Dicloridrato de Betaistina

12/03/2020 0 Por Alana Dizioli

O artigo de hoje será para falarmos deste princípio ativo de medicamentos chamado Dicloridrato de Betaistina. São vários os laboratórios que fabricam medicamentos de referência, bem como genéricos contendo esta substância. Entre eles, podemos citar Betadine (referência) e Dicloridrato de Betaistina (genérico) da Aché, Betaserc da Abbott, Betaxetin da Ranbaxy, Betina da Eurofarma, Labirin da Apsen e ainda outros laboratórios que trabalham com genéricos, tal como Althaia

Dicloridrato de Betaistina também está devidamente registrado na ANVISA, na classe terapêutica de medicamentos anti-vertiginosos.

Apresentações de Dicloridrato de Betaistina

Uso Oral

 

Uso Adulto

Comprimidos de 8 mg. Caixas com 10, 15, 20, 30 e 60 comprimidos.

 

Comprimidos de 16 mg. Caixas e cartuchos com 10, 20, 30 e 60 comprimidos. 

 

Comprimidos de 24 mg. Caixas com 10, 15, 20, 30 e 60 comprimidos.

 

Composição 

Cada comprimido contém

dicloridrato de betaistina………………………………………………………….8, 16 ou 24 mg  

 

Excipientes* qsp ………… 1 comprimido

 

*Excipientes: Lactose, Amido, Polivinilpirrolidona K30, Fosfato tricálcico, Dióxido de silício coloidal, Estearato de magnésio, Croscarmelose sódica. 

 

Em outras marcas, ainda podem haver celulose microcristalina, manitol, ácido cítrico monoidratado e talco.

Para que este medicamento é indicado?

Este medicamento é destinado ao: 

 

Tratamento sintomático da tontura 

Tratamento da Síndrome de Menière caracterizada pelos sintomas: vertigem (com náusea e vômito), perda de audição e zumbido

O que podemos esperar do mecanismo de ação de Dicloridrato de Betaistina?

O dicloridrato de betaistina contém betaistina, é um tipo de medicamento chamado “análogo-histamínico” e age melhorando o fluxo sanguíneo no seu ouvido interno. Isso diminui o acúmulo da pressão.

 

O dicloridrato de betaistina melhora os sintomas de vertigem (acompanhada de náuseas e vômitos) e zumbido no ouvido. A melhora, algumas vezes, só pode ser observada após algumas semanas de tratamento.

 

Os melhores resultados são obtidos às vezes depois de alguns meses.

Existem evidências que o tratamento desde o início da doença previne a sua progressão e/ou a perda de audição em fases avançadas da doença.

Resultados da eficácia

Estudo duplo-cego, controlado com placebo, no modelo “crossover”, foi conduzido em 18 clínicas de otorrinolaringologia com 82 pacientes que apresentavam vertigem de várias origens.

 

No primeiro período de tratamento, os pacientes receberam betaistina (48 mg/dia) ou placebo por cinco semanas. No segundo período de tratamento, houve inversão da medicação que cada grupo receberia nas cinco semanas seguintes.

 

Durante o primeiro período de tratamento, o grupo que recebeu betaistina demonstrou uma melhora estatisticamente significativa na frequência das crises quando comparada com o grupo placebo. 

 

Quando os pacientes deste grupo inverteram a medicação com o grupo placebo, houve um pequeno aumento na frequência de crises. Entretanto, quando os pacientes que começaram no grupo placebo e passaram a receber betaistina, uma melhora ainda melhor ocorreu. 

 

O dicloridrato de betaistina apresentou resultados significativamente melhores que o placebo na redução da severidade das crises.

 

Em estudo multicêntrico, controlado com placebo, 144 pacientes recrutados em 11 centros e que apresentavam vertigem recorrente decorrente de Doença de Ménière ou vertigem paroxística posicional, receberam 16 mg de dicloridrato de betaistina, 3 vezes ao dia ou placebo por 3 meses.

 

O número mensal de crises de vertigem em pacientes com Doença de Ménière foi significativamente reduzido pelo dicloridrato de betaistina (de 6,70 crises para 2,06 crises depois de 3 meses), quando comparado com o placebo desde o primeiro mês e durante o estudo (plt; 0,05).

 

As escalas de auto-preenchimento para mensuração da intensidade das crises, duração e sintomas associados à vertigem (tinnitus, plenitude aural, náusea, vômito) mostraram uma melhora significativamente maior no grupo tratado com dicloridrato de betaistina, quando comparado ao grupo tratado com placebo (plt; 0,001 – plt; 0,02).

