somente em doses múltiplas de 500 mg. Para outras doses recomenda-se a administração de cefalexina suspensão oral.

 

Dose máxima para adultos: 4 g por dia.

Crianças

A cefalexina cápsula não é indicada para pacientes pediátricos. Recomenda-se a administração de cefalexina suspensão oral.

Idosos

Não é necessário ajuste de dose. Ver Posologia – Adultos e adolescentes.

 

Pacientes idosos têm maior chance de ter a função dos rins diminuída e podem precisar de doses menores.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

 

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Suspensão Oral

Cefalexina suspensão oral 250 mg/5 mL é apresentado em frasco de vidro contendo 60 mL ou 100 mL de suspensão.

 

Deve ser administrada por via oral e independente das refeições. Agitar bem o frasco de cefalexina monoidratada todas as vezes que for utilizar o produto.

 

Não há estudo de cefalexina monoidratada administrada por vias não recomendadas. Portanto, para segurança e eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.

Posologia

Cefalexina suspensão oral acompanha copo dosador de 10 mL.

 

1 copo cheio = 10 mL (500 mg)

¾ do copo = 7,5 mL (375 mg)

½ do copo = 5 mL (250 mg)

¼ do copo = 2,5 mL (125 mg)

 

*250 mg = 5 mL (1/2 copo) = 1 colher de chá.

 

Adultos: as doses para adultos variam de 1 a 4 g diárias, em doses divididas. A dose usual para adultos é de 250 mg a cada 6 horas. Para tratar faringites estreptocócicas, infecções da pele e estruturas da pele e cistites (inflamação da mucosa da bexiga) não complicadas em pacientes acima de 15 anos de idade, uma dose de 500 mg ou 1 g pode ser administrada a cada 12 horas.

 

O tratamento de cistites deve ser de 7 a 14 dias. Para infecções do trato respiratório, causadas por S. pneumoniae e S. pyogenes, é necessário usar uma dose de 500 mg a cada 6 horas. Infecções mais graves ou causadas por microrganismos menos suscetíveis, requerem doses mais elevadas.

 

Se houver necessidade de doses diárias de cefalexina acima de 4 g, o médico deve considerar o uso de uma cefalosporina injetável, em doses adequadas.

 

Crianças: a dose diária recomendada para crianças é de 25 a 50 mg/kg em doses divididas. Para faringites (inflamações da mucosa da faringe) estreptocócicas em pacientes com mais de um ano de idade, infecções leves e não complicadas do trato urinário e infecções da pele e estruturas da pele, a dose diária total poderá ser dividida e usada a cada 12 horas. Nas infecções graves a dose pode ser dobrada.

 

No tratamento da otite média, os estudos clínicos demonstraram que são necessárias doses de 75 a 100 mg/kg/dia fracionadas em 4 doses. No tratamento de infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a dose terapêutica deve ser administrada por 10 dias, no mínimo.

 

Exemplos de doses de cefalexina monoidratada suspensão oral 250 mg/5 mL:

 

Peso (kg)

10

Dose de 25 mg/kg/dia (Dividida em duas vezes ao dia)

¼ do copo dosador duas vezes ao dia

Dose de 50 mg/kg/dia (Dividida em duas vezes ao dia)

½ do copo dosador duas vezes ao dia

 

Peso (kg)

20

Dose de 25 mg/kg/dia (Dividida em duas vezes ao dia)

½ do copo dosador duas vezes ao dia

Dose de 50 mg/kg/dia (Dividida em duas vezes ao dia)

1 copo dosador duas vezes ao dia

 

Peso (kg)

40

Dose de 25 mg/kg/dia (Dividida em duas vezes ao dia)

1 copo dosador duas vezes ao dia

Dose de 50 mg/kg/dia (Dividida em duas vezes ao dia)

2 copos dosadores duas vezes ao dia

 

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O que devo fazer quando esquecer de usar este medicamento?

Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível. Não use mais que a quantidade total de cefalexina recomendada pelo médico em um período de 24 horas.

Reações adversas de Cefalexina

Sintomas de colite (inflamação do cólon) pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento com antibiótico. Enjoos e vômitos foram relatados raramente. A reação adversa mais frequente tem sido a diarreia, raramente grave o bastante para determinar a interrupção do tratamento.

 

Têm também ocorrido indigestão (dispepsia) e dor abdominal. Como acontece com algumas penicilinas ou cefalosporinas, houve relatos raros de hepatite (inflamação do fígado) transitória e icterícia (síndrome caracterizada pela coloração amarela dos tecidos e secreções, por presença anormal de pigmentos biliares) colestática.

 

Houve relatos de reações alérgicas na forma de erupções cutâneas, erupções cutâneas com coceira (urticária), angioedema e raramente eritema (vermelhidão da pele) multiforme, Síndrome de Stevens Johnson ou necrólise (morte celular lenta) tóxica epidérmica. Essas reações geralmente desaparecem com a suspensão da droga. Terapia de suporte pode ser necessária em alguns casos. Houve também relatos de anafilaxia.

 

Outras reações têm incluído coceira (prurido) anal e genital, monilíase (candidíase) genital, vaginite (inflamação da vagina), corrimento vaginal, tonturas, fadiga (cansaço), dor de cabeça, agitação, confusão, alucinações, artralgia (dor nas articulações), artrite (inflamações nas articulações) e doenças articulares. tem havido relatos raros de inflamação dos rins (nefrite intersticial reversível). eosinofilia, neutropenia, trombocitopenia, anemia hemolítica e elevações moderadas da transaminase glutâmico-oxalacética no soro (tgo) e transaminase glutâmico-pirúvica no soro (tgp) têm sido também relatadas.

O que fazer em caso de superdosagem deste medicamento?

Os sintomas de uma dose oral muito elevada podem incluir enjoos, vômito, dor epigástrica (da região superior e mediana do abdome), diarreia e hematúria (presença de sangue na urina).

 

Se o paciente apresentar esses sintomas ou se houver certeza de que ele tenha usado uma dose muito elevada, certifique-se de que o paciente pode respirar bem, não provoque vômito, e procure imediatamente atendimento médico.

 

Informe o médico sobre o medicamento usado e a quantidade ingerida para que ele tome as medidas necessárias.

Onde comprar?

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