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Princípio ativo: Metotrexato

Categoria: Medicamentos

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Princípio ativo: Metotrexato

Categoria: Medicamentos

Fabricante: Accord

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Princípio ativo: Metotrexato

Categoria: Medicamentos

Fabricante: Wyeth

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Para que serve: Miantrex* Cs? Miantrex* CS (metotrexato) é um fármaco citotóxico utilizado na quimioterapia antineoplásica e em certas patologias não-malignas.(Veja a bula)

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Princípio ativo: Metotrexato

Categoria: Medicamentos

Fabricante: Teva

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Para que serve: - É indicado no tratamento da Artrite reumatóide, Leucemia linfocítica, Psoríase grave e Tumor tromfoblático.(Veja a bula)

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Hytas 100mg Ml- 10ml Metotrexato
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Princípio ativo: Metotrexato

Categoria: Medicamentos

Fabricante: Accord

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Para que serve: - É indicado no tratamento da Artrite reumatóide, Leucemia linfocítica, Psoríase grave e Tumor tromfoblático.(Veja a bula)

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Metotrexato
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Categoria: Medicamentos

EAN: 7898106033267

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Metotrexato Solução Injetável 25mg/ml Caixa Frasco Com 2ml
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Princípio ativo: Metotrexato

Categoria: Medicamentos

Fabricante: Blau

EAN: 7896014669042

Para que serve: Metotrexato Solução Injetável 25mg/ml Caixa Frasco Com 2ml

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Metotrexato 50mg, Pó Liófilo Injetável
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Categoria: Medicamentos

EAN: 7898106033281

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Metotrexato 100mg/ml Sol Inj Ct Fa Vd Trans X 10 Ml
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Princípio ativo: Metotrexato

Categoria: Hospitalar

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Metotrexato 25mg/ml Sol Inj Ct Fa Vd Trans X 20 Ml
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Genérico

Princípio ativo: Metotrexato

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Categoria: Outros

EAN: SKUP6468

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Miantrex* Cs

ATENÇÃO: O texto abaixo deve ser utilizado apenas como uma referência secundária. É um registro histórico da bula, rótulo ou manual do produto. Este texto não pode substituir a leitura das informações que acompanha o produto, cujo fabricante podem mudar a formulação, recomendação, modo de uso e alertas legais sem que sejamos previamente comunicados. Apenas as informações contidas na própria bula, rótulo ou manual que acompanha o produto é que devem estar atualizadas de acordo com a versão comercializada porém, no caso de qualquer dúvida, consulte o serviço de atendimento ao consumidor do produto ou nossa equipe.


 

Indicação:

Para que serve Miantrex* Cs? Miantrex* CS (metotrexato) é um fármaco citotóxico utilizado na quimioterapia
antineoplásica e em certas patologias não-malignas.

 

Contra Indicação:

Quando não devo usar este medicamento? Miantrex* CS (metotrexato) é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade
conhecida ao metotrexato ou a qualquer componente da fórmula e àqueles portadores
de insuficiência renal grave.

A presença de insuficiência hepática, alcoolismo, depressão da medula óssea
(presença de anemia grave e/ou leucopenia grave e/ou trombocitopenia), infecções
graves, úlcera péptica ou colite ulcerativa, gravidez e aleitamento (vide "Advertências
e Precauções") requerem extrema cautela no uso do metotrexato para terapia
antineoplásica enquanto representam contra-indicações para o uso em pacientes com
psoríase.

 

Posologia:

Como usar Miantrex* Cs? Indicações em oncologia
A dose do metotrexato para indicações oncológicas é habitualmente baseada na área de
superfície corpórea (m2) do paciente ou no peso corpóreo (kg). Entretanto, se o paciente for
obeso ou tiver retenção hídrica grave, a dosagem deve ser baseada no peso corpóreo ideal
estimado.

A faixa de dose terapêutica do metotrexato para indicações oncológicas é muito ampla. A
dose, as vias intravenosa (injeção em bolus ou infusão), intramuscular, intratecal e
esquemas de administração variam de acordo com a doença que está sendo tratada, os
tratamentos citotóxicos concomitantes que estão sendo empregados (fármacos e
radioterapia), a condição do paciente e a disponibilidade de adequadas medidas
quimioprotetoras / de suporte.

