Primeiros sintomas de gravidez

16/06/2020 0 Por Alana Dizioli

A gravidez é repleta de acontecimentos dentro do corpo da mulher e nem sempre elas percebem os sintomas da gestação logo de primeira. Segundo o Ministério da Saúde, a mulher precisa estar atenta para diagnosticar a gravidez o quanto antes, para evitar danos a saúde do bebê e receber o acompanhamento adequado.

O artigo de hoje irá analisar quais os principais e os que aparecem primeiro para que as mulheres possam se direcionar. Lembrando de sempre buscar orientação médica!

Quais os sinais a que devo me atentar?

É possível perceber alguns sinais do corpo que podem indicar uma gravidez, além do atraso na menstruação. Alguns podem passar despercebidos e outros são similares aos da tensão pré-menstrual (TPM).

 

Para se ter certeza da gestação, a única maneira 100% confiável é o exame de sangue que detecta o hormônio HCG a partir de 10 dias da fecundação. Os testes de farmácia também funcionam relativamente bem – mas, se o resultado for negativo e ainda assim a mulher estiver com a menstruação atrasada e sentindo os sinais do corpo, é melhor repetir o exame.

 

Além dos sintomas mais comuns, como enjoo matinal, cansaço e sensibilidade nas mamas, há outro conjunto de sinais que tem relação direta com a gravidez.

 

Os primeiros sinais e sintomas de gravidez podem ser tão sutis que somente algumas mulheres conseguem percebê-los, acabando por passar despercebidos na maior parte dos casos.

 

No entanto, saber quais são esses primeiros sinais e sintomas é uma ótima forma de a mulher ficar mais atenta e conseguir identificar rapidamente uma possível gravidez.

 

Os sinais e sintomas de gravidez mais frequentes incluem:

Corrimento vaginal cor-de-rosa

Esse corrimento é chamado de sangramento de nidação, mas ele é a exceção e não a regra. Nem todas as mulheres que engravidam o veem. Podemos dizer que apenas 20% das mulheres apresentam esse sangramento após a implantação. A grande maioria não consegue constatar a gravidez por meio desse sangramento. O sangramento de nidação é de baixíssimo fluxo, aliás, não deve acontecer fluxo neste sangramento.

 

Na verdade ele acontece pela fixação do embrião e pela descamação que a implantação favorece no endométrio. Para entender melhor, digamos que o útero é um campo acolchoado onde o bebê irá se acomodar e quando isso acontece, será necessário que o colchão seja aberto para acomodar o bebê em um pequeno buraco na camada de sangue.

 

Esse ato de afundar tiraria uma pequena quantidade de sangue do endométrio e se houver passagem, o sangue irá sair pela vagina da mulher. A grande maioria das vezes em que o sangramento de nidação aparece é sem fluxo e durante um curto espaço de tempo.

Quantos dias dura a Nidação?

Podemos dizer que o sangramento de nidação não deve ultrapassar 3 dias e não deve ter fluxo. Se tiver, alguma coisa pode estar errada. Nestes casos há a possibilidade de baixa hormonal (progesterona) o que causaria um risco eminente à recente gestação e nesse caso é preciso ajuda de um médico ginecologista.

Sangramento de Nidação – Características

Mas como sei que o sangramento que tive é de nidação mesmo? Como saber que não é apenas um escape? Simples, o sangramento de nidação é o quando há gravidez. Somente com a presença de HCG no organismo, é possível dar 100% de certeza que o sangramento que aconteceu foi realmente de nidação.

 

O sangue não deve ter volume de forma alguma para ser suspeito de nidação. Ele deve ter aspecto vermelho amarronzado e também vermelho claro. Também pode aparecer como uma borra ou corrimento marrom, porém sempre em pouca quantidade.

Pode ser escape por privação de medicamento?

Lembre-se que nem todo sangue é de implantação, ele pode ter vários outros motivos, inclusive de escape e de ovulação quando for o caso. Algumas mulheres podem ter sangramentos devido a medicamentos que tomavam ou tomam, como o anticoncepcional ou pílula do dia seguinte.

 

Neste caso esses sangramentos são escapes por privação da medicação ou mesmo algum sinal do corpo em relação à medicação. Mas saiba que, não há motivo para pânico se não quer engravidar. Deixe passar alguns dias e se não tiver fluxo menstrual, faça um teste para tirar a dúvida.

