princípio ativo Clonazepam

Explore os medicamentos que contêm Clonazepam, reconhecido por sua eficácia no tratamento de diversas condições. Com diferentes apresentações e marcas disponíveis, você encontra alternativas que se adaptam às suas necessidades e preferências.

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Clonazepam - Gotas 30Ml Germed Genérico

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Rivotril 2Mg 30 Comprimidos

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Clonazepam: para que serve, como funciona e efeitos colaterais 

  Saiba tudo sobre o Clonazepam:  medicamento indicado para tratar crises epilépticas, espasmos infantis (Síndrome de West) e, em adultos, para o tratamento de transtornos de ansiedade, transtornos do humor, síndromes psicóticas, vertigem e distúrbios do equilíbrio e síndrome da boca ardente. Conheça suas indicações, como funciona, os medicamentos que contêm essa substância e os efeitos colaterais que você precisa saber. 

O que é e como funciona o Clonazepam? 

O Clonazepam pertence à classe de benzodiazepínicos, que reduzem a atividade do sistema nervoso central, ajudando a controlar convulsões, diminuir a ansiedade, relaxar os músculos e promover leve sedação. 

Para que serve o Clonazepam? 

O Clonazepam também é indicado para: 

  • Crises epilépticas; 
  • Espasmos infantis (Síndrome de West); 
  • Transtornos de ansiedade, como ansiedade generalizada, pânico e fobia social; 
  • Transtornos do humor, incluindo mania no transtorno bipolar e auxílio inicial na depressão maior associada à ansiedade; 
  • Acatisia (inquietação intensa induzida por medicamentos); 
  • Síndrome das pernas inquietas; 
  • Vertigens e distúrbios do equilíbrio; 
  • Síndrome da boca ardente. 

Quais são os medicamentos que contêm Clonazepam? 

Você pode encontrar medicamentos com Clonazepam nas seguintes apresentações: 

Comprimidos 0,5 e 2,0 mg: 

  • Referência:  Rivotril; 
  • Similares:  Clopam, Zilepam, (entre outros); 
  • Genérico:  Clonazepam. 

Solução oral 2,5 mg/mL: 

  • Referência:  Rivotril; 
  • Similares:  Clopam, Epileptil, Zilepam e Uni-Clonazepax (entre outros); 
  • Genérico:  Clonazepam. 

Comprimido sublingual 0,25 mg: 

  • Referência:  Rivotril; 
  • Genérico:  Clonazepam. 

Pode trocar por genérico? Entenda a intercambialidade

A intercambialidade é a possibilidade de trocar um medicamento de referência por um genérico ou similar intercambiável, com a garantia de que o efeito será o mesmo. Os medicamentos genéricos são sempre intercambiáveis com os de referência, pois passam por testes rigorosos de bioequivalência. Já os similares só podem ser substituídos quando aprovados pela Anvisa como “similares intercambiáveis”, o que também exige comprovação de eficácia e segurança. 

Contraindicações e cuidados 

O Clonazepam não deve ser usado por pessoas com alergia ao medicamento ou a qualquer componente da fórmula, nem por quem tenha insuficiência respiratória grave ou doença hepática grave, já que isso pode agravar problemas no sistema nervoso. Também é contraindicado no tratamento do transtorno do pânico em pacientes com histórico de apneia do sono, em casos de glaucoma agudo de ângulo fechado, na síndrome de má absorção de glicose‑galactose e durante a amamentação, pois é excretado no leite materno e pode causar efeitos no bebê. 

Antes de usar esse medicamento, é importante informar ao médico sobre doenças nos rins, fígado, pulmões ou no sistema nervoso, histórico de depressão, ideação suicida, intolerância à lactose, ataxia ou uso de álcool e drogas. Além disso, não deve ser combinado com álcool ou outros depressores do sistema nervoso central, pois isso aumenta significativamente o risco de sedação intensa, dificuldade para respirar, coma ou morte. Podem ocorrer reações paradoxais, como agitação e irritabilidade, além de amnésia após a administração da dose.  

A interrupção abrupta pode desencadear crises epilépticas; por isso, a retirada deve ser sempre lenta e orientada pelo médico. O uso prolongado pode causar dependência, e a síndrome de abstinência inclui ansiedade intensa, tremores, insônia, irritabilidade e, em casos graves, alucinações e convulsões.  

O Clonazepam compromete os reflexos e pode causar tontura e desmaios; portanto, não se deve dirigir ou operar máquinas durante o tratamento.  

Na gravidez, só deve ser usado se realmente necessário, pois pode afetar o feto, especialmente no final da gestação. Em crianças pequenas, pode aumentar a salivação e as secreções respiratórias; em idosos, os efeitos são mais intensos mesmo em doses baixas.  

Quais são os efeitos colaterais mais comuns do Clonazepam? 

Como todo medicamento, o Clonazepam pode causar efeitos adversos. Os mais comuns incluem sonolência, dor de cabeça, infecção das vias aéreas superiores, cansaço, sintomas gripais, depressão, tontura/vertigem, irritabilidade, insônia, perda de coordenação e equilíbrio, náusea, sensação de cabeça leve, sinusite e dificuldade de concentração. 

