Nariz ardendo – Causas e o que fazer

17/06/2020 0 Por Alana Dizioli

O artigo de hoje irá abordar as diferentes condições que podem causar ardência no nariz e como tratá-las. Em condições ideais, o nariz aquece o ar recebido para que ele seja introduzido no corpo e bloqueia a entrada de poluentes, bactérias e vírus.

Quando a região sofre com alguma anormalidade, pode comprometer todo o sistema respiratório. Prestar atenção a incômodos e desconfortos é importante para toda a saúde. Vamos conferir tudo agora mesmo! Confira!

 

Nariz queimando por dentro: o que é e como combater

Se você experimenta ressecamento, sangramento ou mesmo sensação de queimação no nariz, provavelmente está sentindo os impactos de um ar seco, quente demais ou mesmo do excesso de tempo sob o ar condicionado. Os fatores irritam as vias aéreas por comprometer a umidade natural do órgão, essencial para seu funcionamento.

 

Medidas bastantes simples podem ajudar a aliviar os sintomas do nariz ressecado, sem a necessidade de uma consulta clínica. Mas se o desconforto se prolongar por muito tempo, buscar orientação médica é fundamental para evitar maiores complicações de saúde.

 

Uma dica prática para combater a sensação de ardência no nariz é colocar no quarto em que dorme uma bacia com água, que já ajuda a deixar o ar do ambiente um pouco mais úmido. Beber bastante água no período também é importante para manter o organismo hidratado, assim como evitar álcool, café e cigarro, que pioram o quadro.

 

É possível ainda aplicar formulação de soro fisiológico a 0,9% em gotas ou spray nas narinas para aliviar o ressecamento. Mas evite o uso de hidratantes nas narinas, especialmente os produzidos com vaselina.

 

Por fim, outra saída simples é zelar pela limpeza da casa, higienizando os ambientes diariamente com um pano umedecido com água. Se possível, retire cortinas e tapetes e adie a faxina em armários e locais que tenham a presença de mofo.

 

Troque as roupas de cama pelo menos uma vez por semana e aposte em fronhas e capas antialérgicas para travesseiros e colchões, que ajudam a reduzir as alergias que tendem a piorar o problema.

Sinusite, resfriado ou alergia? Saiba como diferenciar

Dor de cabeça, espirros, congestão nasal ou coriza são sintomas comuns de condições bastante diferentes: sinusite, resfriados e alergias. Nem sempre é simples identificar o problema, mas a diferenciação é essencial para apostar no tratamento adequado. Confira os principais sintomas de cada um e aprenda a distinguir:

Principais sintomas de sinusite

Congestão nasal com dores no centro do rosto, coriza verde ou amarelada, dor nos dentes, mau hálito, febre e dor de cabeças são os principais sintomas da sinusite, que pode ser desencadeada por vírus, bactérias ou mesmo alergias e resfriados. O problema pode desaparecer sozinho ou com ajuda de medicamentos simples. Se os sintomas ultrapassam uma semana, um médico talvez precise receitar antibióticos.

Sintomas de resfriado

Nariz entupido e com ardência, coriza incolor, tosse, dores de cabeça e cansaço são alguns dos principais sintomas do resfriado provocado por um vírus. Chás naturais ou mesmo remédios simples podem combater o problema, mas se os sintomas ultrapassam o prazo de 7 dias vale realizar uma nova consulta com um médico.

Sintomas de alergia

Alguns dos principais sintomas de alergia são excesso de espirros, coceira no nariz e nos olhos, coriza aquosa e incolor e, em alguns casos, congestão nasal. A condição pode aparecer e desaparecer durante todo o ano ou em determinadas estações, de acordo com o tipo pessoal de alergia e normalmente é combatida com medicamentos antialérgicos receitados pelo médico.

 

Em condições ideais, o nariz aquece o ar recebido para que ele seja introduzido no corpo e bloqueia a entrada de poluentes, bactérias e vírus. Quando a região sofre com alguma anormalidade, pode comprometer todo o sistema respiratório. Prestar atenção a incômodos e desconfortos é importante para toda a saúde.

