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Exímia Temporize C 30 Comprimidos
O

Outros

Categoria: Produtos Naturais

Fabricante: Farmoquimi

EAN: 7898040322816

Para que serve: Exímia Temporize antirrugas nutrição e fortalecimento da pele.(Veja a bula)

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Veja onde comprar, qual o valor e para que serve Eximia

O Eximia Fortalize é um suplemento oral que contém vitaminas e minerais que participam da manutenção da saúde capilar.

O que é queda de cabelo?

A perda dos cabelos é um problema comum e que atinge milhões de homens e mulheres em todo o mundo. Em primeiro lugar é fundamental que se faça uma distinção entre queda de cabelo e calvície.

Homens, em geral, são os mais afetados pela calvície ou alopecia androgenética, embora muitas mulheres também sofram deste problema. A calvície é a falta de cabelos na cabeça e inúmeros fatores podem causar perda dos cabelos. Dependendo da causa, há maneiras diferentes de lidar com o problema.

A calvície masculina, o tipo mais comum, por exemplo, tem diversos tipos de tratamento, porém muitas pessoas acabam optando por não realizar nenhum tipo de tratamento e “assumem” a própria calvície. A perda dos cabelos pode ser progressiva, no caso da calvície masculina, mas também pode acontecer de repente, no caso da alopecia areata. Pode acometer somente o couro cabeludo, mas também pode atingir todo o corpo. Alguns tipos de alopecia são apenas temporários, já outros são permanentes.

Qual a causa?

Perder cabelo é normal. Cerca de 50 a 100 fios de cabelo caem da cabeça de todas as pessoas diariamente – o que não é muita coisa comparada aos mais de 100 mil fios sobre nosso couro cabeludo.

Conforme vamos envelhecendo, nossos fios de cabelo vão se tornando cada vez mais finos e rarefeitos. No entanto, muitas pessoas apresentam uma perda de cabelos mais acentuada, o que pode ser um sinal de algum problema de saúde mais grave. Mas, mesmo em casos muito acentuados, aqueles que sofrem com perda dos cabelos não têm motivo para pânico: esse quadro não leva à calvície, pois todos os cabelos que caem serão repostos por novos fios!

Queda de cabelos em mulheres
A queda de cabelo é uma queixa mais comum entre as mulheres e, quando patológica, tem diversas causas, como por exemplo doenças da tireoide, deficiência de ferro, amamentação, doenças infecciosas e autoimunes, entre outras. A causa exata da perda de cabelo vai determinar a quantidade de cabelo perdido, a velocidade com que isso acontecerá e que locais do corpo sofrerão mais com a perda de fios.

Mudanças hormonais e no metabolismo podem levar à queda de cabelo temporária, o que justifica boa parte dos casos de mulheres que apresentam o problema. Essas mudanças podem ocorrer durante a gravidez ou parto, devido à irregularidade no uso de pílulas anticoncepcionais e também na menopausa.

Medicamentos também podem causar o problema, como os usados em quimioterapias, no caso de tratamento de câncer, e remédios para artrite, depressão, problemas cardíacos e pressão alta. Estresse físico ou emocional relacionados ou não a uma experiência traumática podem deflagrar o quadro de alopecia areata.

Causas da queda de cabelos nos homens
Já entre os homens, a causa mais comum de queda de cabelo e calvície, como dissemos anteriormente, é a hereditariedade. Tanto homens quanto mulheres podem herdar este problema de seus pais. Isso acontece porque os hormônios sexuais são responsáveis pela miniaturização dos fios de cabelo em algumas pessoas. Este problema, bem mais comum em homens, começa geralmente na puberdade e se agrava conforme os anos passam.

Por fim, a tricotilomania, doença em que a pessoa arranca os fios com as mãos descontroladamente, pode ser responsável por falhas no couro cabeludo e pelos da barba.

Quais os sintomas da queda de cabelo?

