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PRINCÍPIO ATIVO:Cloridrato De Amiodarona
FABRICANTE:LIBBS
Pra que serve?
Para que serve Ancoron é indicado para os seguintes casos Distúrbios graves do ritmo cardíaco, inclusive aqueles resistentes a outras terapêuticas; Taquicardia ventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos ventrículos do coração); Taquicardia supraventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos átrios do coração); Alterações do ritmo cardíaco associadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White (uma forma de arritmia, que é uma alteração na frequência ou no ritmo dos batimentos cardíacos). Devido às propriedades farmacológicas da amiodarona, Ancoron é particularmente indicado quando os distúrbios do ritmo forem capazes de agravar uma patologia clínica subjacente [insuficiência coronariana (dor no peito é o sintoma mais comum), insuficiência cardíaca].

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Informações adicionais de Ancoron - 100Mg 30 Comprimidos

Veja onde comprar, qual o valor e para que serve Ancoron

Ancoron é indicado para os seguintes casos:

  • Distúrbios graves do ritmo cardíaco (do coração), inclusive aqueles resistentes a outras terapêuticas;
  • Taquicardia ventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos ventrículos do coração);
  • Taquicardia supraventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos átrios do coração);
  • Alterações do ritmo cardíaco associadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White (uma forma de arritmia, que é uma alteração na frequência ou no ritmo dos batimentos cardíacos).
  • Devido às propriedades farmacológicas da amiodarona, Ancoron é particularmente indicado quando os distúrbios do ritmo forem capazes de agravar uma patologia clínica subjacente [insuficiência coronariana (dor no peito é o sintoma mais comum), insuficiência cardíaca].

O que é arritmia cardíaca?

A arritmia cardíaca é uma condição caracterizada pela falta de ritmo nos batimentos do coração. Ela pode ser sintoma de algum problema (físico ou psicológico) para o organismo ou fruto de um desequilíbrio do próprio órgão.

Se ele bater muito rápido, é chamado de taquicardia. Caso for muito lento, o nome dado é bradicardia. Normalmente, um coração sadio e descansado tem de 60 a 100 batidas por minuto.

Qual a causa e os fatores de risco?

A arritmia cardíaca pode ser benigna ou maligna. Chama-se de benigna quando não altera o desempenho das funções do coração e não oferece risco de morte – cerca de 30% dos casos são benignos. É considerada maligna quando provoca sintomas que comprometem o andamento regular da vida do indivíduo e oferece risco de óbito ou graves sequelas. Neste caso, a arritmia pode levar ao desenvolvimento de doenças do coração, parada cardíaca e até morte súbita.

Fatores de Risco

Entre os fatores que podem levar uma pessoa a sofrer de arritmia cardíaca está o infarto. Além desse fator, confira outros motivos que podem causar a doença e evite-os:

  • Tabagismo
  • Sedentarismo
  • Sobrepeso e obesidade
  • Apneia do sono
  • Exageros na ingestão de bebidas alcoólicas
  • Distúrbios de tireoide
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Estresse
  • Predisposição genética

Quais os sintomas de arritmia cardíaca?

Os sinais de arritmia não são contínuos, podendo aparecer de forma repentina e desaparecer, voltando depois. Esses sinais podem afetar pessoas com o coração saudável ou aqueles que já possuem alguma doença cardíaca instalada. Confira os sintomas mais comuns:

  • Falta de ar
  • Dores no peito
  • Excesso de suor
  • Sentir o coração lento ou acelerado
  • Desmaio súbito
  • Palpitações
  • Tontura
  • Ansiedade
  • Palidez

Ancoron

Como evitar?

A prevenção de arritmias cardíacas está associada ao que a pessoa faz para evitar os fatores de risco. Para as doenças do coração, é indispensável o controle da pressão arterial, obesidade, manter uma alimentação saudável, além de incluir atividades físicas no dia a dia.

Como Ancoron funciona?

Ancoron é um produto que contém em sua fórmula o cloridrato de amiodarona. Esta substância tem a finalidade de regularizar as alterações dos batimentos cardíacos (arritmias), que podem ocorrer em alguns tipos de doença.