 

Reconheça as principais diferenças entre os sintomas da rinite e da sinusite

Não há otorrinolaringologista que não escute pelo menos uma vez por dia essa frase: “Eu tenho rinite e também sinusite”. As duas “ites” vêm sempre juntas na cabeça do paciente (sem trocadilhos), como dois problemas em um só. Já que a diferença entre as duas é nebulosa para a maior parte do público, as pessoas preferem declarar que sofrem de ambas, por via das dúvidas.

 

A rigor, rinite é uma inflamação da mucosa do nariz e pode ter várias causas. Um resfriado, por exemplo, não deixa de ser uma rinite, do tipo infecciosa. Mas normalmente quando as pessoas falam em rinite estão se referindo a queixas mais duradouras (ou pelo menos recorrentes) causadas, por exemplo, pela rinite alérgica. Os sintomas mais frequentes da rinite são a coriza (secreção clara que escorre do nariz), os espirros, a coceira no nariz e o nariz entupido.

 

A rinite, muitas vezes, desencadeia uma sinusite. Portanto a associação em muitos casos é real.

Já a sinusite é uma inflamação da mucosa que reveste os seios da face (também chamados de cavidades paranasais). Os seios da face são espécies de câmaras de ar que ficam ao redor do nariz, forradas internamente por uma mucosa muito parecida com a do próprio nariz. Essa mucosa que reveste internamente os seios da face produz muco, exatamente como a mucosa do nariz. Esse muco drena para dentro do nariz por pequenos orifícios que comunicam os seios da face com as fossas nasais.

 

Se por acaso esses orifícios ficam obstruídos (seja por secreção, pelo inchaço da própria mucosa ou por outra causa), o seio da face pode tornar-se uma cavidade sem comunicação com o nariz, totalmente selada, também sem aeração. Assim como acontece com as paredes de um quarto quando o deixamos totalmente trancado (sem ventilação) por muito tempo, a mucosa que reveste os seios da face vai ficando doente, inflamada.

 

O muco que ela produz também não tem para onde ir e acaba acumulando no seio da face e facilitando a proliferação de bactérias. Está formada a sinusite.

A sinusite pode ser dividida em aguda e crônica. A aguda é aquela que se manifesta em crises, causando forte dor facial, abundante secreção purulenta no nariz, tosse e febre. Já na sinusite crônica os sintomas são mais discretos, mas mais frequentes.

 

Ela pode se manifestar como uma tosse persistente ou uma secreção que drena do nariz para a garganta. Mas o que mais se associa à sinusite crônica é a dor de cabeça, em especial aquela entre os olhos. Aliás, quando a maior parte das pessoas afirma ter sinusite está se referindo justamente a esse sintoma: a dor de cabeça na testa ou entre os olhos.

 

Aqui vale um aviso: nem sempre a cefaleia frontal (a tal dor de cabeça na testa) é sinusite. Aliás, se ela não vem acompanhada de demais sintomas nasais, provavelmente não está relacionada à doença. Nesses casos duvidosos, a tomografia de seios da face (e não a radiografia simples) é um exame de imagem muito importante para tirar a dúvida.

 

Mas é claro que a confusão entre rinite e sinusite não é apenas falta de informação. Existe realmente uma área de interseção entre elas. Ambas, por exemplo, causam obstrução e secreção nasal. A rinite, muitas vezes, desencadeia uma sinusite. Portanto a associação em muitos casos é real.

 

Por último, é preciso esclarecer algo: a rinite realmente não tem “cura” na maior parte dos casos, mas sim controle, embora possa amainar com o tempo. Já a sinusite, ao contrário, tem cura na maior parte dos casos. Mesmo a crônica, embora não raro seja necessário algum tipo de intervenção cirúrgica para isso. Portanto, consulte seu otorrinolaringologista e seja feliz respirando pelo nariz!

Tudo sobre rinite alérgica

A rinite alérgica é uma inflamação das mucosas do nariz, caracterizada pela reação imunológica do corpo a partículas inaladas que são consideradas estranhas (chamadas de alérgenos). Os principais sintomas são obstrução nasal, coriza, espirros e coceira no nariz.

