Explore os medicamentos que contêm Empagliflozina, reconhecido por sua eficácia no tratamento de diversas condições. Com diferentes apresentações e marcas disponíveis, você encontra alternativas que se adaptam às suas necessidades e preferências.




Saiba tudo sobre a Empagliflozina: medicamento indicado para controle glicêmico, prevenção de eventos cardiovasculares, insuficiência cardíaca e tratamento da doença renal crônica. Entenda como funciona, quais são os medicamentos disponíveis com essa substância, os cuidados necessários e os principais efeitos colaterais que você precisa conhecer.
A Empagliflozina é um medicamento antidiabético oral da classe dos inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2 (SGLT2). Ele reduz a reabsorção de glicose nos rins, fazendo com que o açúcar seja eliminado na urina. Isso ajuda a baixar a glicemia, pode contribuir para a perda de peso e causa leve aumento da micção. Seu efeito não depende da insulina, resultando em baixo risco de hipoglicemia. Além disso, ao também reduzir a reabsorção de sódio, melhora parâmetros cardíacos e renais, ajudando a reduzir a pressão arterial e a sobrecarga do coração.
A Empagliflozina é indicada para o controle glicêmico no diabetes mellitus tipo 2 em adultos e em crianças a partir de 10 anos, ajudando a melhorar os níveis de açúcar no sangue quando utilizada junto com dieta e exercícios.
Em adultos, pode ser usada sozinha ou associada a tiazolidinedionas, Metformina com sulfonilureia ou insulina, enquanto, em crianças acima de 10 anos, pode ser administrada isoladamente ou combinada com insulina.
A Empagliflozina é recomendada para adultos com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular estabelecida, pois ajuda a reduzir o risco de morte e de eventos cardiovasculares. Também é usada no tratamento da insuficiência cardíaca (classes NYHA II–IV), com ou sem diabetes, diminuindo a mortalidade, as hospitalizações e a progressão da perda da função renal. Além disso, é indicada para adultos com doença renal crônica, auxiliando no tratamento e na evolução da doença.
Você pode encontrar medicamentos com Empagliflozina nas seguintes apresentações:
Comprimido revestido 10 e 25 mg:
A intercambialidade é a possibilidade de trocar um medicamento de referência por um genérico ou similar intercambiável, garantindo que o efeito seja o mesmo. Os genéricos são sempre intercambiáveis com os de referência, pois passam por testes rigorosos de bioequivalência. Já os similares só podem ser substituídos quando aprovados pela Anvisa como “similares intercambiáveis”, o que também exige comprovação de eficácia e segurança.
O uso da Empagliflozina é contraindicado para pessoas com alergia ao medicamento ou a qualquer componente da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras incompatíveis com esses componentes. Também não deve ser usada por pessoas com diabetes tipo 1.
Antes de usar, é importante saber que a Empagliflozina pode causar cetoacidose, mesmo com níveis de açúcar não muito altos. Procure atendimento se tiver náuseas, vômitos, dor abdominal, sede intensa, dificuldade para respirar, confusão ou cansaço extremo, pois esses podem ser sinais dessa condição. O risco aumenta em situações como dietas muito pobres em carboidratos, doenças agudas, desidratação, redução de insulina, problemas no pâncreas ou uso excessivo de álcool. Em casos de suspeita, o tratamento deve ser interrompido imediatamente, e o médico deve ser acionado.
Raramente, pode ocorrer fasciíte necrosante do períneo (gangrena de Fournier), uma infecção grave na região genital. Se houver dor, vermelhidão, inchaço, febre ou mal‑estar, procure atendimento urgente.
A função dos rins deve ser avaliada antes e durante o tratamento. O medicamento não deve ser iniciado em pacientes em diálise, e sua eficácia pode ser reduzida em quem tem comprometimento renal grave. Também deve ser usado com cautela em pessoas com tendência à queda de pressão, perda de líquidos ou com 75 anos ou mais, devido ao risco aumentado de desidratação.