A ação inicial após administração oral varia de 2-3 dias até 3-6 semanas. O efeito terapêutico de Ancoron deve-se ao acúmulo do cloridrato de amiodarona nos tecidos.

Posologia (Como usar) Ancoron

Comprimido
Você deve tomar os comprimidos inteiros com quantidade suficiente de líquido, durante ou após as refeições, por via oral.

Dose inicial de ataque
A dose de ataque usual varia de 600 a 1000 mg ao dia durante 8 a 10 dias.

Dose de manutenção
Determinar a dose mínima eficaz, que pode variar de 100 a 400 mg diários. Considerando a longa meia-vida da amiodarona, o tratamento pode ser administrado em dias alternados (200 mg em dias alternados quando a posologia recomendada é de 100 mg por dia). Também tem sido adotado o esquema de “janela terapêutica”, administrando-se o medicamento durante 5 dias e instituindo intervalo de 2 dias sem medicação.

Risco de uso por via de administração não recomendada
Não há estudos dos efeitos de Ancoron administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Gotas
A posologia deve ser estabelecida pelo seu médico. Ele levará em conta o seu peso corpóreo e o histórico de sua doença.

Agite antes de usar a suspensão oral de Ancoron até que o líquido fique homogêneo.

Dose oral usual para adultos - arritmias ventriculares
De ataque
De 800 a 1.200 mg (em média 1.000 mg) ao dia durante período de uma a duas semanas (ou mais, se necessário; em média 10 dias) até que se produza a resposta terapêutica inicial e/ou impregnação eletrocardiográfica, ou apareçam reações adversas; para doses acima de 1.000 mg ao dia, ou se aparecerem reações adversas gastrintestinais, pode-se administrar doses fracionadas com as refeições. Quando for atingido o controle adequado da arritmia ou se aparecerem reações adversas excessivas, a dose deverá ser reduzida para 600 a 800 mg ao dia durante um mês e, posteriormente, até a mínima dose de manutenção eficaz.

De manutenção
Aproximadamente 200 a 400 mg ao dia; a dose deve ser aumentada ou reduzida conforme a necessidade. Nos pacientes com arritmias ventriculares complexas persistentes e assintomáticas após infarto do miocárdio, podem ser administrados 1.000 mg ao dia durante período de cinco dias (ou mais, se necessário). Quando for atingido o controle adequado da arritmia ou se aparecerem reações adversas excessivas, a dose deve ser reduzida para 200 mg ao dia, visando à manutenção do tratamento.

Nos casos de angina do peito concomitante à arritmia, recomendam-se doses preconizadas de acordo com o tipo de arritmia. Nos pacientes com angina do peito, recomenda-se a administração de 600 mg ao dia durante duas semanas que, posteriormente, deverá ser reduzida para 400 mg ao dia durante duas semanas ou mais. A dose de manutenção mínima eficaz será determinada pelo resultado terapêutico e/ou pela impregnação eletrocardiográfica; varia, como regra, de 200 mg a 400 mg ao dia.

Dose oral usual para adultos - taquicardia supraventricular
De ataque
600 a 800 mg ao dia durante uma semana ou até que se produza a resposta terapêutica inicial e/ou impregnação eletrocardiográfica, ou apareçam reações adversas significativas. Quando for atingido o controle adequado da arritmia ou se surgirem reações adversas significativas, a dose deverá ser reduzida para 400 mg ao dia durante três semanas.

De manutenção
de 200 mg a 400 mg ao dia.

Dose oral usual para crianças
De ataque
10 mg/kg de peso corpóreo ao dia ou 800 mg/1,72 m² de superfície corpórea ao dia durante 10 dias ou até que se produza a resposta terapêutica inicial e/ou impregnação eletrocardiográfica ou surjam reações adversas significativas. Quando for atingido o controle adequado da arritmia ou se aparecerem reações adversas excessivas, a dose deverá ser reduzida para 5 mg/kg de peso ou 400 mg/1,72 m² de superfície corpórea ao dia durante várias semanas e, posteriormente, até a mínima dose de manutenção eficaz.