De um modo geral, as doses devem ser reduzidas em função de deficiências hematológicas
e insuficiência renal ou hepática. Doses elevadas (superiores a 100 mg) são geralmente
administradas através de infusão intravenosa lenta, durante períodos que não devem
exceder a 24 horas, sendo que parte da dose é injetada inicialmente por via IV rápida. As
doses intravenosas (IV) de metotrexato variam, usualmente, de 30 a 120 mg/m2/ciclo em
pacientes com função renal normal. Doses de metotrexato tão elevadas quanto 12-15 g/m2
podem ser administradas (por exemplo, no tratamento de osteossarcoma), as quais devem
sempre ser administradas com ácido folínico (folinato de cálcio) a fim de proteger contra a
toxicidade excessiva. Além disso, doses altas não devem ser administradas por push IV e
necessitam de pré-hidratação e alcalinização da urina. A dosagem do metotrexato deve ser
ajustada se o fármaco for utilizado em associação com outros agentes quimioterápicos com
sobreposição de toxicidades. É necessário ter especial cuidado no caso de associações
com outros fármacos nefrotóxicos (por exemplo, cisplatina).

Os exemplos de doses abaixo têm sido empregados nas indicações que se seguem:
Coriocarcinoma e doenças trofoblásticas similares
15 a 30 mg/dia em ciclos terapêuticos de 5 dias. Os ciclos são usualmente repetidos 3 a 5
vezes, caso necessário com intervalos de repouso de uma ou duas semanas (6 - 12 dias,
em média), até o desaparecimento de qualquer efeito tóxico porventura manifestado. A
eficácia é avaliada através da dosagem das gonadotrofinas coriônicas urinárias (GCU) de 24
horas, que devem retornar ao normal, ou a menos que 50 UI/24h, após o 3º ou 4º ciclo.

Recomenda-se um ou dois ciclos suplementares após a normalização das GCU. Antes de
cada ciclo é essencial cuidadosa avaliação clínica. Doses semelhantes de metotrexato têm
sido também utilizadas no tratamento de mola hidatiforme e do corioadenoma destruens.

Leucemia aguda linfocítica (linfoblástica)
No uso isolado, a dose na fase aguda é de 20 - 40 mg/m2 IM ou IV, duas vezes por semana,
e a dose de manutenção é de 15 - 30 mg/m2 IM, uma ou duas vezes por semana,
geralmente associado a outros quimioterápicos. Diante de recidiva, a remissão pode ser
novamente obtida com a administração do esquema inicial. Quando empregado em
associação à corticoterapia, o metotrexato deverá ter sua dose reduzida em relação ao seu
emprego isolado.

Leucemia meníngea
Pelo fato dos portadores de leucemia estarem sujeitos à invasão leucêmica do sistema
nervoso central, que poderá ou não apresentar sintomatologia, é recomendável a análise
rotineira do líquido cefalorraquidiano (LCR) em tais pacientes. Devido à marcante freqüência
da leucemia meníngea, é agora uma prática comum administrar o metotrexato
intratecalmente como profilaxia, uma vez que a passagem da droga do sangue para o
líquido cefalorraquidiano é mínima. Por via IT, a administração é feita sob forma de solução,
na dose de 12 mg/m2 (recomendando-se 15 mg como dose máxima), a intervalos de 2 a 5
dias. A solução final de infusão deve apresentar uma concentração de 1 mg/mL em meio
adequado, estéril, isento de conservantes (soro fisiológico, por exemplo). O metotrexato é
administrado até que a contagem de células no LCR retorne ao normal, ponto em que se
aconselha uma dose adicional. Doses elevadas podem ocasionar convulsões, porém
qualquer que seja a dose injetada por via IT pode desencadear efeitos indesejáveis,
principalmente de natureza neurológica. Após administração IT, a droga aparece em
concentrações significativas na circulação, quando pode dar origem à toxicidade sistêmica.

Por conseguinte, a terapia antileucêmica sistêmica com o medicamento deve ser
apropriadamente ajustada, reduzida ou interrompida. O envolvimento focal do SNC poderá
não responder à quimioterapia por via IT.

Alternativamente, foi sugerido um esquema baseado na idade do paciente, com crianças
abaixo de 1 ano recebendo 6 mg, 8 mg para crianças de 1 ano, 10 mg para as de 2 anos e
12 mg para aquelas com 3 anos ou mais.

Não deve ser realizada radioterapia envolvendo o sistema nervoso central
concomitantemente com metotrexato IT.

