Xarelto – Já ouviu falar?

31/10/2019 0 Por Alana Dizioli

O medicamento de nome comercial Xarelto®, produzido e disponibilizado pelo laboratório Bayer, é composto pelo princípio ativo chamado rivaroxabana. Ele é apresentado na forma de comprimidos revestidos em cartucho com blister contendo 10 ou 30 comprimidos revestidos de 10 mg.  

Orange pills isolated on white background

Sua composição consiste em: cada comprimido revestido contém 10 mg de rivaroxabana. Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, hipromelose, lactose monoidratada, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, óxido férrico vermelho, macrogol, dióxido de titânio.

Para que Xarelto é indicado? 

Xarelto (rivaroxabana) é indicado para a prevenção de tromboembolismo venoso (TEV) em pacientes adultos.

 

A ANVISA aprovou também o seu uso na redução do risco de AVC em pacientes com fibrilação atrial. Com base em novos estudos e informações, a medicação, que tem como nome comercial Xarelto®, foi aprovada para prevenção de AVC, embolia pulmonar e sistêmica em pacientes com fibrilação atrial. A nova indicação inclui, ainda, o tratamento e a prevenção de episódios recorrentes de trombose venosa profunda e embolia pulmonar.

O que podemos esperar do mecanismo de ação de Xarelto?

Xarelto é um remédio que tem em sua composição Rivaroxabana, um composto que age inibindo a ação de um fator de coagulação que é responsável pela formação de coágulos de sangue. Xarelto é especialmente indicado após a cirurgia de substituição da articulação em joelhos ou quadril.

Rivaroxabana, apixabana e dabigatrana

Como vimos, a rivaroxabana que é o princípio ativo de Xarelto, tem indicação da ANVISA para prevenção de acidente vascular cerebral e embolia sistêmica em pacientes adultos com fibrilação atrial não-valvar que apresente um ou mais fatores de risco, como insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, 75 anos de idade ou mais, diabetes mellitus, acidente vascular cerebral ou ataque isquêmico transitório anteriores. Tratamento de embolia pulmonar (EP) e prevenção de embolia pulmonar (EP) e trombose venosa profunda (TVP) recorrentes, em adultos. 

 

Seu mecanismo de ação consiste em ser um inibidor oral, direto, altamente seletivo e ativo no sítio de inibição do fator X ativado (FXa), prolongando testes de coagulação como tempo de protrombina (TP), razão normalizada Internacional (RNI) e tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA).

A apixabana também tem o mesmo mecanismo de ação, ambos anticoagulantes orais de ação direta e as duas são as mais comumente prescritas nos consultórios médicos atualmente. No entanto, há poucos estudos que guiem os médicos sobre qual fármaco é mais seguro e eficaz no tratamento do tromboembolismo venoso. E também não há evidências concretas de qual desses medicamentos oferece menor risco de sangramentos.

 

Por mais de meio século, os antagonistas da vitamina K (varfarina e acenocumarol) eram os únicos anticoagulantes disponíveis na apresentação oral. No entanto, grandes dificuldades para a obtenção de anticoagulação ideal sempre existiram com esses medicamentos e essas dificuldades são atribuídas a uma farmacocinética e farmacodinâmica pouco previsíveis, um início de ação lento, uma janela terapêutica estreita, múltiplas interações com outros fármacos e alimentos e considerável variabilidade inter e intraindividual em relação à dose administrada e ao respectivo efeito anticoagulante. 

 

Torna-se necessária, portanto, constante monitorização laboratorial da coagulação e o consequente ajuste contínuo da dose, de forma a evitar os riscos hemorrágicos e trombóticos associados à anticoagulação inadequada. Metanálise revelou que 44% de complicações hemorrágicas com a varfarina foram associadas à razão de normalização internacional (RNI) supraterapêutica e que 48% dos eventos tromboembólicos ocorreram com leituras subterapêuticas.