De manutenção
2-4 mg/kg de peso ao dia ou 200 mg/1,72 m² de superfície corpórea ao dia.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Ancoron tem efeitos colaterais?

As seguintes definições de frequência são usadas:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) e reação desconhecida (frequência não conhecida).

Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático
Reações muito raras
Anemia hemolítica (anemia devido à quebra anormal de hemácias nos vasos sanguíneos), anemia aplástica (diminuição da produção de glóbulos vermelhos do sangue) e trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas).

Frequência desconhecida
Neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) e agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue).

Distúrbios do coração
Reações comuns
Bradicardia (diminuição do número de batimentos cardíacos) geralmente moderada e dose dependente.

Reações incomuns
Aparecimento ou piora da arritmia (distúrbios do ritmo cardíaco), seguida, às vezes, por parada cardíaca; alterações da condução (bloqueio sinoatrial e atrioventricular de vários graus).

Reações muito raras
Bradicardia acentuada ou parada sinusal em pacientes com disfunção do nódulo sinusal e/ou em pacientes idosos.

Reações com frequência desconhecida
Torsade de Pointes (tipo de alteração grave nos batimentos cardíacos).

Lesões, envenenamento e complicações processuais
Reações com frequência desconhecida
Disfunção primária do enxerto após transplante cardíaco.

Distúrbios endócrinos (glandulares)
Reações comuns
Hipotireoidismo (diminuição da função da glândula tireoide); hipertireoidismo (aumento da função da glândula tireoide), algumas vezes fatal.

Reações muito raras
Síndrome de secreção inapropriada do hormônio antidiurético (SIADH).

Distúrbios oculares
Reações muito comuns
Microdepósitos na córnea (parte transparente do olho que está na frente da íris, que é a “cor do olho”), geralmente limitados à área subpupilar. Eles podem ser associados com a percepção de halos coloridos, sob luz intensa ou de visão turva. Os microdepósitos na córnea consistem em depósitos de complexos lipídicos e são reversíveis algum tempo após a suspensão do tratamento.

Reações muito raras
Neuropatia ótica/neurite (doença do sistema nervoso/lesão inflamatória ou degenerativa dos nervos), que pode progredir para a cegueira.

Distúrbios gastrintestinais (do aparelho digestivo)
Reações muito comuns
Distúrbios gastrintestinais benignos (náuseas, vômitos, paladar fétido para alimentos saudáveis) podem ocorrer em decorrência da dose de ataque e desaparecem com a redução da dose.

Frequência desconhecida
Pancreatite (inflamação do pâncreas)/pancreatite aguda, boca seca e constipação (prisão de ventre).

Distúrbios gerais
Reação de frequência desconhecida
Granuloma (pequeno nódulo inflamatório), incluindo granuloma de medula óssea.

Distúrbios hepatobiliares (do fígado e da bile)
Reações muito comuns
Aumento isolado das transaminases séricas (enzimas do fígado), que são normalmente moderados (1,5 a 3 vezes o valor normal) no início da terapia. Os níveis podem retornar ao normal com redução da dose ou mesmo espontaneamente.

Reações comuns
Distúrbios hepáticos agudos com aumento das transaminases séricas e/ou icterícia (coloração amarelada da pele), incluindo insuficiência hepática, que às vezes pode ser fatal.

Reações muito raras
Doença hepática crônica (pseudo hepatite alcoólica, cirrose), às vezes, fatal.

Distúrbios do sistema imunológico
Frequência desconhecida
Edema angioneurótico - Edema de Quincke (inchaço não-inflamatório da pele, mucosas, vísceras e cérebro, de início súbito e com duração de horas a dias, acompanhado de outros sintomas como por exemplo, febre), reações anafiláticas/anafilactoides (reação alérgica grave e imediata), incluindo choque.

Reação muito rara
Aumento do nível sérico de creatinina.