Podem ocorrer infecções do trato urinário, incluindo pielonefrite e urosepse. Se isso acontecer, o médico pode suspender o tratamento temporariamente. O medicamento contém lactose e corantes; pessoas com intolerância hereditária à galactose não devem utilizá-lo. É considerado baixo em sódio. Não há estudos sobre os efeitos na direção de veículos ou na operação de máquinas.
Na gravidez, o uso não é recomendado, a menos que seja indispensável. Durante a amamentação, deve ser evitado, pois não se sabe se o medicamento passa para o leite humano.
Atenção! Sempre consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento.
Como todo medicamento, a Empagliflozina pode causar efeitos adversos. Os mais comuns incluem: hipoglicemia quando usada junto com sulfonilureia ou insulina; infecções genitais, como candidíase vaginal, vulvovaginite e balanite; micção aumentada (urinar mais vezes e em maior volume); coceira na pele; reações alérgicas, como vermelhidão e urticária; infecção urinária, incluindo pielonefrite e urosepse; sede aumentada; aumento de lipídios no sangue; e prisão de ventre.
Antes de iniciar o tratamento, informe ao seu médico sobre todos os medicamentos que estiver usando. A Empagliflozina pode aumentar o efeito de diuréticos (como Hidroclorotiazida e Furosemida), elevando o risco de desidratação e queda de pressão. Ela também pode aumentar o risco de hipoglicemia quando usada com insulina ou sulfonilureias, podendo ser necessário reduzir a dose desses medicamentos. A associação com lítio pode reduzir seus níveis sanguíneos, exigindo monitoramento mais frequente.
O comprimido revestido de Empagliflozina deve ser ingerido por via oral, com ou sem alimentos.
Atenção! Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não altere a dose por conta própria e não interrompa o tratamento sem o conhecimento do profissional.
Embora a Empagliflozina possa levar à redução de peso, o medicamento não é indicado para emagrecimento.
Sim. O princípio ativo do Jardiance é a Empagliflozina, e existem opções de genéricos disponíveis no mercado fabricadas por diversos laboratórios.
Sim. A Empagliflozina é um medicamento de uso sob prescrição médica.
Você pode marcar agora mesmo uma consulta com um médico especialista para receber a orientação adequada, por meio do Agendar Consulta .
Não. Atualmente, a Empagliflozina não está disponível na lista de medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso significa que ela não é distribuída gratuitamente nas unidades públicas de saúde.
Você pode encontrar em farmácias físicas e online. E o CliqueFarma pode te ajudar nessa jornada, comparando os preços dos medicamentos que você usa e trazendo as melhores ofertas.
Não. Os medicamentos contendo Empagliflozina não estão incluídos no Programa Farmácia Popular.
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Atenção! Esta página tem caráter informativo e não substitui a orientação médica. Para mais detalhes, consulte a bula do medicamento ou um profissional de saúde.
EMPAGLIFLOZINA É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.
Enfermeira formada pela Universidade Paulista (UNIP) em 2021, pós-graduada em Gestão Hospitalar pela Faculdade Anhembi Morumbi. Experiência em promoção da saúde e educação em diabetes. Coren/SP 715685.
Bula profissional de Empagliflozina. Afya Whitebook. Disponível em: https://whitebook.pebmed.com.br/medicamentos/empagliflozina/ (Acesso em 06 fev. 2026).
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Conceitos e definições – Medicamentos [Internet]. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/medicamentos/conceitos-e-definicoes (Acesso em 06 fev. 2025).
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Lista de Medicamentos de Referência [Internet]. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/setorregulado/regularizacao/medicamentos/medicamentos-de-referencia/lista-de-medicamentos-de-referencia (Acesso em 06 fev. 2025).
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BR). Resolução da Diretoria Colegiada nº 957, de 30 de dezembro de 2024. Estabelece critérios para indicação de medicamentos de referência e procedimentos para inclusão e exclusão na Lista de Medicamentos de Referência (LMR). Brasília: Anvisa; 2024.
Ministério da Saúde (BR). Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Rename 2024 [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2024. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relacao_nacional_medicamentos_2024.pdf (Acesso em 06 fev. 2025).
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