  • Se encontrar regularmente muitos cabelos na almofada ao acordar é sinal de que está a perder mais cabelo do que é habitual.
  • Se sentir desconforto no couro cabeludo recomendamos consultar um especialista pois pode tratar-se de uma dermatite ou da presença de fungos. Estas patologias são uma das causas da queda do cabelo e manifesta-se pela vermelhidão do couro cabeludo, por comichão e zonas sem cabelo.
  • Se ao lavar o cabelo perder uma grande quantidade de cabelo, isto pode ser o sinal de uma eventual alopecia. Esta perda de cabelo também pode verificar-se ao escovar ou pentear o cabelo.
  • Se tiver excesso de caspa ou oleosidade no seu cabelo, este pode ser um dos fatores que estejam a provocar a queda do cabelo.
  • No caso dos homens, se a queda do cabelo se verificar na zona da testa, das têmporas ou na parte superior da cabeça, estamos perante o sintoma mais comum da alopecia androgenética, que geralmente se manifesta sob a forma de calvície nas entradas e coroa. Esta perda de cabelo normalmente é provocada pela predisposição genética de cada pessoa.
  • No caso das mulheres, se existir uma progressiva debilidade do cabelo na parte superior da cabeça, estamos perante o sintoma mais comum da calvície feminina, que se manifesta na forma de cabelo mais raro pela perda de densidade e volume no cabelo. O mais frequente é que a alopecia na mulher não chegue a causar uma calvície completa como no caso dos homens.


Eximia para queda de cabelo


Como evitar?

1) Manter os cabelos sempre limpos.
"Quando deixamos de lavar para evitar a queda de cabelo durante o banho, acabamos deixando o couro cabeludo sujo por mais tempo e esta sujeira poderá favorecer e agravar a queda de cabelos", diz o dermatologista Ademir Jr. O ideal é que a lavagem seja feita com água em temperatura menor que 25 graus e, preferencialmente em dias alternados. Assim você evita os desgastes causados pelo excesso de água, sem permitir o acúmulo de sujeira. "No caso de cabelos muito oleosos, se não der para intercalar as lavagens, é fundamental respeitar a temperatura da água, que deve ser de morna a fria", afirma o dermatologista Valcinir Bedin.

2) Usar a escova correta
O uso da escova também pode ocasionar a queda de cabelo. É o que aponta um estudo publicado no Journal of Dermatological Treatment, no qual diz que a frequência com que os cabelos são penteados aumenta a queda dos fios. Além disso usar uma escova que não é para o seu tipo de cabelo pode danificar os fios, deixando aquele aspecto de cabelos quebrados. "As escovas com pinos que apresentam bolinhas de massagem na ponta protegem o couro cabeludo e oferecem mais leveza na hora de desembaraçar", afirma o cabeleireiro da Condor, Gennaro Preite.

3) Reduza seu estresse
Estudos mostram que uma boa parte das pessoas que reclamam de queda de cabelo apresenta ou apresentou algum tipo de estresse que pode ter sido causador da queda capilar. Uma boa forma de reduzir seu estresse, cuidar do organismo e ainda prevenir a queda de cabelo é por meio da prática de atividades físicas. De acordo com Ademir Jr, se exercitar libera endorfinas que diminuem o estresse e consequentemente a queda de cabelos.

4) Não prender os fios molhados
Fazer isso de vez em quando não tem problema nenhum. Mas achar que vai reduzir o volume dos fios dando um bom nó pode causar a queda de cabelo, pois os fios estão fragilizados quando molhados. "Manter o couro cabeludo molhado por muito tempo provoca fungos e cria caspa, além de enfraquecer a raiz e provocar a queda dos fios", afirma o cabeleireiro Paulo César Schettini. Usar um leave-in e evitar o vento enquanto os fios não estão secos são boas medidas para evitar o cabelo armado demais.