 

A dabigatrana trata-se de um pró-fármaco sem atividade farmacológica, que após absorção é rapidamente convertido em dabigatrana no plasma e no fígado. É um inibidor direto da trombina, potente, competitivo, reversível. A dabigatrana inibe a trombina livre, trombina ligada à fibrina e a agregação de plaquetas induzida por trombina.

 

Sua concentração plasmática aumenta com fortes inibidores de P-gp: amiodarona, verapamil, quinidina, claritromicina e cetoconazol e reduz com indutores potentes: rifampicina, carbamazepina, fenitoína. Também lembrar que inibidores da bomba de prótons aumentam o pH gástrico e reduz a absorção da droga em 12,5%, fenômeno este que não se demonstrou afetar a sua eficácia.

 

Não há dúvidas de que o advento dos NACOs representa um grande avanço no campo da Medicina. Porém, devem-se ter em mente algumas ponderações ao vislumbrar-se prescrever esse novo grupo de medicamentos. Pacientes com disfunção hepática ou coagulopatias ou insuficiência renal com Clcr <30 mL/m não são bons candidatos aos NACOs.

 

Tendo em vista a associação de dabigatrana com tendência a discreto aumento da incidência de infarto do miocárdio, a rivaroxabana (Xarelto) ou apixabana deve ser possivelmente considerada nesse subgrupo de pacientes.

 

As vantagens oferecidas pelos novos anticoagulantes incluem a conveniência de não necessitar de testagem rotineira da coagulação (RNI) e a ausência de interações com alimentos.

 

Quais as contraindicações de Xarelto?

Você não deve utilizar Xarelto (rivaroxabana): 

– se você for alérgico (hipersensível) à rivaroxabana ou a qualquer outro componente do medicamento; 

– se você tem sangramento excessivo; 

– se você tem doença hepática grave, que leva a um aumento de risco de sangramento; 

– se você está grávida ou amamentando. 

 

Não use Xarelto (rivaroxabana) e fale com seu médico se qualquer um dos eventos acima aplica-se a você.

E as advertências de uso?

Risco de sangramento Xarelto (rivaroxabana), como outros antitrombóticos, deve ser utilizado com cautela em pacientes com risco aumentado de sangramento, tais como: 

– distúrbios hemorrágicos adquiridos ou congênitos; 

– hipertensão arterial grave não controlada; 

– doença gastrintestinal ulcerativa ativa; 

– ulcerações gastrintestinais recentes; 

– retinopatia vascular; 

– hemorragia intracraniana ou intracerebral recente; 

– anormalidades vasculares intraespinais ou intracerebrais; 

– cirurgia cerebral, espinhal ou oftalmológica recente; 

– bronquiectasia ou história de sangramento pulmonar. 

Deve-se ter cuidado se os pacientes forem tratados concomitantemente com fármacos que interferem na hemostasia, como os anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs), os inibidores da agregação plaquetária ou outros antitrombóticos. Pode-se considerar tratamento profilático adequado para pacientes com risco de doença ulcerativa gastrintestinal. 

 

Qualquer queda de hemoglobina ou da pressão arterial sem explicação deve levar à investigação de um local com sangramento. 

 

Anestesia neuraxial (epidural/espinhal) 

Quando anestesia neuraxial (epidural/espinhal) ou uma punção espinhal é realizada, os pacientes tratados com antitrombóticos para prevenção de complicações tromboembólicas correm o risco de desenvolver hematoma epidural ou espinhal que pode resultar em paralisia prolongada. 

 

O risco destes eventos é ainda maior pelo uso de cateteres epidurais de demora ou pelo uso concomitante de medicamentos que afetem a hemostasia. O risco também pode aumentar por punção epidural ou espinhal traumática ou repetida. 

Pacientes devem ser frequentemente monitorados para sinais e sintomas de alteração neurológica (por exemplo, torpor ou fraqueza das pernas, disfunção intestinal ou da bexiga). Se forem observados déficits neurológicos, serão necessários diagnóstico e tratamento urgentes. 

