Doação de sangue: altruísmo que salva vidas

23/02/2017 0 Por cliquefarma

A prática de doação de sangue cresce a cada ano no Brasil. Essa atitude, que conscientiza milhões de pessoas, ajuda aqueles que dependem de um tipo sanguíneo específico para voltar a ser saudável. Os de tipo O, por exemplo, geralmente é um dos que mais falta nos bancos de sangue e, quem doa, é capaz de salvar muitas vidas. Pesquisas já pontuaram que esse ato traz efeitos positivos na vida do doador, como diminuir os riscos de ataques cardíacos e até mesmo o câncer. Há quem tenha medo, mas é um processo rápido e seguro.

As campanhas relacionadas a esse assunto entram em cena para desmistificar dúvidas e impulsionar essa atitude que salva muitas vidas. Para quem ainda não está por dentro do assunto, a doação de sangue garante ao cidadão um dia de folga, conforme a CLT. De acordo com o site Portal Brasil, quem atua em áreas de risco, como piloto de avião, motoristas de ônibus ou de caminhões devem interromper as atividades por 12 horas após a doação.

É preciso levar documento oficial com foto, pesar mais de 50 kg, evitar apenas alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação e ter entre 18 e 67 anos. No caso de menores de idade, é necessária a autorização do responsável legal.

Casos não permitidos para doação de sangue

De acordo com o INCA, pessoas com hepatite a partir dos 11 anos de idade, bem como doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue (Hepatite B e C, AIDS, doenças associadas ao vírus HTLV I e II e Doença de Chagas), usuários de drogas ilícitas e injetáveis e detentor de malária não podem doar sangue.

Os casos temporários vão para aqueles que tiveram gripe, resfriado e febre, gestantes que consomem determinados medicamentos (tais como antibióticos) e pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis.

Para mais informações e orientações, acesse o site do INCA.

doaçãodesangue