Distúrbios do metabolismo e nutrição
Frequência desconhecida
Diminuição do apetite.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Frequência desconhecida
Síndrome lupus-like (um tipo de doença autoimune).

Distúrbios do sistema nervoso
Reações comuns
Tremor extrapiramidal, pesadelos e distúrbios do sono.

Reações incomuns
Neuropatia periférica sensorimotor (distúrbio dos nervos periféricos) e/ou miopatia são geralmente reversíveis com a descontinuação do tratamento.

Reações muito raras
Ataxia cerebelar (falta de controle sobre os músculos), hipertensão intracraniana benigna (caracterizada por dor de cabeça, náusea, alteração dos campos visuais, obscurações visuais transitórias e zumbido pulsátil), cefaleia (dor de cabeça).

Frequência desconhecida
Parkinsonismo, parosmia (distúrbio do olfato).

Distúrbios psiquiátricos
Frequência desconhecida
Delírio/estado confusional, alucinação.

Distúrbios mamários e do sistema reprodutivo
Reações muito raras
Epididimites (inflamação do epidídimo, uma estrutura do testículo), impotência;

Frequência desconhecida
Diminuição da libido.

Distúrbios respiratórios, torácicos e no mediastino
Reações comuns
Toxicidade pulmonar (pneumonite alveolar/intersticial ou fibrose, pleurite, bronquiolite obliterante com pneumonia em organização) às vezes fatal.

Frequência desconhecida
Hemorragia pulmonar.

Reações muito raras
Broncoespasmo (inflamação dos brônquios) em pacientes com insuficiência respiratória severa, especialmente em pacientes asmáticos. Síndrome de angústia respiratória aguda do adulto (tipo de insuficiência pulmonar), algumas vezes fatal, geralmente no período pós-cirúrgico imediato (possível interação com elevadas concentrações de oxigênio).

Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos
Reação muito comum
Fotossensibilidade (sensibilidade à luz).

Reações comuns
Pigmentação grisácea (coloração acinzentada) ou azulada da pele no caso de utilização prolongada ou de altas doses diárias. Com a interrupção do tratamento essa pigmentação desaparece lentamente.

Reações muito raras
Eritema durante o uso de radioterapia, rash cutâneos, normalmente inespecíficos, dermatite esfoliativa, alopecia (queda de cabelo).

Frequência desconhecida
Eczema (inflamação da pele na qual ela fica vermelha, escamosa e algumas vezes com rachaduras ou pequenas bolhas), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), reações de pele severas às vezes fatal incluindo necrólise epidérmica tóxica/síndrome de Stevens-Johnson, dermatite bolhosa e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos.

Distúrbios vasculares
Reação muito rara
Vasculite (inflamação do vaso sanguíneo).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial do Ancoron
Pacientes idosos
Em pacientes idosos, a redução da frequência cardíaca pode ser mais pronunciada com o uso da amiodarona.

Comprimido
Crianças
A segurança e eficácia da amiodarona em pacientes pediátricos não foram estabelecidas, portanto a sua utilização não é recomendada.

Gotas
Uso pediátrico
A segurança e eficácia da amiodarona em pacientes pediátricos não foram estabelecidas de forma definitiva; sua indicação deve ser feita a critério médico. A amiodarona é particularmente indicada no tratamento das arritmias pediátricas, nos casos refratários a outros agentes antiarrítmicos. Quando se utiliza a amiodarona simultaneamente com digoxina, pode ocorrer maior interação medicamentosa em crianças do que em adultos. Nas crianças, a frequência de efeitos adversos é baixa e o crescimento parece não ser afetado, apesar do risco de alterações tireoidianas. O início e a duração da ação da amiodarona podem ser mais curtos.

Qual o preço de Ancoron?

O preço de Ancoron - 100Mg 30 Comprimidos varia entre R$ 21,39 e R$ 26,75, pesquisamos em 18 farmácias no dia 16/06/2024.

Onde comprar?