Câncer de mama
O metotrexato, em doses IV de 10-60 mg/m2, é comumente incluído em regimes
combinados cíclicos com outros agentes citotóxicos, no tratamento do câncer avançado de
mama. Esquemas similares têm sido também utilizados como terapia adjuvante em casos
precoces após mastectomia e/ou radioterapia.

Terapia paliativa de tumores sólidos inoperáveis
Têm sido recomendadas doses de 25 a 50 mg por semana, por via intramuscular. Doses de
30 mg a 50 mg têm sido aplicadas por perfusão, diluídas em soro fisiológico e instiladas em
cavidades do corpo relacionadas ao tumor.

Indicações não oncológicas
No tratamento de indicações não-oncológicas, são normalmente utilizadas doses baixas
(administradas por injeção IM).

Psoríase grave (vide "Advertências e Precauções")
Dose única de 10 a 25 mg por semana, IM ou IV, até obtenção de resposta adequada. Ao se
decidir pela quimioterapia da psoríase com metotrexato, recomenda-se avaliação da
funcionalidade renal, hepática e hematopoiética antes da terapia, periodicamente, no
decorrer desta e antes de sua reinstituição. Pacientes femininos devem ser orientadas no
sentido de evitar a concepção durante pelo menos 8 semanas após a terapia com
metotrexato. Uma vez obtida resposta clínica, a dose deverá ser reduzida ao mínimo
possível e administrada a intervalos maiores.

Instruções de Uso/Manuseio
Medidas de Proteção - São necessárias as seguintes medidas de proteção devido à
natureza tóxica desta substância:
A equipe deve ser treinada para efetuar as técnicas adequadas para reconstituição e
manuseio;
As mulheres grávidas da equipe não devem trabalhar com este fármaco;
Os profissionais que estiverem manuseando o metotrexato injetável devem receber
equipamento de proteção: óculos, aventais, bem como luvas e máscaras descartáveis;
Deve ser designada uma área para a reconstituição (preferivelmente sob sistema de fluxo
laminar). A superfície de trabalho deve ser protegida com papel absorvente revestido de
plástico no verso, descartável;
Todos os itens utilizados para a reconstituição, administração e limpeza, inclusive as luvas,
devem ser colocados em recipientes descartáveis, especiais para material de alto risco, para
incineração em alta temperatura;
Ao contato acidental, a pele ou os olhos devem ser imediatamente lavados com grandes
quantidades de água ou solução de bicarbonato de sódio; deve-se procurar por cuidados
médicos.

Conservação
Miantrex* CS (metotrexato) deve ser conservado em temperatura ambiente (abaixo de 25º
C), protegido da luz. Descartar devidamente qualquer solução não utilizada.

 

Efeitos Colaterais:

Quais os males que este medicamento pode me causar? Muitos dos efeitos colaterais da terapia com metotrexato não podem ser evitados, tendo em
vista as ações farmacológicas do fármaco. Entretanto, os efeitos adversos são geralmente
reversíveis se detectados precocemente. Os principais efeitos tóxicos do metotrexato
ocorrem em tecidos normais de proliferação rápida, particularmente a medula óssea e o
trato gastrintestinal. Ulcerações da mucosa oral são, habitualmente, os sinais mais precoces
de toxicidade. As reações adversas mais comuns incluem estomatite, leucopenia, náusea e
desconforto abdominal; entretanto, como ocorre com outros fármacos, podem ocorrer outras
toxicidades com freqüências e intensidades diferentes de acordo com as várias doses/vias
de administração.

As reações adversas relatadas para os diferentes sistemas orgânicos são as seguintes:
Efeitos Hematológicos
Depressão da medula óssea (leucopenia, neutropenia, trombocitopenia e anemia) é
esperada após terapia com metotrexato. O nadir (efeito deteriorante máximo) dos leucócitos,
neutrófilos e plaquetas circulantes habitualmente ocorre entre 5 e 13 dias após a dose IV em
bolus (com recuperação entre 14 e 28 dias). Os leucócitos e neutrófilos podem,
ocasionalmente, apresentar duas depressões, a primeira ocorrendo em 4-7 dias e um
segundo nadir após 12-21 dias, seguido por recuperação. Podem ser esperadas seqüelas
clínicas como febre, infecções e hemorragia em várias localizações.

Também foi relatada anemia megaloblástica, principalmente em pacientes idosos recebendo
tratamento prolongado semanalmente com metotrexato. A suplementação de folato pode
permitir a continuação da terapia com metotrexato com a resolução da anemia.