5) Atente-se saúde do couro cabeludo
O dermatologista Valcinir Bedin explica que as raízes dos cabelos são a base para fios fortes. "O descaso com o couro cabeludo pode causar a queda de cabelo, caspa, descamação, oleosidade em excesso e até prejudicar a nutrição do cabelo". É importante ressaltar que as raízes do cabelo podem esconder problemas muito graves, como o eczema - uma descamação que começa comumente com uma alergia -, a psoríase de couro cabeludo, e até a alopecia areata, que é uma das formas com que a queda de cabelo. "O médico pode também diagnosticar o problema com mais precisão, diferenciando a caspa da descamação, por exemplo, e receitar remédios mais eficientes", explica Valcinir Bedin.

6) Faça exames periodicamente
Muitas vezes a queda de cabelo, acompanhada de coceira, pode ser um sinal de que há algo errado no organismo como um todo. "Hipotireoidismo pode causar ressecamento da pele no geral, o que provocaria coceiras e consequentemente a queda dos fios, assim como as doenças hepáticas e renais, que por muitas vezes impedem a eliminação de substâncias que provocam o sintoma", explica a dermatologista Aline.

7) Evitar o álcool e o fumo
A ingestão de álcool provoca aumento da produção de radicais livres no nosso corpo. Radicais livres promovem inflamação em alguns tecidos, incluindo a pele do couro cabeludo. Toda inflamação poderá promover aumento da queda de cabelos. Além disto, o álcool, sozinho, desgasta o organismo já que exige de nosso corpo um esforço maior para a metabolização do etanol. O desgaste do metabolismo é um dos fatores que podem levar à queda capilar.

Cuidado também com o tabagismo. Uma pesquisa recente do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, conseguiu mapear com exatidão o tamanho do estrago causado pelas tragadas tóxicas. Depois de analisarem amostras de tecido de 1.241 homens fumantes e não fumantes, os estudiosos constataram que o hormônio DHT, particularmente ligado à calvície, aparecia em índices até 13% superiores entre os adeptos do cigarro. Além disto, por produzir radicais livres em nosso corpo, o cigarro facilita a queda de cabelo.

8) Cuidado com a ansiedade e a depressão
Segundo a psicóloga Angélica Cristina Strauss, estas duas condições podem também causar a queda de cabelo por serem fatores estressantes. Dependendo do grau de sua depressão ou ansiedade, a reação orgânica a isso pode alterar a produção de oleosidade de seu couro cabeludo, o que pode promover descamação ou aparecimento da caspa, alguns fatores que facilitam a queda.

Além disso, em casos mais crônicos, a depressão também pode levar a alterações nos hábitos alimentares e perda de apetite, o que, num futuro próximo, pode contribuir para o enfraquecimento dos fios e a queda de cabelo. Alguns dos medicamentos utilizados para o tratamento dessas doenças podem ter o mesmo efeito. Caso isso aconteça, você deve procurar um dermatologista, que verificará a causa e indicará um tratamento específico para o seu caso.

9) Cuide da alimentação
O que comemos é essencial para fortalecer os fios e estimular o crescimento deles. Alguns nutrientes específicos como os minerais (zinco, selênio, cálcio, silício e ferro), vitaminas (E, C e do complexo B), proteínas e grão integrais são extremamente benéficos para fortalecer os fios e evitar a queda de cabelo. "As propriedades desses nutrientes funcionam em cosméticos, mas seu maior benefício está quando estão presentes nos alimentos consumidos", diz o dermatologista Marcelo Bellini. Existem alguns alimentos que ajudam a evitar a queda de cabelo, como a carne vermelha, frutos do mar e leite.

10) Use a chapinha corretamente
Caso faça uso incorreto, os danos podem podem tomar grandes proporções. Erros como passar chapinha no cabelo molhado, sujo, ou dispensar protetores térmicos podem potencializar a queda de cabelo.

Como Eximia funciona?

Para entender a ação Eximia Fortalize nos cabelos, é necessário saber como age cada um dos seus componentes.

Vitamina A ou retinol: Protege, hidrata e contribui para o crescimento dos fios.

Vitamina B1 ou tiamina: Participa do processamento de alimentos e fornecimento de nutrientes aos fios de cabelo.

Vitamina B2 ou riboflavina: A vitamina B2 protege o fio de danos causados por radicais livres. Além disso, colabora no crescimento dos fios por melhorar o aporte de energia e ativar vitaminas B6 e B9.