 

O médico também deve considerar o benefício em potencial em relação ao risco antes da intervenção neuraxial em pacientes anticoagulados ou que vão ser anticoagulados para tromboprofilaxia. Para reduzir o risco potencial de sangramento associado ao uso concomitante de Xarelto (rivaroxabana) e anestesia neuraxial (epidural/espinhal) ou punção espinhal, ele deve considerar o perfil farmacocinético de rivaroxabana. 

 

A inserção ou remoção de um cateter epidural ou punção lombar é melhor realizada quando o efeito anticoagulante de rivaroxabana é estimado ser baixo. Um cateter epidural não deve ser removido antes de 18 horas após a última administração de Xarelto (rivaroxabana). O medicamento deve ser administrado, pelo menos, 6 horas após a remoção do cateter. 

 

Se ocorrer punção traumática, a administração de Xarelto(rivaroxabana) deverá ser adiada por 24 horas.  

 

Cirurgia e intervenções 

Se um procedimento invasivo ou uma intervenção cirúrgica forem necessários, Xarelto (rivaroxabana) 10 mg deve ser interrompido pelo menos 24 horas antes da intervenção, se possível, e com base no julgamento clínico do médico. 

 

Se o procedimento não puder ser adiado, o aumento do risco de sangramento deve ser avaliado em relação à urgência de tal intervenção. A administração de Xarelto (rivaroxabana) deve ser reiniciada o mais rapidamente possível após o procedimento invasivo ou a intervenção cirúrgica, desde que a situação clínica do paciente permita e a hemostasia adequada tenha sido estabelecida.  

 

Insuficiência renal 

Xarelto (rivaroxabana) deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência renal moderada (ClCr < 50-30 mL/min) que estejam recebendo co-medicações que levam ao aumento da concentração de rivaroxabana no plasma.

 

Em pacientes com insuficiência renal grave (ClCr < 30 mL/min), os níveis plasmáticos de rivaroxabana podem elevar-se significativamente (1,6 vezes em média), o que pode levar a um aumento do risco de sangramento. Em razão da doença de base, estes pacientes têm um aumento do risco de sangramento e de trombose. Em virtude dos dados clínicos limitados, Xarelto (rivaroxabana) deve ser usado com cautela nos pacientes com ClCr < 30-15 mL/min. 

 

Não há dados clínicos disponíveis para pacientes com insuficiência renal grave (ClCr < 15 mL/min). Portanto o uso de Xarelto (rivaroxabana) não é recomendado nestes pacientes. Após início do tratamento, os pacientes com insuficiência renal grave ou risco aumentado de sangramentos e aqueles que recebem tratamento sistêmico concomitante com antimicóticos azólicos ou inibidores das proteases do HIV devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais de complicações hemorrágicas. 

 

Isto pode ser feito por exame físico regular dos pacientes, observação atenta da drenagem da incisão cirúrgica e dosagens periódicas da hemoglobina.  

 

Prolongamento do QTc 

Não foi observado efeito de prolongamento do QTc com o uso de Xarelto (rivaroxabana).  

 

Informação sobre os excipientes 

Como este medicamento contém lactose, os pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à lactose ou à galactose (por exemplo, deficiência de lactase de Lapp ou má absorção de glicose-galactose) não devem tomar Xarelto (rivaroxabana).  

 

Gravidez e lactação 

– Gravidez 

A segurança e eficácia de Xarelto (rivaroxabana) não foram estabelecidas em mulheres grávidas. Em ratas e coelhas, a rivaroxabana mostrou pronunciada toxicidade materna, com alterações placentárias relacionadas ao seu modo de ação farmacológico (por exemplo, complicações hemorrágicas) levando à toxicidade reprodutiva. Não se identificou potencial teratogênico primário. 

 

Devido ao risco intrínseco de sangramentos e à evidência de que a rivaroxabana atravessa a placenta, o uso de Xarelto (rivaroxabana) é contraindicado na gravidez. 