Quanto tempo depois do sangramento de nidação posso fazer o teste?

Só após a implantação, o HCG hormônio da gravidez é produzido. Antes disso, pode haver indícios dele no organismo. Uma teoria minha, é que a fecundação secretaria uma quantidade mínima de HCG, onde apareceriam aqueles valores pequenos, acima de 2,0.

 

Algumas vezes o valor chega a 5 até mesmo 6mUi de HCG por conta da implantação. Porém os valores só são consideráveis acima de 25mUI.

 

Se feito muito tempo antes, as chances de ter um beta HCG indeterminado são muito grandes. Isso se o exame feito for o quantitativo, pois o qualitativo não detectará números tão baixos como esses. Podemos dizer que o beta HCG quantitativo pode ser feito a partir do 5º dia após a implantação e possível sangramento de nidação, mas sempre quando este acontecer num prazo de 7 a 15 dias depois da relação sexual. No entanto, aconselha-se que um exame seja feito à partir do 20º dia após a relação sexual para verificar se há gravidez.

Algumas dúvidas sobre nidação

Como diferenciar sangramento de nidação e menstruação?

A diferença do sangramento de nidação e da menstruação está na quantidade e no volume do sangramento. A nidação é pouco, só para sujar e cessa rapidamente e já a menstruação o sangramento tende a aumentar e durar alguns dias.

Como funciona a nidação?

A nidação é a implantação do zigoto no útero. Após a fecundação do óvulo nas trompas ocorre todo o trajeto até o endométrio onde será fixado e se tornará um bebê. Nessa fixação pode ocorrer o sangramento de nidação.

Nidação de gêmeos é diferente?

Não, é impossível determinar a quantidade de bebês devido aos sintomas da nidação. Os sinais são idênticos a uma gestação única.

Tive relação no período fértil e sangrou, pode ser nidação?

Não, já que ainda é muito cedo para ter acontecido a implantação. O que poucas mulheres sabem é que existe também sangramento de ovulação e pode ser facilmente confundido com o sangramento de nidação.

 

Uma dica é que, se você deseja engravidar mais rápido, o ideal é acompanhar seu ciclo menstrual e consequentemente entender quando ocorre seu período fértil e a ovulação.

 

Agora é mais fácil ter certeza do dia certo para ter relação sexual, utilizando os testes de ovulação, que detectam quando não está ovulando, quando está se aproximando e também quando está ocorrendo. Fácil de utilizar como um teste de gravidez de farmácia, com uma pequena amostra de urina você tem um resultado rápido e claro.

Corrimento vaginal branco e mais espesso

O corrimento branco pastoso ou leitoso quando acompanhado de coceira intensa ou forte odor pode ser sinal de infecções vaginais como a candidíase ou demais doenças ginecológicas. Mas quando branco, transparente ou aparência leitosa e sem odor é considerado normal.

 

Perguntas e relatos recorrentes, o corrimento branco é uma das dúvidas que não querem calar! Afinal, aquele muco que parece uma pomadinha pode ser sinal de gravidez? Primeiro vamos esclarecer, corrimento e muco são coisas completamente diferentes. O corrimento normalmente é proveniente de um problema, inflamação ou doença passageira como cândida ou monilíase.

O que é o Muco Branco?

Para entender esse muco branco, temos que saber como funciona o corpo. Em primeiro lugar, o corpo tem uma queda significativa de progesterona. Em seguida a menstruação desce com fluxo vermelho. Este é o fluxo identificável mais facilmente como menstruação, mas essa também pode ser de cor amarronzada, com pouco fluxo, sangue claro ou com coágulos.

 

Em seguida o corpo dá início ao processo de mais produção de progesterona, neste período a mulher fica mais seca e vê novamente o corrimento branco. Esta fase não é recorrente para todas as mulheres. Há aquelas que passam direto para o muco mais aguado, este à base de estrogênio. Quando este muco está presente é sinal de que a ovulação está em vias de acontecer.

Por que o Muco Branco Acontece?

Após a ovulação, a progesterona é novamente estimulada pelo corpo. O corpo lúteo (cicatriz onde o folículo rompido esteve presente) passa a produzir altas doses de progesterona, que por consequência trará novamente este corrimento branco pastoso.