Vitamina PP, B3 ou niacina: A niacina aumenta o fornecimento de energia aos fios, por melhorar a circulação sanguínea e participar do processamento de alimentos. Além disso, a vitamina B3  tem propriedades anti-inflamatórias. A modulação da resposta inflamatória pode contribuir no tratamento da calvície e queda de cabelos.

Vitamina B5 ou ácido pantotênico: O ácido pantotênico auxilia no processamento de alimentos e fornecimento de energia.

Vitamina B6 ou piridoxina: Participa da produção de hormônios e no processamento de proteínas, principais constituintes do cabelo.

Vitamina B7, vitamina H ou biotina: A biotina é lembrada como a principal vitamina associada à saúde de cabelos ou unhas. Entre os efeitos conferidos à biotina, destacam-se o fortalecimento e a melhora da hidratação dos fios. Apesar da boa aceitação por médicos e pacientes, existem poucos dados científicos sobre seus benefícios para os cabelos.

Vitamina B9 ou ácido fólico: Participa do processamento de proteínas e produção de DNA e RNA, etapas fundamentais no desenvolvimento e crescimento dos cabelos.

Vitamina B12 ou cobalamina: Junto ao ácido fólico, pode estar associada ao crescimento capilar por participar da produção de proteínas e material genético.

Vitamina C ou ácido ascórbico: Por ser antioxidante, a vitamina C ajuda a proteger os fios dos efeitos do estresse oxidativo provocado pelos radicais livres. A vitamina C também melhora a absorção do ferro, essencial para os cabelos.

Vitamina E: A vitamina E melhora a circulação sanguínea dos folículos capilares, aumentando o aporte de oxigênio e nutrientes aos fios. Além disso, por ser antioxidante, ela protege os fios dos radicais livres.

Magnésio: O magnésio é um mineral que participa de inúmeras reações químicas no organismo. Além disso, ele auxilia a absorção de outros minerais, como o cálcio. Entretanto, não há dados suficientes na literatura médica sobre a associação entre magnésio e queda de cabelos. Dessa forma, não é possível afirmar que sua reposição possa contribuir com o tratamento da queda capilar excessiva.

Ferro: A deficiência de ferro é uma das causas nutricionais mais relacionadas à queda de cabelo. A carência de ferro leva à redução da produção da hemoglobina, molécula que carrega o oxigênio no sangue.
O menor aporte de oxigênio às células capilares pode prejudicar seu desenvolvimento. Com isso, pode haver maior tendência à diminuição do ritmo de crescimento e queda dos fios. Além disso, o ferro participa do processo de replicação celular. Assim, sua deficiência interfere na produção e formação do fio.

Zinco: O zinco é um mineral essencial para diversos processos bioquímicos no organismo. Ele participa da reprodução celular, manutenção dos níveis hormonais, síntese de proteínas e absorção de vitaminas e outros minerais. Por suas diversas funções, o zinco é um dos minerais mais lembrados quando o assunto é queda de cabelos. Nesse sentido, acredita-se que deficiência de zinco possa provocar alterações na estrutura protéica do fio. Essas alterações seriam responsáveis por uma maior fragilidade estrutural dos cabelos, tornando-os mais propensos à queda e quebra.
Além disso, um outro papel do zinco no mecanismo da queda poderia estar associado a sua participação na divisão celular. O crescimento do fio depende da proliferação de células da raiz do cabelo. Como o zinco é essencial para produção de DNA, sua deficiência poderia afetar essa etapa.

Posologia (Como usar) Eximia

A recomendação é de 1 comprimido 1 vez ao dia, após uma das refeições.
A preferência pelo consumo após refeição se deve à presença de vitaminas lipossolúveis na fórmula.
Por serem lipossolúveis, a vitamina A e a vitamina E são melhor absorvidas na presença de gorduras.

Eximia tem efeitos colaterais?

Por ser um suplemento nutricional, não se espera que ocorram efeitos adversos ou interações medicamentosas.