Aqui no Cliquefarma você encontra o melhor preço e descobre onde comprar Ancoron sem sair de casa, também com as melhores condições de entrega na sua região.
Imagem do produto Ancoron - 100Mg 90 Comprimidos
PRINCÍPIO ATIVO:Cloridrato De Amiodarona
FABRICANTE:LIBBS

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Imagem do produto Ancoron - 100Mg 20 Comprimidos
PRINCÍPIO ATIVO:cloridrato de amiodarona
FABRICANTE:libbs
Pra que serve?
Para que serve Ancoron é indicado para os seguintes casos Distúrbios graves do ritmo cardíaco, inclusive aqueles resistentes a outras terapêuticas; Taquicardia ventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos ventrículos do coração); Taquicardia supraventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos átrios do coração); Alterações do ritmo cardíaco associadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White (uma forma de arritmia, que é uma alteração na frequência ou no ritmo dos batimentos cardíacos). Devido às propriedades farmacológicas da amiodarona, Ancoron é particularmente indicado quando os distúrbios do ritmo forem capazes de agravar uma patologia clínica subjacente [insuficiência coronariana (dor no peito é o sintoma mais comum), insuficiência cardíaca].

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Ancoron é indicado para os seguintes casos:

  • Distúrbios graves do ritmo cardíaco (do coração), inclusive aqueles resistentes a outras terapêuticas;
  • Taquicardia ventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos ventrículos do coração);
  • Taquicardia supraventricular sintomática (aumento da frequência cardíaca que se origina nos átrios do coração);
  • Alterações do ritmo cardíaco associadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White (uma forma de arritmia, que é uma alteração na frequência ou no ritmo dos batimentos cardíacos).
  • Devido às propriedades farmacológicas da amiodarona, Ancoron é particularmente indicado quando os distúrbios do ritmo forem capazes de agravar uma patologia clínica subjacente [insuficiência coronariana (dor no peito é o sintoma mais comum), insuficiência cardíaca].

O que é arritmia cardíaca?

A arritmia cardíaca é uma condição caracterizada pela falta de ritmo nos batimentos do coração. Ela pode ser sintoma de algum problema (físico ou psicológico) para o organismo ou fruto de um desequilíbrio do próprio órgão.

Se ele bater muito rápido, é chamado de taquicardia. Caso for muito lento, o nome dado é bradicardia. Normalmente, um coração sadio e descansado tem de 60 a 100 batidas por minuto.

Qual a causa e os fatores de risco?

A arritmia cardíaca pode ser benigna ou maligna. Chama-se de benigna quando não altera o desempenho das funções do coração e não oferece risco de morte – cerca de 30% dos casos são benignos. É considerada maligna quando provoca sintomas que comprometem o andamento regular da vida do indivíduo e oferece risco de óbito ou graves sequelas. Neste caso, a arritmia pode levar ao desenvolvimento de doenças do coração, parada cardíaca e até morte súbita.

Fatores de Risco

Entre os fatores que podem levar uma pessoa a sofrer de arritmia cardíaca está o infarto. Além desse fator, confira outros motivos que podem causar a doença e evite-os:

  • Tabagismo
  • Sedentarismo
  • Sobrepeso e obesidade
  • Apneia do sono
  • Exageros na ingestão de bebidas alcoólicas
  • Distúrbios de tireoide
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Estresse
  • Predisposição genética

Quais os sintomas de arritmia cardíaca?

Os sinais de arritmia não são contínuos, podendo aparecer de forma repentina e desaparecer, voltando depois. Esses sinais podem afetar pessoas com o coração saudável ou aqueles que já possuem alguma doença cardíaca instalada. Confira os sintomas mais comuns:

  • Falta de ar
  • Dores no peito
  • Excesso de suor
  • Sentir o coração lento ou acelerado
  • Desmaio súbito
  • Palpitações
  • Tontura
  • Ansiedade
  • Palidez

Ancoron

Como evitar?

A prevenção de arritmias cardíacas está associada ao que a pessoa faz para evitar os fatores de risco. Para as doenças do coração, é indispensável o controle da pressão arterial, obesidade, manter uma alimentação saudável, além de incluir atividades físicas no dia a dia.