 

Não foram observados efeitos adversos após administração por três meses de doses orais de até e acima de 250 mg/kg de dicloridrato de betaistina em cachorros e ratos, respectivamente.

 

Efeitos colaterais sobre Sistema Nervoso foram verificados em cachorros e babuínos após administração intravenosa de doses de e acima de 120 mg/kg. Observou-se emese após doses orais e intravenosas de de 300 mg/kg e 120 mg/kg, respectivamente, em cachorros e esporadicamente em babuínos.

 

Betaistina demonstrou não ter efeitos mutagênicos.

Características Farmacológicas

Farmacodinâmica

O mecanismo de ação exato da betaistina encontra-se parcialmente esclarecido. Existem várias hipóteses plausíveis suportadas por dados de estudos em animais e humanos:

Betaistina afeta o sistema histaminérgico

Betaistina apresenta uma ação agonista parcial sobre os receptores histamínicos H1 e antagonista sobre os receptores H3 em tecido neuronal, e tem atividade negligenciável sobre os receptores H2. A betaistina aumenta o turnover e liberação de histamina através do bloqueio de receptores pré-sinápticos H3 e indução da regulação do receptor H3.

Betaistina pode aumentar o fluxo sanguíneo tanto para a região coclear como para todo o cérebro

Testes farmacológicos realizados em animais demonstram que dicloridrato de betaistina melhora a circulação sanguínea do ouvido interno, provavelmente por ação relaxante nos esfíncteres pré-capilares da microcirculação do ouvido interno. Betaistina também demonstrou aumentar o fluxo sanguíneo cerebral em humanos.

Betaistina facilita a compensação vestibular

A betaistina acelera a recuperação do vestíbulo após neurectomia em animais, promovendo e facilitando a compensação vestibular. Este efeito, caracterizado por uma regulação no turnover e liberação de histamina, é mediado por antagonismo dos receptores H3. Em humanos, o tempo de recuperação depois de uma neurectomia vestibular foi reduzido quando tratados com betaistina.

Betaistina altera a ativação neuronal no núcleo vestibular

Determinou-se, também, que a betaistina apresenta um efeito inibitório dose-dependente na geração do pico neural nos núcleos vestibulares lateral e médio. As propriedades farmacodinâmicas demonstradas em animais podem contribuir com o benefício terapêutico da betaistina no sistema vestibular.

 

A eficácia da betaistina foi demonstrada em estudos com pacientes com vertigem vestibular e com a Síndrome de Ménière pela melhora da severidade e da frequência dos ataques de vertigem.

Farmacocinética

Absorção

Oralmente administrado betaistina é prontamente e quase completamente absorvido por todas as partes do trato gastrointestinal. Após absorção, a betaistina é rapidamente e quase totalmente metabolizada em ácido 2-piridilacético (2-PAA).

 

Os níveis plasmáticos de betaistina são muito baixos. Todas as análises farmacocinéticas são, portanto, baseadas em medidas de 2-PAA no plasma e urina.

 

A concentração máxima (Cmax) de betaistina após a ingestão de alimentos é menor do que a observada quando em jejum. Entretanto, a absorção total de betaistina é semelhante nas duas condições, indicando que a ingestão de alimentos somente retarda sua absorção.

Distribuição

A porcentagem da betaistina que é ligada à proteína plasmática sanguínea é menor que 5%.

Biotransformação

Depois de absorvida, a betaistina é rapidamente e quase totalmente metabolizada em 2-PAA (que não apresenta atividade farmacológica). Depois da administração oral de betaistina a concentração plasmática máxima (e urinária) de 2-PAA é observada após uma hora da administração e declina com meia vida de eliminação de aproximadamente 3,5 horas.

Excreção

2-PAA é rapidamente eliminado na urina. A dose de betaistina varia de 8 mg a 48 mg e cerca de 85% da dose original é encontrada na urina. A excreção renal ou fecal de betaistina é mínima.

Linearidade

A taxa de recuperação é constante, ao longo da dose oral de 8-48 mg, indicando que a farmacocinética da betaistina é linear e sugerindo que as vias metabólicas envolvidas não são saturadas.

Dados de segurança pré-clínicos

Toxicidade Crônica

Reações adversas no sistema nervoso foram observadas em cachorros e babuínos depois de doses intravenosas de aproximadamente 120 mg/Kg. Estudos sobre toxicidade oral crônica de dicloridrato de betaistina foram realizados em ratos por um período de 18 meses e em cachorros por 6 meses.

 

Doses de 500 mg/Kg em ratos e 25 mg/Kg em cachorros foram toleradas sem causar alterações nos parâmetros clínicos hematológicos e químicos.