Efeitos Gastrintestinais
Podem ocorrer mucosite (estomatite, gengivite, glossite, enterite), bem como náuseas,
vômitos e diarréia. As conseqüências clínicas dessa toxicidade podem ser ulceração e
sangramento das membranas mucosas da boca e/ou outras porções do trato gastrintestinal,
perfuração intestinal, desconforto abdominal, anorexia. A administração de metotrexato tem
sido associada com hepatotoxicidade aguda e crônica. É comumente relatada a alteração
dos testes de função hepática (aumentos nos níveis de transaminases e LDH), mas isso
geralmente se resolve dentro de um mês da cessação da terapia. Fibrose ou cirrose
hepática mais importante pode acompanhar tratamentos prolongados (2 anos ou mais) e
doses elevadas cumulativas do fármaco. O risco de desenvolver hepatotoxicidade crônica
em pacientes com psoríase parece estar correlacionada, não somente com as doses
cumulativas do fármaco, mas também com a presença de condições concomitantes como
alcoolismo, obesidade, diabetes, idade avançada e uso de compostos arsenicais.

Hipersensibilidade e Efeitos Dermatológicos
Foram relatadas erupções cutâneas eritematosas, urticária e prurido após a administração
de metotrexato. Também foram relatadas reações anafiláticas e ulceração/necrose da pele
compatíveis com necrólise epidérmica tóxica. Também podem ocorrer dermatites,
acne/furunculose/foliculite, vasculite, petéquias, equimoses, teleangiectasias,
fotossensibilidade, despigmentação/hiperpigmentação da pele e alopecia. Podem aparecer
queimaduras e eritema em áreas psoriáticas por 1-2 dias após cada dose, agravadas por
exposição concomitante à radiação ultravioleta.

Efeitos Pulmonares
Podem ocorrer pneumonite intersticial, fibrose intersticial, infiltrados pulmonares
eosinofílicos reversíveis. Foi ocasionalmente relatada patologia pulmonar intersticial crônica.

As manifestações de toxicidade pulmonar induzidas pelo metotrexato incluem febre, tosse
(principalmente seca e não produtiva), dispnéia, dor torácica, hipoxemia e/ou evidência
radiológica de infiltrados pulmonares (geralmente difusos e/ou alveolares).

Efeitos sobre o SNC
Relatou-se neurotoxicidade em pacientes recebendo metotrexato intratecal ou em altas
doses. A aracnoidite química manifesta-se através de cefaléia, dor nas costas, rigidez de
nuca. Uma forma subaguda de toxicidade pode caracterizar-se por vários graus de paresia.

Também foram relatados paraplegia e aumento da pressão liquórica. Uma síndrome tardia,
ocorrendo meses ou anos após o tratamento, é caracterizada por leucoencefalopatia
necrotizante. A síndrome pode iniciar-se de forma insidiosa e progredir para um estado
confusional, estupor, convulsões, ataxia e demência. Os efeitos são dose-relacionados e
ocorrem particularmente quando o metotrexato intratecal é administrado em doses acima de
50 mg em combinação com irradiação craniana e terapia sistêmica com metotrexato. Foi
registrado prejuízo cognitivo em crianças que receberam metotrexato intratecal juntamente
com irradiação craniana.

Efeitos Reprodutivos e Urogenitais
Podem ocorrer insuficiência renal, azotemia, cistite, hematúria. Também foram relatados
oogênese e espermatogênese defeituosas, oligospermia transitória, disfunção urogenital,
corrimento vaginal, infertilidade, quadros de abortamento e defeitos fetais.

Carcinogenicidade
Relatou-se que fármacos citotóxicos estão associados com risco aumentado de
desenvolvimento de tumores secundários em seres humanos. Foi relatada evidência de
danos cromossômicos em células somáticas de animais e em células de medula óssea de
seres humanos com metotrexato.

Outros Efeitos Adversos
Foram relatados outros efeitos adversos em associação com o uso de metotrexato, os quais
incluem febre, calafrios, mal-estar, fadiga, cefaléia, tonturas, sonolência, tinido, visão
borrada e desconforto ocular. Também foram relatadas alterações metabólicas, precipitação
de diabete e efeitos osteoporóticos, inclusive necrose asséptica da cabeça do fêmur.

 

Advertências:

O que devo saber antes de usar este medicamento?Geral
Como regra geral, a administração do metotrexato deve ser realizada sob supervisão de
médicos com treinamento completo para a utilização de fármacos citotóxicos. É obrigatório o
controle minucioso da toxicidade, particularmente na administração de dosagens elevadas
do fármaco.