Qual o preço de Eximia?

O preço de Eximia Temporize C 30 Comprimidos - Farmoquimi varia entre R$ 58,90 e R$ 109,70, pesquisamos em 19 farmácias no dia 16/09/2019.

Onde comprar?

Aqui na Cliquefarma você encontra o melhor preço e descobre onde comprar Eximia sem sair de casa, também com as melhores condições de entrega na sua região.

Para que serve

Exímia Temporize antirrugas nutrição e fortalecimento da pele.

Contraindicação

Este medicamento é contraindicado para uso nos casos de história de alergia a qualquer um dos componentes da fórmula, embora estes casos sejam raros.

Como usar

Tome 1 comprimido ao dia de Eximia Temporize.

Consuma somente a quantidade indicada na embalagem.

Precauções

Polivitamínicos + minerais não deve ser utilizado em portadores de hipervitaminose A e/ou D, insuficiência renal, hemossiderose, hipercalcemia e hipercalciúria.

Vitamina A

A administração excessiva de vitamina A por longos períodos de tempo leva a toxicidade conhecida como hipervitaminose A.

Esta é caracterizada por fadiga, irritabilidade, anorexia, perda de peso, vômitos, distúrbios gastrintestinais, febre, alopecia, ressecamento dos cabelos, letargia, sudorese, unhas quebradiças, eritema, hiperpigmentação e descamação maciça, dores nos ossos e articulações.

Sintomas de intoxicação em crianças incluem sinais e sintomas do sistema nervoso central, como, aumento da pressão intracraniana, distúrbios visuais, abaulamento de fontanelas, cefaleia, papiledema, exoftalmia e vertigem.

Fechamento prematuro de epífises, hiperostose dolorosa dos ossos longos, artralgia, mialgia, hipercalcemia e hipercalcinúria.

Pode aparecer hipomenorréia, hepatoesplenomegalia, cirrose, icterícia, elevação de transaminases, dificuldade urinária, anemia, leucopenia, leucocitose e trombocitopenia.

A susceptibilidade dos efeitos da superdosagem de vitamina A é mais exacerbada em crianças e pacientes com disfunção hepática.

Vitamina B12 e ácido fólico

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes com atrofia óptica hereditária de Leber, uma vez que tem sido relatada uma atrofia rápida do nervo óptico na administração a estes pacientes.

Pacientes com suspeita de estado carencial destas vitaminas devem ser submetidos a um diagnóstico preciso antes de serem submetidos ao tratamento com este medicamento.

Doses superiores a 10 ?g/dia de cianocobalamina podem produzir respostas hematológicas em pacientes com deficiência de folatos, e por isso o uso indiscriminado de cianocobalamina pode mascarar um diagnóstico preciso.

O uso de ácido fólico no tratamento da anemia megaloblástica pode resultar em uma recuperação hematológica, mas pode mascarar uma deficiência contínua de vitamina B12 e permitir o desenvolvimento ou a progressão de uma lesão neurológica.

Polivitamínicos + minerais não é indicado em casos de anemia perniciosa.

Gestação

Categoria C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e utilizar máquinas

Não é esperado que Polivitamínicos + Minerais (substâncias ativas) tenha qualquer efeito sobre a capacidade de dirigir e utilizar máquinas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco

Polivitamínicas + minerais não deve ser utilizado em portadores de hipervitaminose A e/ou D, insuficiência renal, hemossiderose, hipercalcemia e hipercalciúria.

Polivitamínicos + minerais não é indicado para pacientes idosas e crianças.

Polivitamínicos + minerais é indicado somente para uso em mulheres em idade potencial de gravidez no período pré-concepcional, durante a gestação e na lactação.

Reações Adversas

Polivitamínicos + minerais é bem tolerado.

Em casos pouco frequentes pode ocorrer obstipação intestinal.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

População Especial

Gestante, nutrizes e crianças somente devem consumir este produto sob orientação de nutricionista ou médico.