 

Para saber se este corrimento branco pode ser gravidez, é preciso que o organismo continue a produzir este muco mesmo depois do atraso menstrual. Algumas mulheres podem ter um sinal de sangramento neste meio tempo. Isto pode querer dizer 3 coisas:

 

  • A menstruação está antecipando
  • É um sangramento de nidação
  • É um sangramento de escape

 

Uma mulher com ciclo saudável deve ter ao menos 12 dias de fase lútea, ou seja, fase em que o corpo lúteo predomina com sua elevação hormonal. Mas afinal, corrimento branco o que pode ser? A presença deste corrimento branco leitoso sugere fortemente que o organismo funcionou como deveria e a mulher ovulou. Porém, a presença deste muco constante, sem alterações perceptíveis, pode significar que a mulher tem um ciclo anovulatório.

 

O sangramento que por ventura possa vir a acontecer, seja ele de menstruação adiantada ou escape, pode querer sinalizar para aquela mulher, que sua progesterona não está sendo suficiente para sustentar o endométrio e assim, não haveria tempo hábil para que o embrião implante.

Por isso, fases lúteas muito curtas, abaixo de 12 dias, devem ser avaliadas pelo médico. Há medicamentos que ajudam a manter o endométrio no lugar até que o zigoto possa chegar ao útero.

 

Para esclarecer, após a fecundação, o embrião pode levar de 7 a 15 dias para chegar ao local onde se implantará para crescer. Quando essa implantação acontece, é possível que haja pequenos sangramentos ou corrimentos de cor amarronzada.

 

Porém vale lembrar que todo e qualquer sangramento deve ser encarado como possível menstruação a caminho. Deixe para pensar em nidação após o período de atraso menstrual.

 

Podemos dizer que quanto mais muco branco melhor. Esse corrimento branco pode ser gravidez, quando em abundância. Para algumas mulheres, após o período fértil é possível senti-lo escorrer como uma menstruação.

 

Isso pode significar que o corpo lúteo está cumprindo direitinho seu papel, mas também pode querer dizer que houve fecundação! Dizem por aí, que quanto mais muco branco a mulher têm, maior a possibilidade de ter havido a fecundação!

 

O corpo entende que têm um organismo se desenvolvendo lá dentro do útero e trabalha para que seja maior a produção de progesterona. Esta por sua vez, segurará o endométrio no lugar para que o zigoto, encontre um local adequado e fofinho para se alojar e crescer!

 

Em resumo, quanto mais muco branco, maior a possibilidade de gravidez. Porém o corrimento branco leitoso pode ser gravidez, caso o atraso aconteça. Se você teve esse muco ou corrimento branco pastoso parecendo pomada, em grande quantidade, mas ainda sim menstruou, isso é um sinal de que houve ovulação apenas. Lembre-se que o causador desse muco é hormônio, e ele está presente no seu organismo o tempo todo.

Corrimento Branco Pastoso

Uma grande dúvida de algumas mulheres é em relação a textura do corrimento. Muitas acreditam que é através dela que é indicado algum problema ou infecção na área vaginal e não é bem assim. O corrimento branco pastoso sem estar acompanhado de mau cheiro e coceira vaginal não indica problema algum.

 

Normalmente o corrimento branco pastoso indica que está uma concentração maior de progesterona, por isso tem uma aparência mais firme. Quanto mais duro o muco for, mais concentração de hormônio progesterona ele tem.

Corrimento Branco Leitoso

Assim como o corrimento pastoso, o corrimento branco leitoso sem se apresentar de forma fétida e ocasionando coceira intensa vaginal, vulva e toda sua área é considerado saudável. Quanto mais líquido o corrimento estiver mais quantidade de estrogênio ele têm.

Cólica e inchaço abdominal

As cólicas bem parecidas com as do período menstrual ou dores no pé da barriga. Isso explica porque muitas mulheres se sentem inchadas e com calças mais apertadas.

 

Nos primeiros dias de gravidez é difícil definir que é uma gestação acontecendo. É comum a barriga ficar levemente inchada parecida com o inchaço pré-menstrual, porém nada que evidencie que a mulher está grávida. Esse inchaço ocorre devido ao aumento da progesterona que provoca o inchaço e a expansão ainda muito discreta do útero.