Embora a probabilidade de ocorrer efeitos tóxicos esteja relacionada, em termos de
freqüência e gravidade, com a dose e/ou freqüência da administração do fármaco, a
toxicidade pode ocorrer em todas as doses.

Pacientes submetidos a tratamento com metotrexato devem ser informados dos riscos de
toxicidade. Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento,
recomendando-se particular atenção aos pacientes com insuficiência renal, bem como para
aqueles com derrames pleurais ou outras coleções em terceiro espaço (por exemplo,
ascite), uma vez que a eliminação do fármaco pode estar comprometida.

As avaliações basais de rotina devem incluir um hemograma completo, testes de função
renal e hepática e uma radiografia de tórax. Durante o tratamento da psoríase, recomendase
a monitoração dos parâmetros hematológicos (pelo menos uma vez ao mês) e função
renal e hepática (a cada um a três meses). Em pacientes oncológicos indica-se, usualmente,
uma monitoração mais freqüente. A urina deve ser mantida alcalinizada ao longo de toda a
terapia com metotrexato.

Pacientes em tratamento ambulatorial com metotrexato devem ser informados dos sinais e
sintomas de toxicidade, da necessidade de procurar seu médico imediatamente se eles
ocorrerem e da necessidade de cuidadoso acompanhamento, inclusive de testes
laboratoriais regulares para monitoração da toxicidade.

As advertências e precauções especiais aplicam-se às seguintes situações:
Infecções
A terapia com metotrexato possui atividade imunossupressora, que potencialmente pode
levar a infecções sérias ou mesmo fatais. Sinais e sintomas de infecção devem ser
cuidadosamente observados e pode ser necessário tratamento antibiótico de largo espectro.

Toxicidade gastrintestinal
Se ocorrerem vômitos recorrentes, graves ou diarréia recorrente ou estomatite ulcerativa
extensa, a terapia com metotrexato deve ser descontinuada em vista do risco de enterite
hemorrágica e perfuração intestinal.

Hepatotoxicidade
Alterações transitórias dos testes de função hepática (transaminases elevadas) são
freqüentemente observadas após a administração de metotrexato e geralmente não
requerem modificação do tratamento com metotrexato. Pode ocorrer toxicidade hepática
crônica (fibrose e cirrose) após tratamento prolongado (2 anos ou mais) e doses elevadas
cumulativas do fármaco. Embora atualmente se acredite que a biópsia hepática seja a única
medida confiável de avaliação da hepatotoxicidade induzida pelo metotrexato, os testes de
função hepática devem ser repetidos periodicamente durante o período de tratamento.

Indica-se precaução especial na presença de dano hepático preexistente ou função hepática
insuficiente. Anormalidades persistentes e/ou reduções significativas da albumina sérica
podem ser indicadores de toxicidade hepática grave, requerendo avaliação.

Toxicidade pulmonar
O metotrexato tem potencial para causar toxicidade pulmonar, de forma que os pacientes
devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais e sintomas pulmonares (por
exemplo, tosse seca, improdutiva). Se tais manifestações ocorrerem, o tratamento deve ser
descontinuado, instituindo-se uma terapia de suporte.

Neurotoxicidade
Altas doses sistêmicas ou administração intratecal de metotrexato podem causar toxicidade
significativa ao SNC. Os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente quanto a sinais
e sintomas neurológicos. Se tais manifestações ocorrerem, o tratamento deve ser
descontinuado, devendo ser instituída terapia apropriada.

Toxicidade cutânea
Os pacientes recebendo metotrexato devem evitar exposição excessiva sem proteção ao sol
ou lâmpadas solares devido a possíveis reações de fotossensibilidade.

Função renal
O metotrexato não é nefrotóxico mas é quase completamente excretado pelos rins. O risco
de dano renal levando à insuficiência renal aguda devido, principalmente, à precipitação no
rim do fármaco inalterado e seus metabólitos, pode ser reduzido por hidratação oral
adequada e alcalinização da urina (o metotrexato é um ácido fraco e tende a se precipitar
em pH urinário abaixo de 6,0). Testes de função renal devem ser realizados periodicamente.

Terapia com doses elevadas
A administração de ácido folínico (folinato de cálcio) é obrigatória na terapia de metotrexato
em altas doses. A administração de ácido folínico, hidratação e alcalinização da urina devem
ser realizadas com monitoração constante dos efeitos tóxicos e da eliminação do
metotrexato.