Como Ancoron funciona?

Ancoron é um produto que contém em sua fórmula o cloridrato de amiodarona. Esta substância tem a finalidade de regularizar as alterações dos batimentos cardíacos (arritmias), que podem ocorrer em alguns tipos de doença.

A ação inicial após administração oral varia de 2-3 dias até 3-6 semanas. O efeito terapêutico de Ancoron deve-se ao acúmulo do cloridrato de amiodarona nos tecidos.

Posologia (Como usar) Ancoron

Comprimido
Você deve tomar os comprimidos inteiros com quantidade suficiente de líquido, durante ou após as refeições, por via oral.

Dose inicial de ataque
A dose de ataque usual varia de 600 a 1000 mg ao dia durante 8 a 10 dias.

Dose de manutenção
Determinar a dose mínima eficaz, que pode variar de 100 a 400 mg diários. Considerando a longa meia-vida da amiodarona, o tratamento pode ser administrado em dias alternados (200 mg em dias alternados quando a posologia recomendada é de 100 mg por dia). Também tem sido adotado o esquema de “janela terapêutica”, administrando-se o medicamento durante 5 dias e instituindo intervalo de 2 dias sem medicação.

Risco de uso por via de administração não recomendada
Não há estudos dos efeitos de Ancoron administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Gotas
A posologia deve ser estabelecida pelo seu médico. Ele levará em conta o seu peso corpóreo e o histórico de sua doença.

Agite antes de usar a suspensão oral de Ancoron até que o líquido fique homogêneo.

Dose oral usual para adultos - arritmias ventriculares
De ataque
De 800 a 1.200 mg (em média 1.000 mg) ao dia durante período de uma a duas semanas (ou mais, se necessário; em média 10 dias) até que se produza a resposta terapêutica inicial e/ou impregnação eletrocardiográfica, ou apareçam reações adversas; para doses acima de 1.000 mg ao dia, ou se aparecerem reações adversas gastrintestinais, pode-se administrar doses fracionadas com as refeições. Quando for atingido o controle adequado da arritmia ou se aparecerem reações adversas excessivas, a dose deverá ser reduzida para 600 a 800 mg ao dia durante um mês e, posteriormente, até a mínima dose de manutenção eficaz.

De manutenção
Aproximadamente 200 a 400 mg ao dia; a dose deve ser aumentada ou reduzida conforme a necessidade. Nos pacientes com arritmias ventriculares complexas persistentes e assintomáticas após infarto do miocárdio, podem ser administrados 1.000 mg ao dia durante período de cinco dias (ou mais, se necessário). Quando for atingido o controle adequado da arritmia ou se aparecerem reações adversas excessivas, a dose deve ser reduzida para 200 mg ao dia, visando à manutenção do tratamento.

Nos casos de angina do peito concomitante à arritmia, recomendam-se doses preconizadas de acordo com o tipo de arritmia. Nos pacientes com angina do peito, recomenda-se a administração de 600 mg ao dia durante duas semanas que, posteriormente, deverá ser reduzida para 400 mg ao dia durante duas semanas ou mais. A dose de manutenção mínima eficaz será determinada pelo resultado terapêutico e/ou pela impregnação eletrocardiográfica; varia, como regra, de 200 mg a 400 mg ao dia.

Dose oral usual para adultos - taquicardia supraventricular
De ataque
600 a 800 mg ao dia durante uma semana ou até que se produza a resposta terapêutica inicial e/ou impregnação eletrocardiográfica, ou apareçam reações adversas significativas. Quando for atingido o controle adequado da arritmia ou se surgirem reações adversas significativas, a dose deverá ser reduzida para 400 mg ao dia durante três semanas.

De manutenção
de 200 mg a 400 mg ao dia.

Dose oral usual para crianças
De ataque
10 mg/kg de peso corpóreo ao dia ou 800 mg/1,72 m² de superfície corpórea ao dia durante 10 dias ou até que se produza a resposta terapêutica inicial e/ou impregnação eletrocardiográfica ou surjam reações adversas significativas. Quando for atingido o controle adequado da arritmia ou se aparecerem reações adversas excessivas, a dose deverá ser reduzida para 5 mg/kg de peso ou 400 mg/1,72 m² de superfície corpórea ao dia durante várias semanas e, posteriormente, até a mínima dose de manutenção eficaz.