 

– Lactação 

Não foram estabelecidas segurança e eficácia de Xarelto (rivaroxabana) em lactantes. Em ratas, a rivaroxabana é secretada no leite materno. Portanto, Xarelto (rivaroxabana) só pode ser administrado depois de descontinuada a amamentação.  

 

Mulheres em idade fértil/Contracepção 

Xarelto (rivaroxabana) deve ser utilizado em mulheres em idade fértil somente com um método contraceptivo eficaz. 

 

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas 

 

Foram relatadas síncopes e tonturas, o que podem afetar a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Pacientes que apresentarem estas reações adversas não devem dirigir ou operar máquinas. 

 

Posologia, dosagem e modo de usar Xarelto

Dosagem e método de administração: 

Prevenção de TEV 

– Método de administração 

Uso oral. 

 

– Dose usual recomendada 

A dose recomendada para prevenção de TEV em cirurgia ortopédica é um comprimido de 10 mg uma vez ao dia, com ou sem alimento. 

 

– Duração do tratamento 

A duração do tratamento depende do tipo de cirurgia ortopédica. Após cirurgia de grande porte do quadril, os pacientes devem ser tratados por 5 semanas. Após cirurgia de grande porte do joelho, os pacientes devem ser tratados por 2 semanas. 

 

– Método e frequência da administração 

A dose inicial deve ser tomada 6 a 10 horas após a cirurgia, contanto que tenha sido estabelecida a hemostasia. Para pacientes que não conseguem engolir comprimidos inteiros, o comprimido de Xarelto (rivaroxabana) pode ser triturado e misturado com água ou alimentos pastosos, como purê de maçã, imediatamente antes da utilização, e administrado por via oral. 

 

O comprimido de Xarelto (rivaroxabana) triturado pode ser administrado por sonda gástrica. Deve-se confirmar o posicionamento da sonda gástrica antes de administrar Xarelto (rivaroxabana). 

 

O comprimido triturado deve ser administrado em uma pequena quantidade de água através de uma sonda gástrica, que deve ser lavada com água após a administração. 

 

– Doses esquecidas 

Em caso de esquecimento da tomada de um comprimido, o paciente deverá tomar a dose de 10 mg de Xarelto (rivaroxabana) assim que se lembrar e, no dia seguinte, continuar tomando o comprimido uma vez ao dia, como antes. 

 

Informações adicionais para populações especiais 

– Crianças e adolescentes (do nascimento aos 18 anos) 

A segurança e eficácia não foram estabelecidas em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. 

 

– Pacientes geriátricos 

Não é necessário ajuste de dose com base na idade.

 

– Gênero 

Não é necessário ajuste de dose com base no sexo do paciente. 

– Peso corporal 

Não é necessário ajuste de dose baseado no peso corporal do paciente. 

 

– Pacientes com insuficiência hepática 

Xarelto (rivaroxabana) é contraindicado em pacientes com doença hepática associada à coagulopatia, levando a um risco de sangramento clinicamente relevante. Não é necessário ajuste de dose em pacientes com outras doenças hepáticas. 

 

Dados clínicos limitados em pacientes com insuficiência hepática moderada (Child Pugh B) indicam aumento significativo da atividade farmacológica. Não existem dados clínicos disponíveis para pacientes com insuficiência hepática grave (Child Pugh C). 

 

– Pacientes com insuficiência renal 

Não é necessário ajuste de dose se a rivaroxabana for administrada em pacientes com insuficiência renal leve (depuração de creatinina ClCr ≤ 80-50 mL/min) ou moderada (ClCr < 50-30 mL/min). 

 

Dados clínicos limitados para pacientes com insuficiência renal grave (ClCr < 30-15 mL/min) indicam que os níveis plasmáticos de rivaroxabana aumentam significativamente nesta população de pacientes. 

 

Portanto, Xarelto (rivaroxabana) deve ser utilizado com cautela nesses pacientes. O uso deste medicamento não é recomendado para pacientes com ClCr <15 mL/min). 