Interação Medicamentosa

Polivitamínicos + Minerais (substâncias ativas) não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos à base de ácido acetilsalicílico, levodopa, cimetidina, carbamazepina ou tetraciclina e antiácidos.

Caso realmente seja necessário o uso de Polivitamínicos + Minerais (substâncias ativas) com tetraciclina deve-se respeitar um intervalo mínimo de 2 horas entre a administração destes medicamentos, pois o ferro de Polivitamínicos + Minerais (substâncias ativas) pode comprometer a absorção da tetraciclina.

Ação da Substância

Resultados de eficácia

A eficácia da suplementação vitamínica-mineral em pacientes no período pré-concepcional, durante a gravidez e durante a lactação é conhecida e sua utilização como rotina obstétrica é mencionada na literatura.

As doses utilizadas em Polivitamínicos + Minerais (substâncias ativas) foram fundamentadas na Ingestão Diária Recomendada (IDR) para o período pré-gestacional e durante a gestação e a lactação.

Da literatura constam dados que evidenciam direta e indiretamente a eficácia dos componentes deste polivitamínico e mineral, observando-se que Polivitamínicos + Minerais (substâncias ativas) fornece 100% ou mais da Ingestão Diária Recomendada das vitaminas A, D, E, C, B1, B2, B6, B12, ferro e zinco para gestantes.

A quantidade de ácido fólico (2 mg) oferece alta proteção contra os defeitos do tubo neural.

Características farmacológicas

O medicamento é um suplemento vitamínico-mineral indicado para uso pré-concepcional, durante a gravidez e a lactação.

Assim, observa-se que Polivitamínicos + Minerais (substâncias ativas) fornece 100% ou mais da Ingestão Diária Recomendada (IDR) das vitaminas A, D, E, C, B1, B2, B6, B12, ferro e zinco para gestantes.

A quantidade de ácido fólico (2 mg) pode ser recomendada tanto para a prevenção de doenças do tubo neural (DTNs) como para a suplementação em estados de carência de ácido fólico.

Hoje sabemos que as DTNs possuem uma prevalência em neonatos de um a três por 1000.

Dentre o grupo das DTNs, as mais comuns são a espinha bífida, a anencefalia e a encefalocele.

Atualmente já se sabe da importância do folato na prevenção destes casos.

O consumo de ácido fólico por mulheres no período pré-concepcional e durante a gravidez é a única maneira eficaz de se prevenir as DNTs.

Através desta medida espera-se prevenir até 75% dos casos de defeitos do tubo neural.

Vitamina A (betacaroteno)

O betacaroteno pertence à família de substâncias químicas naturais conhecidas como carotenos ou carotenóides.

O betacaroteno é um caroteno particularmente importante, do ponto de vista nutricional por ser facilmente convertido no organismo em vitamina A, o que traz segurança visto que a ingestão em excesso de vitamina A pode ser tóxica.

Após os carotenóides serem liberados da ligação das proteínas por ação de enzimas proteolíticas, são absorvidos pela mucosa intestinal, onde o betacaroteno é oxidado, transformando-se em retinaldeído, que se reduz a retinol, (na presença de sais biliares e vitamina E), o qual, por sua vez, se reesterificará com ácidos graxos no interior das células da mucosa intestinal.

Via sistema linfático, incorporado aos quilomícrons, é levado ao sangue e, finalmente, ao fígado onde se armazenará.

O betacaroteno só é biologicamente ativo quando transformado em retinol (vitamina A).

O metabolismo da vitamina A não parece ser afetado durante a gravidez.

Na gestação, a vitamina A é necessária em quantidades crescentes para ajudar nos processos reprodutivos da mãe, incluindo o crescimento e o desenvolvimento fetal, e durante a lactação, para repor as perdas no leite materno.

A crescente necessidade durante a gestação é pequena e poderia ser suprida por meio de uma dieta balanceada e pelas reservas maternais provenientes de mulheres bem alimentadas (National Research Council).

Entretanto, em áreas com deficiência endêmica de vitamina A (VAD), como o Brasil, os suplementos de vitamina A em geral devem suprir essa necessidade.