 

Sim, dores no pé da barriga pode ser gravidez. Porém, as famosas dores no “pé” da barriga ou baixo ventre, podem ter outros motivos além de ser um dos indícios de que uma gestação está em andamento. As dores ou mesmo as cólicas podem aparecer após a ovulação e também em outras situações como a TPM, por exemplo.

 

Porém, as dores no pé da barriga também podem querer dizer que tem alguma coisa errada no corpo. Veja quando se preocupar quando as dores aparecerem e quando eles podem ser sinal de gravidez em andamento.

Dor no pé da barriga o que pode ser?

Dor no pé da barriga e nas costas pode ser gravidez quando acontecerem após o atraso menstrual e após o período fértil. Às vezes pode parecer que está presente uma dor fina de um dos lados do baixo ventre, às vezes dos dois lados.

 

A barriga também pode apresentar um pequeno inchaço. Essas dores podem ser provenientes do corpo lúteo, a cicatriz que fica quando a mulher ovula. A progesterona secretada por ele traria o inchaço e a irrigação de sangue para que ele produza esse hormônio, traz as dores.

 

É muito comum a mulher que ovula e tem uma função ativa do corpo lúteo sentir cólicas e até uma dor no pé da barriga e nas costas mais intensa. Ela pode chegar a pensar que há algum problema maior por traz dessas dores, mas são dores funcionais do corpo. Para aliviar esses sintomas, existem medicamentos adequados, e caso haja gravidez de fato, não há riscos se usado.

 

Porém nem todas as dores no pé da barriga é gravidez. Como dito, as dores são de ovulação e então, esse óvulo pode ter sido fecundado ou não. Mesmo que seja fecundado, há o risco de não implantar e aí a gravidez não acontece. Por isso, o indicado é aguardar e, caso as dores persistam no período após o atraso menstrual, aí sim, há indícios de que possa haver a gravidez.

 

Se as dores intensificarem e houver um sangramento mínimo sem fluxo, de cor amarronzada ou rosada, pode ser a famosa nidação. Porém nem toda nidação tem sangramento aparente e a dor simplesmente fica um pouco mais forte de um dia para o outro. Vale lembrar que dores no pé da barriga pode ser gravidez, mas também problemas com essa gravidez. A gravidez ectópica ou tubária proporciona a mulher uma dor cada vez maior, por isso, o ideal é investigar com um médico a causa dessas dores se já tiver certeza da gravidez.

Como saber se a dor no pé da barriga é gravidez?

Infelizmente só pela dor não é possível confirmar uma gestação . Para saber se a dor no pé da barriga é gravidez é necessário uma junção com outros sintomas e a confirmação através de teste de gravidez, seja ele de farmácia ou um beta HCG.

Como é a dor no pé da barriga no início da gravidez?

A dor no pé da barriga no início da gravidez é facilmente confundida com as dores de cólica pré-menstruais ou até mesmo na fase ovulatória que é bem comum ocorrer essa dor, por isso são confundidas por muitas mulheres como sintomas da TPM.

 

Se você está tentando engravidar, a melhor forma de acompanhar seu período e conseguir engravidar logo é ter certeza de quando está ovulando. Com a ajuda de um APP de ciclo menstrual no celular e a realização de testes de ovulação para confirmar quando a ovulação está se aproximando, acontecendo e até mesmo quando terminou, ficará mais fácil do seu positivo chegar.

Mamas sensíveis e inchadas

As alterações hormonais deste período estimulam as glândulas mamárias preparando a mulher para a amamentação, o que pode provocar dores e inchaço nos seios. Também é possível observar a aréola ficar mais escura que o normal pelo aumento de fluxo sanguíneo na região.

 

Começa geralmente na primeira ou segunda semanas depois da concepção. As mulheres percebem mudanças em suas mamas, como maior sensibilidade ou dor à palpação, sensação de peso ou mamas latejantes.

 

Para muitas mulheres a sensibilidade e dor nos seios é o primeiro sinal de gravidez.  O aumento do tamanho dos seios devido à ação de hormônios é um sinal positivo de que está havendo uma preparação para a amamentação. Poderá ser notado o escurecimento dos mamilos e o aumento do seu diâmetro.

 

Outras possibilidades podem ser desequilíbrios hormonais, uso de pílulas anticoncepcionais, sintoma de tensão pré-menstrual (TPM).