 

– Convertendo de antagonistas de vitamina K (AVK) para Xarelto (rivaroxabana) 

 

Em pacientes convertidos de AVKs para Xarelto (rivaroxabana), os valores de RNI serão falsamente elevados após administração do mesmo. A medida de RNI não é válida para medir a atividade anticoagulante de Xarelto (rivaroxabana) e desta forma, não deve ser usada para este fim. 

 

– Convertendo de Xarelto (rivaroxabana) para antagonistas de vitamina K (AVK) 

Existe um potencial para anticoagulação inadequada durante a transição de Xarelto (rivaroxabana) para AVK. 

 

A anticoagulação adequada contínua deve ser assegurada durante qualquer transição para um anticoagulante alternativo. Deve ser observado que Xarelto (rivaroxabana) pode contribuir para um valor elevado de RNI. Em pacientes convertidos de Xarelto (rivaroxabana) para AVK, o AVK deve ser administrado concomitantemente até que o valor de RNI seja ≥ 2,0. 

 

Para os dois primeiros dias do período de conversão, a dose padrão de AVK deve ser utilizada seguida pela dose de AVK ajustada de acordo com os testes de RNI. Enquanto os pacientes receberem ambos, Xarelto (rivaroxabana) e AVK, a medida de RNI não deve ser realizada antes de 24 horas (após a dose anterior, mas antes da próxima dose de Xarelto (rivaroxabana)). 

Com a descontinuação de Xarelto (rivaroxabana), o teste de RNI pode ser feito de forma confiável 24 horas após a última dose. 

 

– Convertendo de anticoagulantes parenterais para Xarelto (rivaroxabana) 

Para pacientes que estejam atualmente recebendo um anticoagulante parenteral, Xarelto (rivaroxabana) deve ser iniciado 0 a 2 horas antes do horário previsto para próxima administração do medicamento parenteral (por exemplo, heparina de baixo peso molecular) ou no momento da descontinuação da administração parenteral contínua do medicamento (por exemplo, heparina não fracionada intravenosa). 

 

– Convertendo de Xarelto (rivaroxabana) para anticoagulantes parenterais 

Descontinue o uso dele e administre a primeira dose do anticoagulante parenteral no momento em que a próxima dose de Xarelto (rivaroxabana) seria administrada. 

 

– Diferenças étnicas 

Não é necessário ajuste de dose com base em diferenças étnicas.

Quais os efeitos colaterais de Xarelto? 

Como todos os medicamentos, Xarelto (rivaroxabana) pode ocasionar reações desagradáveis, embora nem todas as pessoas apresentem estas reações.

 

Assim como outros medicamentos com ação semelhante (agentes antitrombóticos), Xarelto (rivaroxabana) pode causar sangramentos, que podem ser potencialmente fatais. O sangramento excessivo pode levar a uma anemia e a uma queda brusca da pressão arterial (choque). 

 

Em alguns casos esses sangramentos podem não ser perceptíveis. Os sinais, sintomas e gravidade irão variar de acordo com a localização e o grau ou extensão do sangramento e/ou anemia.

 

Fale com seu médico imediatamente, se você sentir ou observar qualquer uma das reações adversas a seguir.

Possíveis reações adversas que podem ser um sinal de sangramento:

  • Sangramento prolongado ou volumoso;
  • Fraqueza anormal, fadiga, palidez, tontura, dor de cabeça ou inchaço sem explicação, dificuldade de respiração, choque inexplicável e dor no peito (angina pectoris);
  • Pressão aumentada nos músculos das pernas ou braços após sangramento, que causa, dor, inchaço, sensação alterada, formigamento ou paralisia (síndrome compartimental após um sangramento);
  • Mau funcionamento dos rins após sangramento grave.

Se você tiver qualquer reação adversa grave ou se você notar qualquer reação não mencionada neste artigo, informe seu médico.