Com a lactação, as necessidades aumentam para repor à perda diária de vitamina A no leite materno e para manter a vitamina A do leite em uma concentração para a proteção das necessidades das crianças em crescimento rápido, durante pelo menos os primeiros 6 meses de vida.

Vitamina D (colecalciferol)

A vitamina D é absorvida no jejuno, na presença de sais biliares.

Via sistema linfático, incorporado aos quilomícrons, é levada ao sangue e, finalmente, ao fígado onde ocorre sua conversão enzimática a 25-hidroxicolecalciferol, a principal forma circulante de vitamina D.

Nos rins ocorre uma nova hidroxilação transformando-se em 1,25-diidroxicolecalciferol ou calcitriol.

A excreção da vitamina D e seus metabólicos ocorrem principalmente nas fezes e muito pouco é eliminado na urina.

A vitamina D apresenta meia-vida de 19 a 25 horas. O calcitriol tem meia-vida de 3 a 5 dias, sendo que 40% da dose administrada é excretada em 10 dias.

Vitamina E (acetato de racealfatocoferol)

A vitamina E precisa para sua absorção, como as demais vitaminas lipossolúveis, das secreções biliar e pancreática normais, da formação de micelas e do transporte através das membranas intestinais.

A vitamina E é absorvida no intestino via linfática, incorporada aos quilomicrons, sendo transportada na fração LDL, e é transferida ao fígado.

O alfatocoferol é secretado do fígado para o intestino em associação ao VLDL, porém este mecanismo necessita de maiores esclarecimentos.

O que se sabe é que existe elevada correlação entre o colesterol ou os lípides totais no soro e a concentração de tocoferol. A via principal de excreção é a eliminação fecal, pois menos de 1% de vitamina E ingerida é excretada na urina.

Vitamina C (ácido ascórbico)

O ácido ascórbico é facilmente absorvido no intestino delgado por um mecanismo ativo e provavelmente por difusão é transportado ao sangue.

É armazenado no fígado e no baço e estes órgãos mantêm o equilíbrio entre as concentrações séricas e teciduais.

Quantidades excessivas são excretadas na urina. Ocorre concentração máxima em 2 a 3 horas após a ingestão.

O ácido ascórbico é excretado no leite materno.

Vitamina B1 (nitrato de tiamina)

A absorção da tiamina é realizada em meio ácido principalmente no jejuno e duodeno proximal.

Em baixas concentrações sua absorção é mediada por carreadores que dependem do Na+ e em altas concentrações, a absorção é realizada por difusão passiva.

A vitamina é fosforilada nas células da mucosa em tiamina fosfato (di e trifosfato) e nessa forma é transportada para o fígado pela circulação portal, sendo este o órgão de maior concentração dessa vitamina juntamente com os rins e o coração.

A excreção de tiamina pela urina reflete, principalmente, a quantidade ingerida.

A excreção fecal é indicativa da tiamina ingerida, porém não absorvida.

A biodisponibilidade oral da tiamina é de 5,3%. A tiamina é excretada no leite materno.

Vitamina B2 (riboflavina)

A riboflavina é absorvida pelas paredes proximais da região proximal do intestino delgado, e é fosforilada em FMN (flavina mononucleotídeo) antes de entrar na corrente sanguínea.

É então transportada pelo sangue e excretada na urina.

A meia-vida média inicial é cerca de 1,4 hora e a meia-vida terminal é de 14 horas.

A ingestão de alimentos que contenham riboflavina faz com que a urina adquira uma coloração muito amarelada.

A quantidade excretada tem uma relação direta com a quantidade ingerida.

Embora se encontrem quantidades pequenas de riboflavina nos tecidos, especialmente fígado e rins, ela não é armazenada de modo significativo, devendo ser suprida na alimentação.

Vitamina B6 (cloridrato de piridoxina)

A absorção da vitamina B6 é feita no jejuno e no íleo por difusão passiva.

Tanto o piridoxal quanto o piridoxal-5-fosfato são transportados no plasma e nas células vermelhas, e podem estar ligados à albumina (pelo menos 60%).