Interações medicamentosas 

As principais interações do Clonazepam envolvem álcool e outros depressores do sistema nervoso central, além de antidepressivos, hipnóticos, alguns analgésicos, antipsicóticos, ansiolíticos, anticonvulsivantes e medicamentos para o estômago. Não há interações conhecidas com alimentos, mas o suco de toranja pode aumentar seu efeito.  

Perguntas frequentes 

Como usar o Clonazepam? 

Comprimidos:  devem ser tomados por via oral com líquido. A dose varia conforme a doença, a resposta ao tratamento, a idade e a tolerância. O tratamento deve começar com doses baixas, ajustadas conforme orientação médica. 

Solução oral:  deve ser tomado por via oral, sempre diluído em líquido, evitando pingar diretamente na boca. Verifique se o frasco está com o lacre inviolável antes de usar. A dose varia conforme a doença, a resposta clínica, a idade e a tolerância, e o tratamento deve começar com doses baixas, ajustadas conforme orientação médica.   

Comprimidos sublinguais:  devem ser colocados sob a língua para serem dissolvidos na saliva e absorvidos. Os comprimidos devem permanecer sob a língua por um período não inferior a três minutos, sem serem deglutidos ou mastigados. A dose varia conforme a doença, a resposta clínica, a idade e a tolerância, e o tratamento deve começar com doses baixas, ajustadas conforme orientação médica.   

Atenção!  Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não altere a dose por conta própria e não interrompa o tratamento sem o conhecimento do profissional. 

Clonazepam é bom para ansiedade? 

Sim. O Clonazepam é eficaz no tratamento da ansiedade, síndrome do pânico e fobia social, devido ao seu efeito calmante e sedativo. 

Tem genérico de Rivotril? 

Sim. O princípio ativo do Rivotril é o Clonazepam, e existem medicamentos genéricos disponíveis por diversos laboratórios. 

Precisa de receita para comprar Clonazepam? 

Sim. O Clonazepam é um medicamento de uso sob prescrição médica. 

Você pode marcar agora mesmo uma consulta com um médico especialista para receber a orientação adequada, por meio do  Agendar Consulta

Tem Clonazepam no SUS? 

Sim. Atualmente, o Clonazepam está incluído na RENAME 2025 e faz parte da lista de medicamentos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso significa que ele é distribuído gratuitamente nas unidades públicas de saúde, na apresentação de 2,5 mg/mL de solução oral, conforme os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas estabelecidos pelo Ministério da Saúde.   

Onde comprar Clonazepam?  

Você pode encontrar em farmácias físicas e online. E o CliqueFarma pode te ajudar nessa jornada, comparando os preços dos medicamentos que você usa e trazendo as melhores ofertas. 

O Clonazepam é fornecido na Farmácia Popular? 

Não.  Os medicamentos contendo Clonazepam não estão incluídos no Programa Farmácia Popular. 

Qual é o preço do Clonazepam? 

Você pode consultar e comparar os preços do Clonazepam e suas diferentes versões no CliqueFarma. 

Atenção!  Esta página tem caráter informativo e não substitui a orientação médica. Para mais detalhes, consulte a bula do medicamento ou um profissional de saúde. 

  CLONAZEPAM É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. 

 

Autoria 

Daniela Roque

  Enfermeira formada pela Universidade Paulista (UNIP) em 2021, pós-graduada em Gestão Hospitalar pela Faculdade Anhembi Morumbi. Experiência em promoção da saúde e educação em diabetes. Coren/SP 715685. 

Referências bibliográficas 

Bula profissional de Clonazepam. Afya Whitebook. Disponível em:  https://whitebook.pebmed.com.br/medicamentos/clonazepam/  (Acesso em 09 fev. 2026). 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Medicamentos Genéricos [Internet]. 2025. Disponível em:  https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/genericos#:~:text=*%20Disponibilizar%20medicamentos%20de%20menor%20pre%C3%A7o,de%20medicamentos%20concorrentes%20(gen%C3%A9ricos)%3B  (Acesso em 09 fev. 2026).  

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Consulta de Medicamentos [Internet]. 2025. Disponível em:  https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/1089266?nomeProduto=clonazepam  (Acesso em 09 fev. 2026).  

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Lista de Medicamentos de Referência [Internet]. 2025. Disponível em:  https://www.gov.br/anvisa/pt-br/setorregulado/regularizacao/medicamentos/medicamentos-de-referencia/lista-de-medicamentos-de-referencia  (Acesso em 09 fev. 2026).  

Ministério da Saúde (BR). Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Rename 2024 [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2024. Disponível em:  https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relacao_nacional_medicamentos_2024.pdf  (Acesso em 09 fev. 2026). 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Resolução nº 16, de 2 de março de 2007. Aprova Regulamento Técnico para Medicamentos Genéricos. Brasília: Anvisa; 2007.   

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Resolução nº 985, de 29 de julho de 2025. Atualização do Anexo I (Listas de Substâncias Entorpecentes, Psicotrópicas, Precursoras e Outras sob Controle Especial). Brasília: Anvisa; 2025.    

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