 

Seu médico poderá decidir mantê-lo sob cuidadosa observação ou mudar o seu tratamento.

 

As seguintes reações adversas foram relatadas com Xarelto (rivaroxabana):

Reações adversas comuns (podem afetar até 1 em 10 pessoas):

  • Anemia (redução das células vermelhas do sangue que podem tornar a pele pálida e causar fraqueza);
  • Sangramento nos olhos (incluindo sangramento do branco dos olhos);
  • Sangramento gengival;
  • Sangramento no trato gastrintestinal (incluindo sangramento retal);
  • Dores abdominais e gastrintestinais;
  • Indigestão;
  • Náusea;
  • Constipação (intestino preso), diarreia, vômito;
  • Febre;
  • Inchaço nos membros (edema periférico);
  • Fraqueza e cansaço (diminuição generalizada da força e energia);
  • Sangramento pós-operatório (incluindo anemia pós-operatória e sangramento no local do corte da cirurgia);
  • Contusões (lesão);
  • Os exames de sangue podem mostrar um aumento em algumas enzimas hepáticas;
  • Dores nas extremidades;
  • Tontura e dor de cabeça;
  • Sangramento do trato urogenital (incluindo sangue na urina e período menstrual prolongado ou intensificado);
  • Mau funcionamento dos rins (incluindo aumento de creatinina e ureia no sangue);
  • Sangramento do nariz (epistaxe);
  • Coceira na pele (incluindo casos incomuns de coceira generalizada), vermelhidão/descamação (rash), aparecimento de manchas ou pápulas vermelhas na pele (equimose);
  • Pressão baixa (os sintomas podem ser sensação de tontura ou desmaio ao se levantar);
  • Aparecimento de manchas vermelhas ou arroxeadas (hematomas);
  • sangramento cutâneo ou subcutâneo;
  • Tosse com sangue (hemoptise).

Reações adversas incomuns (podem afetar até 1 em 100 pessoas):

  • Trombocitose (aumento das plaquetas no sangue, células responsáveis pela coagulação);
  • Boca seca;
  • Indisposição (incluindo mal-estar);
  • Funcionamento anormal do fígado (pode ser visualizado em testes feitos por seu médico);
  • Reações alérgicas (hipersensibilidade);
  • Reação alérgica na pele;
  • Secreção no local do corte da cirurgia;
  • Exame de sangue com aumento de bilirrubina e de algumas enzimas do pâncreas ou do fígado;
  • Sangramento dentro das articulações causando dor e inchaço (hemartrose);
  • Sangramento cerebral e intracraniano;
  • Urticária;
  • Batimentos cardíacos aumentados (taquicardia);
  • Desmaio.

Reações adversas raras (podem afetar até 1 em 1.000 pessoas):

  • Amarelamento da pele e olhos (icterícia);
  • Edema localizado;
  • Exames de sangue com aumento de bilirrubina conjugada com ou sem aumento
  • concomitante de ALT;
  • Sangramento intramuscular;
  • Formação de hematoma resultado de uma complicação de um procedimento cardíaco envolvendo a inserção de um cateter para tratar estreitamento de artérias coronárias (pseudoaneurisma).

As seguintes reações adversas foram reportadas pós-comercialização:

  • Angioedema e edema alérgico (inchaço da face, lábios, boca, língua ou garganta);
  • Colestase (diminuição do fluxo de bile), hepatite incluindo lesão hepatocelular (inflamação do fígado, incluindo lesão do fígado);
  • Trombocitopenia (baixo número de plaquetas, que são as células que ajudam a coagular o sangue).

 

Se você tiver qualquer reação adversa grave ou se você notar o aparecimento de qualquer reação não mencionada neste artigo, informe seu médico.

 

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

 

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Exclusivo Comprimido 10mg

O risco de sangramento pode ser aumentado em certos grupos de pacientes como por exemplo, pacientes com hipertensão não controlada e/ou administração concomitante de medicamentos que afetem a hemostasia.

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