O nariz é a porta de entrada para inspirarmos o ar e substâncias carregadas por ele, e tem a função de filtrar as impurezas, além de umidificar e aquecer o ar que vai chegar aos pulmões.

 

O indivíduo alérgico tem uma reação exagerada aos alérgenos. Seu sistema imunológico reage de forma intensa como tentativa de defesa do organismo.

 

Sabemos que existe um componente genético nas alergias. Quando ambos os pais têm rinite, a chance de os filhos terem o problema chega a 50%. Quando a pessoa que carrega essa predisposição em contato com um alérgeno, passa a ser reativa a ele e não mais tolerar o contato. Essa reação em geral acontece nos primeiros anos de vida, mas pode ser mais tardia.

Quais as causas?

Várias substâncias presentes no meio ambiente são alergênicas, mas predominam a poeira, o pólen e alguns alimentos.

Poeira

A poeira doméstica é a principal responsável pela rinite em São Paulo e em boa parte do Brasil. Esta poeira tem vários componentes, como restos de pelos de animais, descamação da pele humana e de animais e restos de insetos, bactérias, fungos e ácaros.

 

A alergia alimentar é menos frequente e, em geral, dá outros sintomas além da rinite, como na pele e no sistema gastrointestinal. Embora qualquer alimento possa causar uma reação alérgica, os mais implicados são leite de vaca, ovo, soja, trigo, peixe e crustáceos.

 

Os ácaros são micro-organismos que se adaptam muito bem ao ambiente domiciliar e proliferam com facilidade em temperatura ambiente e locais úmidos. O ácaro mais implicado na rinite alérgica é o Dermatophagoides spp. Seu nome deriva do fato de se alimentar de material orgânico da pele do homem e de animais e fungos.

 

Por essa razão, os ácaros se acumulam em colchões e estofados. As proteínas existentes no corpo e nas fezes dos ácaros são extremamente alergênicas a pessoas predispostas à rinite. Os sintomas podem aparecer durante todo o ano.

Pólen

O contato com pólen é outra causa de rinite alérgica, que ocorre em geral na primavera e no início do outono, quando o pólen transportado pelo ar se encontra em níveis maiores. No Brasil, esta rinite sazonal é mais comum na região Sul.

Alergia alimentar

A alergia alimentar é menos frequente e, em geral, resulta em outros sintomas além da rinite, como na pele e no sistema gastrointestinal. Embora qualquer alimento possa causar uma reação alérgica, os mais implicados são leite de vaca, ovo, soja, trigo, peixe e crustáceos.

Fatores de risco

Pessoas que apresentam outras doenças alérgicas, como asma, eczema (dermatite) e a conjuntivite alérgica, carregam um maior risco para rinite de origem alérgica.

 

Outros fatores de risco para rinite alérgica incluem:

 

  • Possuir familiares com histórico de alergias
  • Frequentar locais mal ensolarados e mal ventilados
  • Poluição do ar

Influência genética

Quando ambos os pais têm rinite, a chance de os filhos terem o problema chega a 50%. Quando a pessoa que carrega essa predisposição em contato com um alérgeno, passa a ser reativa a ele e não mais tolerar o contato. Essa reação em geral acontece nos primeiros anos de vida, mas pode ser mais tardia.

Sintomas de Rinite alérgica

Alguns sintomas da rinite alérgica surgem logo após entrar em contato com o alérgeno. Os principais sintomas da crise de rinite alérgica são:

 

  • Irritação no nariz, na boca, nos olhos, na garganta, na pele ou em qualquer outra região
  • Problemas com odores
  • Coriza
  • Espirros
  • Lacrimejamento nos olhos.

 

Alguns sintomas da rinite alérgica se apresentam ao longo de horas:

 

  • Congestão nasal
  • Tosse
  • Diminuição da audição e diminuição do olfato
  • Dor de garganta
  • Olheiras
  • Olhos inchados
  • Fadiga e irritabilidade
  • Cefaleia

Tratamento de Rinite alérgica

Como tratar rinite alérgica?

O tratamento dos pacientes portadores de rinite alérgica é composto por três pilares principais: higiene ambiental, medicamentos e imunoterapia.