 

Não existem achados histológicos relatados sobre o tratamento com essas dosagens. Depois de aumentar a dose para 300 mg/Kg os cachorros vomitaram.

 

Em um estudo de investigação com betaistina e ratos durante 6 meses com 39 mg/Kg hiperemia em alguns tecidos foram reportados na literatura. Os dados apresentados na publicação são limitados. Portanto, o impacto desses achados nesse estudo não é claro.

Potencial mutagênico e carcinogênico

Betaistina não tem potencial mutagênico. Estudos especiais de carcinogenicidade não foram realizados com dicloridrato de betaistina. Entretanto, em estudos de toxicidade crônica de 18 meses em ratos não houve indicação de tumor, neoplasias ou hiperplasias nos exames histopatológicos. Portanto, dicloridrato de betaistina até a dose de 500 mg/Kg não demonstrou nenhuma evidência de potencial carcinogênico neste estudo limitado de 18 meses.

Toxicidade na reprodução

Dados limitados são disponíveis para betaistina na reprodução. Em um estudo de uma geração em ratos, a dose oral de 250 mg/Kg/dia de betaistina não causou efeito adverso na fertilidade de machos e fêmeas, implantação de fetos, parto e viabilidade de filhotes durante a lactação.

 

Nenhuma anormalidade foi observada em ratos desmamados. Em coelhas prenhas tratadas oralmente com 10 ou 100 mg/Kg de betaistina, não foram observados efeitos adversos nas implantações, vitalidade ou peso dos fetos e anormalidade no esqueleto fetal ou no tecido mole. Pode-se concluir com esses estudos que não foram detectados efeitos nos parâmetros relevantes de reprodução em ratos e coelhos nos estudos descritos.

Betaistina não é teratogênica. Contudo, devido ao caráter investigacional dos estudos o risco não pode ser totalmente excluído.

 

Quais as contraindicações e riscos de Dicloridrato de Betaistina?

Você não deve utilizar este medicamento nos seguintes casos: alergia à betaistina ou a algum dos componentes da formulação, úlceras do estômago ou do duodeno e em pacientes que sofram de Feocromocitoma.

 

Não tome esse medicamento se alguma das situações acima se aplica a você. Se você não tiver certeza, fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar dicloridrato de betaistina.

 

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Quais as precauções e advertências a que devo me atentar antes de usar este medicamento?

Nos asmáticos a administração de dicloridrato de betaistina exige um acompanhamento cuidadoso devido ao risco de ocorrer broncoconstrição (falta de ar). 

 

Os comprimidos devem ser administrados junto às refeições para prevenir a ocorrência de cólicas gástricas.

Pacientes Idosos 

As doses e cuidados para pacientes idosos são as mesmas recomendadas para os adultos.

Interações medicamentosas

Fale com o seu médico ou farmacêutico se você está tomando ou tomou recentemente algum outro medicamento, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica e medicamentos fitoterápicos (medicamentos obtidos de matérias-primas ativas vegetais).

 

Em particular, fale com seu médico ou farmacêutico se você está tomando algum dos seguintes medicamentos:

 

  • Anti-histamínicos – estes podem (em teoria) diminuir o efeito de dicloridrato de betaistina e o mesmo também pode diminuir o efeito dos anti-­histamínicos.
  • Inibidores de monoamina-oxidases (IMAOs) como, por exemplo, selegilina – usados para tratamento de depressão ou doença de Parkinson. Estes medicamentos podem aumentar a quantidade de dicloridrato de betaistina no organismo.

Se alguma das situações acima se aplicam a você (ou você não tem certeza), fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar dicloridrato de betaistina.

 

Uso na gravidez e amamentação

Não está estabelecido se dicloridrato de betaistina possui efeitos prejudiciais no feto, portanto:

 

  • Pare de tomar dicloridrato de betaistina e fale com o seu médico se você ficar grávida ou suspeitar que esteja grávida.
  • Não tome dicloridrato de betaistina se você está grávida, a não ser que seu médico decida que é necessário. 

 

Não é conhecido se dicloridrato de betaistina passa para o leite materno humano, portanto:

Não amamente se você estiver tomando este medicamento a não ser que seu médico autorize.

 

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

 

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

 

Sempre reiterando aos nossos leitores para não usarem medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Instruções de armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Dicloridrato de Betaistina

Você deve manter os comprimidos em sua embalagem original, na temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegidos da luz e umidade.

 

O prazo de validade é de 24 meses após a data de fabricação. 

 

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem 

 

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. 

 

Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.

 

Os comprimidos são circulares, brancos e levemente amarelados.