A vitamina B6 é excretada pelo organismo principalmente como ácido 4-piridóxico.

O local de distribuição da piridoxina é o fígado e músculos.

O pico sérico é obtido após 1,25 horas após a ingestão.

A taxa de excreção renal é de 35 a 63% e a biliar é de 2%. A meia-vida de eliminação é de 15 a 20 dias.

Vitamina B12 (cianocobalamina)

A vitamina B12 é absorvida no trato intestinal após a quebra das ligações protéicas pelo ácido clorídrico e pelo fator intrínseco da enzima mucoprotéica, ambos presentes na secreção gástrica.

É então transportada pela corrente sanguínea ligada às globulinas e transcobalamina.

O armazenamento tecidual é maior no fígado (90%) e em menor quantidade nos rins, sendo liberada quando necessária para a medula óssea e outros tecidos corporais.

Havendo ingestão exagerada dessa vitamina, ocorre a excreção por via urinária.

Ácido fólico

A absorção do ácido fólico ocorre no trato intestinal, mais especificamente no jejuno.

Processos de redução e metilação do ácido fólico são realizados no fígado, e o ácido fólico é liberado para a circulação sistêmica.

No organismo, o fígado é o órgão que contém a maior parte de folato (50%). Cerca de 30% são excretados pelos rins.

Formas reduzidas são excretadas pela urina e pela bile. O folato pode ser sintetizado pelos microorganismos intestinais.

A excreção urinária do ácido fólico pode ser potencializada pelo uso de álcool ou diuréticos.

Até 0,1 mg/dia de ácido fólico é excretado no leite materno, o que demanda uma maior ingestão neste período.

A administração de ácido fólico no período pré-gestacional (3 meses antes da gestação) e durante os três primeiros meses da gestação reduz a incidência de defeitos do tubo neural (DTNs), como espinha bífida, meningomielocele, anencefalia.

Ferro (fumarato ferroso)

A acidez gástrica e as enzimas hidrolíticas no intestino delgado liberam o ferro da forma (Fe+3) à forma ferrosa (Fe+2), que é prontamente absorvido no duodeno na membrana basal dos enterócitos que também sintetizam a apoferritina.

A presença de ácidos biliares bicarbonato-fosfato diminui a absorção do ferro.

Os íons ferrosos (Fe+2) se ligam aos receptores dos enterócitos, penetram na célula, são oxidados novamente ao estado férrico (Fe+3) e ligam-se à apoferritina.

Como os enterócitos são continuamente renovados e descamados, o ferro ligado à ferritina é perdido no lúmen intestinal.

O equilíbrio entre as concentrações sérica e tecidual ocorre na circulação portal.

Em caso de carência de ferro corporal, a síntese de apoferretina diminui e o ferro passa livremente pelos enterócitos ainda em estado ferroso, entrando no plasma.

No estado de repleção, a síntese de apoferritina e ferritina aumenta e esse processo se inverte.

No sangue o Fe+2 é reoxidado para Fe+3 e carreado pela transferrina plasmática, principal proteína com capacidade de ligação do ferro circulante.

No fígado, baço e medula óssea, locais de armazenamento, a transferrina libera o ferro e retorna à circulação portal.

No fígado o ferro é armazenado como ferritina ou hemossiderina. A meia-vida de eliminação é de 6 horas.

Zinco (óxido de zinco)

O zinco é absorvido ao longo de todo o intestino delgado, particularmente no jejuno.

O zinco liga-se à metalotioneína citoplasmática, podendo ser usado pelo enterócito ou passar para a circulação portal, onde é transportado pela albumina.

Acredita-se que apenas 20 a 40% do zinco da dieta sejam absorvíveis.

A absorção do zinco é alterada pela presença de diversos fatores dietéticos, principalmente pelos fitatos.

A via principal de excreção é intestinal (67%).

A taxa de excreção renal é de 2%. O zinco é excretado no leite materno.

Eventualmente o zinco é perdido nas fezes, junto com enterócitos descamados.

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