Higiene ambiental

A forma mais simples de se prevenir crises de rinite alérgica é evitando o contato com a substância que desencadeia os sintomas. Isso nem sempre é tão fácil.

 

Carpetes, cortinas, tapetes e bichos de pelúcia podem armazenar poeira e ácaros, e não devem fazer parte do quarto. Os ambientes da casa devem estar sempre bem ventilados e ensolarados.

 

De preferência, a limpeza deve ser feita com pano úmido. Também devem ser evitados produtos de limpeza, tintas, perfumes, fumaça do cigarro e inseticidas.

Medicamentos

Anti-histamínicos (antialérgicos), descongestionantes nasais e corticosteroides são os medicamentos mais usados para tratar uma crise rinite alérgica.

 

Medicamentos à base de corticosteroides aplicados no nariz são prescritos para tratamento a longo prazo, e tem o objetivo de melhorar a respiração nasal e evitar ou amenizar as crises.

 

Como todo medicamento pode apresentar efeitos colaterais e a dose varia individualmente, procure o médico para indicar o tratamento correto.

Imunoterapia (vacina para rinite)

Vacinas antialérgicas também são uma opção para casos em que não houve melhora com as medicações e uma alternativa para casos em que não se pode evitar contato com o alérgeno.

 

Ela está indicada se o teste cutâneo ou sanguíneo comprovar o alérgeno.

Nesse tratamento, são aplicadas em injeções ou gotas sublinguais com quantidades controladas da substância para que o organismo deixe de ser hiper-reativo a ela.

 

O objetivo é que, no passar do tempo, as crises se reduzam e a pessoa consiga até suspender as medicações.

Principais medicamentos para Rinite alérgica

Os medicamentos mais usados para o tratamento de rinite alérgica são:

 

  • Androcortil
  • Allegra
  • Allegra Pediatrico
  • Asmofen
  • Avamys
  • Betametasona
  • Betatrinta
  • Broncho-Vaxom
  • Busonid
  • Celestone
  • Cetirizina
  • Celestamine
  • Celerg
  • Celergin
  • Clobutinol + Succinato de Doxilamina
  • Cetoprofeno
  • Claritin
  • Claritin D
  • Decadron
  • Decongex
  • Decongex Plus
  • Desalex
  • Desloratadina
  • Dexametasona
  • Dexclorfeniramina
  • Diprospan
  • Duoflam
  • Ebastel
  • Fumarato de Cetotifeno
  • Fluviral
  • Fumarato de Cetotifeno (xarope)
  • Histadin D
  • Hixizine
  • Koide D
  • Loratadina
  • Loratadina + Pseudoefedrina
  • Loratamed
  • Maleato de Dexclorfeniramina (gotas)
  • Maleato de Dexclorfeniramina + Sulfato de Pseudoefedrina + Guaifenesina
  • Multigrip
  • Nasonex
  • Neosoro
  • Omnaris
  • Prednisolona
  • Polaramine
  • Prednisona
  • Maleato de dexclorfeniramina (solução)

 

Atenção: somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.

 

Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Rinite alérgica tem cura?

A grande maioria dos sintomas da rinite alérgica pode ser tratada. Algumas pessoas (principalmente crianças) podem se livrar de uma alergia quando ficam mais velhas, porque o sistema imunológico se torna menos sensível ao alérgeno.

 

Entretanto, no geral, depois que uma substância desencadeia uma reação alérgica, ela pode continuar afetando a pessoa a longo prazo.

Qual o prognóstico?

Evitar o contato com alérgenos e os cuidados com a limpeza do ambiente são métodos mais fáceis e eficientes para se prevenir das crises de rinite alérgica.

 

Não interrompa o tratamento, a não ser que o especialista o oriente neste sentido.

Siga à risca as orientações médicas para tratamento contra rinite alérgica.

Quais as complicações possíveis?

Rinite alérgica pode levar a outros problemas de saúde, como:

 

  • Otite
  • Sinusite
  • Roncos (pelo entupimento do nariz)
  • Problemas de sono

Como prevenir?