Escurecimento da aréola da mama

Acontece por causa do aumento de células pigmentares na aréola por ação dos hormônios.Esse escurecimento da pele dos mamilos é mais comum a partir do segundo trimestre de gestação, porém pode ocorrer logo no início junto aos outros primeiros sintomas de gravidez.

Cansaço fácil e sono excessivo

O cansaço e o sono excessivo surgem no primeiro trimestre, não tendo, em um primeiro momento, nada a ver com o peso do feto ou com o tamanho da barriga.

 

O cansaço e o sono têm origem nas alterações hormonais e fisiológicas que o corpo da mulher começa a sofrer já nas primeiras semanas de gestação. Entre os vários hormônios que se alteram na gravidez, a progesterona é o que se destaca mais. Ao longo da gestação, os níveis deste hormônio chegam a aumentar em mais de 500%.

 

A progesterona é essencial para a manutenção da gravidez e para o desenvolvimento do feto, porém, ela provoca diversos efeitos colaterais, sendo a sensação de cansaço extremo e o sono excessivo um dos seus principais.

 

Além da ação direta da progesterona no sistema nervoso central, o que provoca intenso sono na gravidez, várias alterações fisiológicas do organismo e do corpo da mulher, muitas delas também estimuladas pela própria progesterona, colaboram para o cansaço.

 

A grávida nas primeiras semanas, além de desenvolver o feto, precisa gerar a placenta que irá nutrir o bebê ao longo da gravidez. Esse processo demanda muito gasto de energia, fazendo com que o organismo da mulher priorize o desenvolvimento da gravidez em detrimento às suas atividades do dia-a-dia.

 

A demanda de oxigênio do corpo para manter uma gravidez chega a aumentar em 20%. Um dos efeitos da progesterona é estimular a área cerebral responsável pelo controle da respiração de forma a aumentar a frequência respiratória basal da gestante, compensando, assim, a maior necessidade de oxigênio do corpo.

 

A grávida, portanto, já respira de forma mais rápida que o habitual e usa parte do oxigênio inspirado para o desenvolvimento do feto e da placenta. Por isso, qualquer atividade física que demande um aumento ainda maior do consumo de oxigênio costuma ser tão mal tolerada, principalmente pelas mulheres que eram sedentárias antes da gravidez e têm uma capacidade cardiopulmonar abaixo da desejada.

 

O feto e a placenta também demandam sangue, e parte da circulação sanguínea é desviada para o novo ser em desenvolvimento. Além do desvio de sangue, os hormônios da gravidez também estimulam uma redução da pressão arterial,  provocada por vasodilatação das artérias. Logo, na gestante, há uma pressão arterial mais baixa para irrigar uma área tecidual maior que a habitual.

 

Além de tudo isso, a retenção de líquidos dilui o sangue, fazendo com que a grávida tenha uma anemia relativa, o que colabora ainda mais para o cansaço a para a intolerância aos esforços.

Sensação de falta de ar

A falta de ar no início da gravidez não é muito comum, mas pode ocorrer especialmente se a mulher tiver asma, bronquite ou se estiver resfriada.

 

Caso além da falta de ar, outros sintomas aparecerem, como tosse, palpitação, coração acelerado e lábios e unhas arroxeados, deve-se ir ao médico rapidamente, porque pode ser alguma doença cardíaca ou respiratória, que precisa ser tratada rapidamente.

 

A sensação de falta de ar na gravidez pode durar até às 36 semanas de gestação, que é geralmente quando o bebê encaixa na pelve, fazendo com que a barriga fique um pouco mais baixa, dando mais espaço para o diafragma e para os pulmões.

Possíveis causas

A falta de ar na gravidez pode ser causada por:

 

  • Excesso de atividade física;
  • Cansaço;
  • Crescimento do bebê;
  • Ansiedade;
  • Asma;
  • Bronquite;
  • Doenças do coração.

 

Quando o bebê encaixa na pelve, por volta das 34 semanas de gestação, a barriga tende e “descer” ou “baixar” e a falta de ar costuma diminuir porque o pulmão fica com mais espaço para se encher de ar.

Dor no fundo das costas

A dor nas costas, especialmente no fundo das costas, é um dos sinais de ovulação mas não significa que esteja grávida. O desconforto gerado pelo período menstrual pode levar a que sinta dor na região abdominal e uma sensação de cólica.