 

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

 

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

Instruções de posologia, dosagem e modo de uso de Dicloridrato de Betaistina

Uso Adulto

 

As doses recomendadas de dicloridrato de betaistina para adultos variam de 24-48 mg por dia, divididos em três ou quatro tomadas. A dosagem deve ser individualmente adaptada de acordo com a resposta terapêutica. A melhora, algumas vezes, só pode ser observada após algumas semanas de tratamento. 

 

Em alguns casos os melhores resultados são obtidos após alguns meses. Existem evidências de que o tratamento realizado desde o início da doença previne a sua progressão e/ou perda de audição em fases avançadas da doença.

 

A dose recomendada é de 1 comprimido de 8 mg, por via oral, a cada 8 horas (24 mg/dia). A administração deve ser feita, de preferência, após a ingestão de alimentos.

 

A dose recomendada é de 1 comprimido de 16 mg, por via oral, a cada 12 horas (24 mg/dia). A administração deve ser feita, de preferência, após a ingestão de alimentos.

 

A dose recomendada é de 1 comprimido de 24 mg, por via oral, a cada 24 horas (24 mg/dia). A administração deve ser feita, de preferência, após a ingestão de alimentos.

 

Limite máximo diário:

A dose máxima é de 48 mg/dia em doses divididas. 

 

Duração do tratamento:

A duração recomendada do tratamento é de 2 a 3 meses a ser repetido de acordo com a melhora dos sintomas. A betaistina não é indicada para um tratamento de crises, mas para um tratamento prolongado, a ser mantido ou interrompido de acordo com a melhora da doença. 

 

Siga a orientação de seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento.

 

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O tratamento com dicloridrato de betaistina pode durar meses, de forma contínua ou descontínua. 

 

Pacientes Idosos 

As doses e cuidados para pacientes idosos são as mesmas recomendadas para os adultos.

Uso em crianças

O dicloridrato de betaistina não é recomendado para uso por pacientes menores de 18 anos de idade.

Uso em pacientes com problemas no fígado e/ou nos rins

Não estão disponíveis resultados de estudos clínicos com esse grupo de pacientes tomando este medicamento, porém de acordo com experiência pós-comercialização não é necessário ajustar a dose.

 

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

 

O uso inadequado do medicamento pode mascarar ou agravar os sintomas.

Consulte um clínico regularmente. Ele avaliará corretamente a evolução do tratamento. Siga corretamente suas orientações.

O que devo fazer quando esquecer de usar este medicamento?

Você deve tomar, sempre, um comprimido no horário previsto. Caso esqueça uma dose, não tome dois comprimidos de uma só vez para evitar dores estomacais.

 

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou do cirurgião-­dentista.

Quais as reações adversas de dicloridrato de betaistina

Como todos os medicamentos, dicloridrato de betaistina pode causar reações adversas, embora não aconteça com todas as pessoas. As seguintes reações adversas podem acontecer com o uso deste medicamento.

Reações alérgicas

Se você tiver reação alérgica, pare de tomar dicloridrato de betaistina e procure seu médico ou vá para o hospital imediatamente. Os sinais podem incluir:

 

  • Erupção na pele (rash) vermelha e irregular, ou pele inflamada com coceira;
  • Inchaço do rosto, lábios, língua ou pescoço;
  • Queda da pressão sanguínea;
  • Perda de consciência;
  • Dificuldade de respirar.

 

Outras reações adversas incluem:

 

Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

 

  • Indigestão (dispepsia);
  • Dor de cabeça;
  • Sensação de mal-estar (náusea).

 

Outras reações adversas que têm sido relatadas com o uso de dicloridrato de betaistina:

 

Leves problemas de estômago como vômito, dor no estômago e inchaço do estômago (distensão abdominal). Tomar dicloridrato de betaistina com alimento ajuda a reduzir esses problemas de estômago.

 

Se você notar quaisquer reações adversas não mencionadas nesta bula, ou se alguma das reações adversas se agravarem, informe seu médico ou farmacêutico.

 

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que fazer em caso de superdosagem deste medicamento?

Alguns pacientes apresentaram sintomas leves como náusea, sonolência e dor abdominal.

Outras complicações mais sérias como convulsão, problemas cardíacos e pulmonares foram observados em casos de dosagem intencional, combinada com outros medicamentos em altas dosagens.

 

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

 

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Onde comprar?

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Gostou do nosso artigo explicando sobre essa substância muito recomendada pelos médicos? Se quer mais informações, tem alguma dúvida ou deseja nos dar sua opinião, comente abaixo que teremos o maior prazer em interagir com você!