Como evitar crises de rinite

Muitas vezes, os sintomas podem ser prevenidos evitando o contato com os alérgenos conhecidos. Esta é, na verdade, a única forma efetivamente comprovada contra as crises de rinite alérgica.

Rinite alérgica pode ser prevenida com medidas simples

Alergia nada mais é que uma resposta exacerbada do nosso sistema imune à determinada substância, chamada de alérgeno. Quem tem rinite alérgica, reage de forma exagerada a determinados estímulos, como a exposição à poeira, pólen ou ácaro.

 

A mucosa nasal quando percebe a presença de tais substâncias vai logo inchando, produzindo secreção aquosa e causando espirros e obstrução nasal: uma reação um tanto quanto exagerada. Com isso, a reação alérgica por si só acaba sendo mais prejudicial à pessoa que a própria substância que a desencadeou.

 

Já está mais que comprovado que o controle ambiental no quarto onde o paciente com rinite dorme é o que tem maior impacto na redução de suas queixas.

 

Acontece que, no caso da rinite, a mucosa nasal pode ficar tão “estressada” que deixa de reagir apenas a esta ou aquela substância que causa alergia e passa a inflamar por literalmente qualquer motivo: uma mudança brusca de temperatura, variação na umidade relativa do ar, qualquer cheiro mais forte ou mesmo estresse.

 

A esse fenômeno, cada vez mais identificado, que não depende propriamente de uma reação alérgica como a conhecemos em outros órgãos, chamamos de rinite mista. E daí vem a grande dificuldade de controlar os sintomas. Não é fácil acalmar essa mucosa nasal que chegou a esse estágio.

 

No mundo inteiro nota-se um aumento da incidência de rinite com o passar das décadas. Alguns estudos quantificam esse crescimento em até 40%. Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 50 milhões de pessoas sofram de rinite.

 

Sem dúvida alguma, a poluição ambiental dos grandes centros urbanos está relacionada a este aumento. Mas como muitos de nós não podemos nos dar ao luxo de nos mudarmos para a floresta mais próxima, o que podemos fazer para diminuir os sintomas nasais?

Como prevenir os sintomas?

Bom, em primeiro lugar, precisamos cuidar de nossa casa. Muitas vezes não podemos evitar o ar condicionado do escritório, cujo filtro pode ter sido limpo pela última vez em 1947.

 

Mas podemos controlar o ambiente de nossa casa, em especial o quarto onde dormimos. Já está mais que comprovado que o controle ambiental no quarto onde o paciente com rinite dorme é o que tem maior impacto na redução de suas queixas. São dicas importantes:

 

1) Evitar carpetes e tapetes. Dar preferência a pisos que possam ser limpos com um pano úmido, pelo menos uma vez por dia.

2) Tirar do armário do quarto roupas de inverno, cobertores e tudo que não é utilizado com frequência e que pode acumular poeira.

3) Trocar a roupa de cama uma a duas vezes por semana.

4) Manter o quarto arejado e ventilado.

5) Retirar os bichos de pelúcia do aposento.

6) Bichos de estimação não devem ter acesso ao quarto.

 

Se sua casa está em obra, paciência, vai ser muito difícil controlar a rinite enquanto a obra durar ou você estiver próximo a ela.

 

Evitar os fatores desencadeantes das crises de rinite é importante, mas nem sempre resolve. É preciso então procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação. Isso porque nem tudo que entope o nariz é rinite alérgica.

 

Muitas vezes trata-se de um desvio de septo ou uma sinusite crônica que estão perpetuando os sintomas e isso só o otorrino poderá dizer. Em se confirmando apenas rinite, é hora de contemplar as possibilidades de tratamento, que vão desde o uso de antialérgicos orais ou nasais, até a imunoterapia (as famosas vacinas). Nestes casos o otorrino avaliará o caso em conjunto com o alergista (ou alergologista).

 

Por último, um alerta. Usar vasoconstritores nasais (aquelas gotinhas para desentupir nariz) durante as crises é uma péssima ideia. Principalmente se as crises são frequentes. Essas medicações podem viciar o paciente e, quando usadas de forma repetida, aumentam as chances de hipertensão e outras doenças.

 

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