De manutenção
2-4 mg/kg de peso ao dia ou 200 mg/1,72 m² de superfície corpórea ao dia.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Ancoron tem efeitos colaterais?

As seguintes definições de frequência são usadas:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) e reação desconhecida (frequência não conhecida).

Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático
Reações muito raras
Anemia hemolítica (anemia devido à quebra anormal de hemácias nos vasos sanguíneos), anemia aplástica (diminuição da produção de glóbulos vermelhos do sangue) e trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas).

Frequência desconhecida
Neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) e agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue).

Distúrbios do coração
Reações comuns
Bradicardia (diminuição do número de batimentos cardíacos) geralmente moderada e dose dependente.

Reações incomuns
Aparecimento ou piora da arritmia (distúrbios do ritmo cardíaco), seguida, às vezes, por parada cardíaca; alterações da condução (bloqueio sinoatrial e atrioventricular de vários graus).

Reações muito raras
Bradicardia acentuada ou parada sinusal em pacientes com disfunção do nódulo sinusal e/ou em pacientes idosos.

Reações com frequência desconhecida
Torsade de Pointes (tipo de alteração grave nos batimentos cardíacos).

Lesões, envenenamento e complicações processuais
Reações com frequência desconhecida
Disfunção primária do enxerto após transplante cardíaco.

Distúrbios endócrinos (glandulares)
Reações comuns
Hipotireoidismo (diminuição da função da glândula tireoide); hipertireoidismo (aumento da função da glândula tireoide), algumas vezes fatal.

Reações muito raras
Síndrome de secreção inapropriada do hormônio antidiurético (SIADH).

Distúrbios oculares
Reações muito comuns
Microdepósitos na córnea (parte transparente do olho que está na frente da íris, que é a “cor do olho”), geralmente limitados à área subpupilar. Eles podem ser associados com a percepção de halos coloridos, sob luz intensa ou de visão turva. Os microdepósitos na córnea consistem em depósitos de complexos lipídicos e são reversíveis algum tempo após a suspensão do tratamento.

Reações muito raras
Neuropatia ótica/neurite (doença do sistema nervoso/lesão inflamatória ou degenerativa dos nervos), que pode progredir para a cegueira.

Distúrbios gastrintestinais (do aparelho digestivo)
Reações muito comuns
Distúrbios gastrintestinais benignos (náuseas, vômitos, paladar fétido para alimentos saudáveis) podem ocorrer em decorrência da dose de ataque e desaparecem com a redução da dose.

Frequência desconhecida
Pancreatite (inflamação do pâncreas)/pancreatite aguda, boca seca e constipação (prisão de ventre).

Distúrbios gerais
Reação de frequência desconhecida
Granuloma (pequeno nódulo inflamatório), incluindo granuloma de medula óssea.

Distúrbios hepatobiliares (do fígado e da bile)
Reações muito comuns
Aumento isolado das transaminases séricas (enzimas do fígado), que são normalmente moderados (1,5 a 3 vezes o valor normal) no início da terapia. Os níveis podem retornar ao normal com redução da dose ou mesmo espontaneamente.

Reações comuns
Distúrbios hepáticos agudos com aumento das transaminases séricas e/ou icterícia (coloração amarelada da pele), incluindo insuficiência hepática, que às vezes pode ser fatal.

Reações muito raras
Doença hepática crônica (pseudo hepatite alcoólica, cirrose), às vezes, fatal.

Distúrbios do sistema imunológico
Frequência desconhecida
Edema angioneurótico - Edema de Quincke (inchaço não-inflamatório da pele, mucosas, vísceras e cérebro, de início súbito e com duração de horas a dias, acompanhado de outros sintomas como por exemplo, febre), reações anafiláticas/anafilactoides (reação alérgica grave e imediata), incluindo choque.