 

O tipo de dor nas costas mais comum na gravidez é a dor pélvica que pode ter várias causas como:

 

  • Distúrbios obstétricos – mudanças normais que ocorrem na gestação ou complicações da gravidez como curetagem (raspagem do útero), gravidez ectópica, aborto espontâneo ou ameaça de aborto;
  • Distúrbios do sistema reprodutor (que nada têm haver com a gravidez);
  • Distúrbios de outros órgãos, sobretudo, do trato digestivo e do trato urinário.
  • No final da gravidez, a dor pélvica pode ter como causa, também, a aproximação do início do trabalho de parto.

Aversão a cheiros fortes

Sabe aquela comidinha ou bebida que você tanto gostava? Ou aquele seu perfume preferido? Se o cheiro deles começarem a te provocar enjoo repentino é outro indicativo do início da gestação. A aversão a cheiros fortes no início da gravidez é muito comum, inclusive com vômitos após cheiros acentuados, como de cigarro, café, produtos de limpeza ou gasolina.

 

Na gestação, paladar e olfato ficam aguçados e no início da gravidez é possível sentir cheiros nunca percebidos. Já o aumento da salivação perdura por toda a gravidez e é absolutamente normal.

Variações de humor

As mudanças nos hormônios podem causar algumas alterações em seu humor nos estágios iniciais da gravidez. Pode ser que você comece a chorar sem realmente saber a razão.

Atraso ou falta da menstruação

Atrasar a sua menstruação pode ser estressante. Você fica preocupada se está ou não grávida ou se há algo errado com você. Embora gravidez e doença possam fazer com que a menstruação atrase ou simplesmente não venha, também há outros fatores, como estresse ou a variação natural do ciclo menstrual, que podem fazer com que a menstruação atrase.

 

Fique atenta então, caso:

 

  • Você tiver tido relações sexuais sem proteção e sua menstruação está atrasada, faça um teste de gravidez para descobrir se está grávida ou não.
  • Você também pode estar com a menstruação atrasada ou não menstruou devido a estresse, perda de peso repentina, excesso de atividade física, excesso de peso, amamentação, proximidade da menopausa ou uso de alguns contraceptivos.
  • Algumas condições médicas de longo prazo, como hipertireoidismo, síndrome do ovário policístico, diabetes e doença cardíaca, também podem fazer com que a menstruação cesse ou se torne irregular.
  • Muitas mulheres têm ciclos irregulares devido à variação natural.

Enjoos e vômitos

O enjoo matinal frequente é, sim, um famoso sintoma da gravidez. Mas nem toda mulher grávida passa por este problema. A causa exata do enjoo matinal não é conhecida, mas os hormônios da gravidez provavelmente contribuem para esse sintoma.

 

Náuseas durante a gravidez podem ocorrer a qualquer hora do dia, mas geralmente acontecem pela manhã. Então observar quando as náuseas acontecem ajuda a saber se o enjoo é de gravidez. Além disso, algumas mulheres têm vontade, ou não podem suportar, certos alimentos quando engravidam. Isso também está relacionado a alterações hormonais.

 

O efeito pode ser tão forte que até o pensamento do que costumava ser um alimento favorito pode revirar o estômago de uma mulher grávida. É possível que as náuseas, as vontades e as aversões alimentares possam durar toda a gravidez. Felizmente, os sintomas diminuem para muitas mulheres por volta da 13ª ou 14ª semanas da gravidez.

Aumento da vontade para urinar

É muito comum o aumento da frequência urinária. Isso se dá por causa da compressão da bexiga pelo útero, que diminui a sua capacidade como reservatório.

Espinhas e pele oleosa

Mais uma vez, as alterações hormonais podem levar ao surgimento ou piora de cravos e espinhas, chamados cientificamente de acne, e, por isso, já nas primeiras semanas de gravidez, a mulher pode notar um aumento da oleosidade da pele, que pode ser controlada com o uso de produtos de limpeza de pele e de higiene pessoal adequados.

Todos estes sintomas que mencionamos devem ser levados em consideração especialmente após o atraso menstrual, porque, em alguns casos, também podem surgir devido à TPM, que é o período que antecede a chegada da menstruação.

 

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