Há relatos de mortes relacionadas ao uso do metotrexato no tratamento da psoríase; por
esta razão, no tratamento dessa patologia, o fármaco deverá ser reservado aos casos
graves, rebeldes e incapacitantes que não tenham respondido adequadamente às formas
usuais de terapia e somente quando o diagnóstico for confirmado por biópsia e/ou consulta
dermatológica.

Uso durante a Gravidez
Foram observados quadros de abortamento, morte fetal e/ou anormalidades congênitas em
mulheres grávidas recebendo metotrexato. Se o fármaco for administrado durante a
gravidez ou se a paciente ficar grávida durante o tratamento com metotrexato, devem ser
fornecidas todas as informações sobre os riscos potenciais ao feto.

As mulheres com probabilidade de engravidar não devem receber o fármaco até que a
gravidez esteja excluída e devem ser aconselhadas a fazer uso de métodos contraceptivos
confiáveis durante e até cerca de 3 meses após a descontinuação do fármaco.

Uso durante a Lactação
As mulheres devem ser instruídas a não amamentar durante o tratamento com metotrexato,
uma vez que o fármaco é excretado no leite materno e pode ser causa potencial de efeitos
adversos sérios.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
Não existem relatos descrevendo explicitamente efeitos do tratamento com metotrexato
sobre a capacidade de conduzir automóveis e usar máquinas. Entretanto, com base nas
reações adversas relatadas, presume-se que o fármaco seja potencialmente perigoso.

 

Superdosagem:

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? Superdosagem aguda com metotrexato pode acarretar em mielossupressão grave e
toxicidade gastrintestinal, com anorexia, perda progressiva de peso e diarréia sanguinolenta.

O ácido folínico (folinato de cálcio) é um agente potente de neutralização dos efeitos tóxicos
imediatos de superdosagens de metotrexato administradas inadvertidamente. A
administração de ácido folínico deve ser iniciada o mais precocemente possível, de
preferência dentro da primeira hora, administrado por infusão IV em doses de até 75 mg por
12 horas, seguido de quatro doses de 12 mg IM, a cada 6 horas. Diante de efeito adverso
com doses médias de metotrexato, o ácido folínico poderá ser administrado na dose de 6 a
12 mg via IM, a cada 6 horas (quatro doses). De uma forma geral, diante de suspeita de
superdosagem, a dose do antídoto deve ser igual ou maior que a dose deletéria de
metotrexato e deverá ser injetada em até 1 hora após a administração do quimioterápico.

Eventualmente podem ser necessários outros meios terapêuticos de suporte tais como
transfusão sangüínea e diálise renal.

Em caso de superdosagem maciça, pode ser necessária hidratação e alcalinização urinária
para prevenir a precipitação do fármaco e/ou de seus metabólitos nos túbulos renais. A
superdosagem intratecal inadvertida pode ser tratada através de outra punção lombar
realizada imediatamente após o reconhecimento da superdosagem para permitir que o
líquido cefalorraquidiano drene por gravidade. Se a dose exceder 100 mg, deve ser
considerada a realização de intervenção neurocirúrgica imediata, com perfusão
ventriculolombar após drenagem imediata do líquido cefalorraquidiano; a drenagem contínua
ou trocas múltiplas do líquido cefalorraquidiano também podem ser levadas em
consideração, mas provavelmente não serão tão eficazes.

 

Composição:

Cada mL de Miantrex* CS 50 mg ou 100 mg contém 25 mg de metotrexato.

Excipientes: água para injetáveis, hidróxido de sódio e cloreto de sódio. Quando necessário,
o pH é ajustado com solução de ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio.

Cada mL de Miantrex* CS 1 g contém 100 mg de metotrexato.

Excipientes: água para injetáveis e hidróxido de sódio. Quando necessário, o pH é ajustado
com soluções de ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio.

PARTE II
USO RESTRITO A HOSPITAIS
Este produto é de uso restrito a hospitais ou ambulatórios especializados, com
emprego específico em neoplasias malignas e deve ser manipulado apenas por
pessoal treinado. As informações ao paciente serão fornecidas pelo médico
assistente, conforme necessário.

Miantrex* CS (metotrexato) deve ser conservado em temperatura ambiente (abaixo de
25ºC), protegido da luz. Descartar devidamente qualquer solução não utilizada.

O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para saúde.

PARTE III

 
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