Reação muito rara
Aumento do nível sérico de creatinina.

Distúrbios do metabolismo e nutrição
Frequência desconhecida
Diminuição do apetite.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Frequência desconhecida
Síndrome lupus-like (um tipo de doença autoimune).

Distúrbios do sistema nervoso
Reações comuns
Tremor extrapiramidal, pesadelos e distúrbios do sono.

Reações incomuns
Neuropatia periférica sensorimotor (distúrbio dos nervos periféricos) e/ou miopatia são geralmente reversíveis com a descontinuação do tratamento.

Reações muito raras
Ataxia cerebelar (falta de controle sobre os músculos), hipertensão intracraniana benigna (caracterizada por dor de cabeça, náusea, alteração dos campos visuais, obscurações visuais transitórias e zumbido pulsátil), cefaleia (dor de cabeça).

Frequência desconhecida
Parkinsonismo, parosmia (distúrbio do olfato).

Distúrbios psiquiátricos
Frequência desconhecida
Delírio/estado confusional, alucinação.

Distúrbios mamários e do sistema reprodutivo
Reações muito raras
Epididimites (inflamação do epidídimo, uma estrutura do testículo), impotência;

Frequência desconhecida
Diminuição da libido.

Distúrbios respiratórios, torácicos e no mediastino
Reações comuns
Toxicidade pulmonar (pneumonite alveolar/intersticial ou fibrose, pleurite, bronquiolite obliterante com pneumonia em organização) às vezes fatal.

Frequência desconhecida
Hemorragia pulmonar.

Reações muito raras
Broncoespasmo (inflamação dos brônquios) em pacientes com insuficiência respiratória severa, especialmente em pacientes asmáticos. Síndrome de angústia respiratória aguda do adulto (tipo de insuficiência pulmonar), algumas vezes fatal, geralmente no período pós-cirúrgico imediato (possível interação com elevadas concentrações de oxigênio).

Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos
Reação muito comum
Fotossensibilidade (sensibilidade à luz).

Reações comuns
Pigmentação grisácea (coloração acinzentada) ou azulada da pele no caso de utilização prolongada ou de altas doses diárias. Com a interrupção do tratamento essa pigmentação desaparece lentamente.

Reações muito raras
Eritema durante o uso de radioterapia, rash cutâneos, normalmente inespecíficos, dermatite esfoliativa, alopecia (queda de cabelo).

Frequência desconhecida
Eczema (inflamação da pele na qual ela fica vermelha, escamosa e algumas vezes com rachaduras ou pequenas bolhas), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), reações de pele severas às vezes fatal incluindo necrólise epidérmica tóxica/síndrome de Stevens-Johnson, dermatite bolhosa e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos.

Distúrbios vasculares
Reação muito rara
Vasculite (inflamação do vaso sanguíneo).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial do Ancoron
Pacientes idosos
Em pacientes idosos, a redução da frequência cardíaca pode ser mais pronunciada com o uso da amiodarona.

Comprimido
Crianças
A segurança e eficácia da amiodarona em pacientes pediátricos não foram estabelecidas, portanto a sua utilização não é recomendada.

Gotas
Uso pediátrico
A segurança e eficácia da amiodarona em pacientes pediátricos não foram estabelecidas de forma definitiva; sua indicação deve ser feita a critério médico. A amiodarona é particularmente indicada no tratamento das arritmias pediátricas, nos casos refratários a outros agentes antiarrítmicos. Quando se utiliza a amiodarona simultaneamente com digoxina, pode ocorrer maior interação medicamentosa em crianças do que em adultos. Nas crianças, a frequência de efeitos adversos é baixa e o crescimento parece não ser afetado, apesar do risco de alterações tireoidianas. O início e a duração da ação da amiodarona podem ser mais curtos.

Qual o preço de Ancoron?

O preço de Ancoron - 100Mg 20 Comprimidos varia entre R$ 0,00 e R$ 0,00, pesquisamos em 0 farmácias no dia 16/06/2024.

Onde comprar?

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