O Malarone possui como princípios ativos o cloridrato de proguanilo e a atovaquona, que agem contra as enzimas do parasita da malária, impedindo sua multiplicação. Com o uso de Malarone, o parasita não pode se disseminar pelo organismo da pessoa infectada, evitando os efeitos da malária.
O próprio sistema imunológico se encarrega de eliminar o parasita da malária, combatendo a doença de forma mais eficaz.
O Malarone é útil para oferecer proteção contra a malária, prevenindo a disseminação do parasita pelo organismo. Sua atuação é diretamente sobre as enzimas do parasita, impedindo que ele possa se multiplicar, eliminando de forma eficiente todos parasitas através do próprio sistema imune antes que provoque qualquer infecção.
A principal utilidade do Malarone é fornecer proteção contra a malária, uma das doenças parasitárias mais comuns no mundo todo, principalmente nas regiões tropicais.
Com uma única dose diária, qualquer pessoa terá a proteção contra a infecção do parasita da malária, mesmo em áreas em que o microrganismo tenha se tornado imune a outros medicamentos antimaláricos.
Além de não precisar ser tomado durante o mesmo tempo que outros medicamentos contra a malária, o Malarone também apresenta menor risco de efeitos colaterais.
O principal benefício dos comprimidos de Malarone é estes fornecerem protecção contra uma das doenças parasitárias mais comuns no mundo. Com uma dose única diária irá beneficiar de protecção contra todas as formas de infecção, incluindo nas áreas onde o parasita se tornou imune a outros antimaláricos. Este medicamento não precisa de ser tomado durante o mesmo tempo que outros antimaláricos, bem como tem um risco mais baixo de efeitos secundários.
O Malarone é medicamento que funciona tanto para a prevenção quanto para o tratamento da malária, através de seus princípios ativos atovaquona e proguanilo.
A malária é causada por um parasita denominado Plasmodium faciparum, sendo bastante comum em diversos países tropicais, sendo uma doença bastante grave, que pode provocar risco de morte na pessoa infectada.
Os princípios ativos presentes no Malarone agem reduzindo as condições de suas enzimas de multiplicação, impedindo que o parasita possa se proliferar e causar os sintomas da malária.
Assim, trata-se de um medicamento que deve ser usado inclusive por pessoas que viajam para regiões onde haja risco de contaminação, além de poder ser aplicado para o tratamento de pacientes que já tenham o diagnóstico da doença, sempre com acompanhamento de um profissional médico responsável.
Os estudos aplicados com o Malarone demonstraram eficácia em 94% dos voluntários contaminados com o parasita da malária. O medicamento permaneceu no organismo dos voluntários pelo tempo suficiente para reduzir a possibilidade de contaminação.
Os princípios ativos são eliminados naturalmente pelo organismo através das fezes e da urina, na maior parte das vezes sem provocar efeitos colaterais.
A administração e dosagem do Malarone deve seguir as indicações médicas, havendo a seguinte recomendação:
O tratamento com Malarone, em caso de prevenção em viagens para locais com risco de contaminação, deve ser iniciado entre um e dois dias antes da viagem, devendo ser encerrado apenas uma semana após o regresso do viajante.
Durante a viagem, o usuário deve tomar um comprimido todos os dias, sempre respeitando o horário e usando o medicamento junto com uma refeição. O único cuidado é não tomar o Malarone por mais de 28 dias.
A recomendação para uso do Malarone junto com alimentos ou com leite tem como objetivo melhorar o processo de absorção dos princípios ativos e reduzir a possibilidade de efeitos colaterais.
O Malarone é um medicamento seguro para a maior parte das pessoas acima de 18 anos. Para crianças, o uso de Malarone deve ser feito por um médico responsável, respeitando a dosagem em relação ao peso físico.
Como qualquer medicamento de prescrição, o Malarone deve ser armazenado em local fresco e seco, sem incidência de luz solar direta e longe do alcance de crianças, devendo ser mantido em sua embalagem original e observar seu prazo de validade.
Existe o erro comum de que os efeitos secundários associados aos tratamentos antimaláricos são muito prováveis de acontecer, pelo que não vale a pena tomá-los. Porém, os efeitos secundários são uma possibilidade com qualquer medicamento de prescrição e a protecção contra a malária não deve ser sacrificada com base em mitos infundados. A maioria dos medicamentos apenas causa efeitos secundários quando os começa a tomar e estes tendem a desaparecer à medida que o seu corpo se habitua ao medicamento, sendo que a maioria das pessoas que tomam esta medicação não experiencia quaisquer efeitos secundários de todo.
As dores de cabeça são um efeito secundário comum do Malarone, mas são geralmente ligeiras e não duram muito tempo. As tonturas são menos comuns mas podem ocorrer.
GástricosA náusea e as dores de estômago são também efeitos secundários comuns deste tratamento antimalárico. Estas podem ser acompanhadas de perda de apetite, apesar de esta ser menos comum.
PeleÉ relativamente comum que esta medicação cause rash com comichão. Porém, se experienciar uma reacção de pele severa, deve parar de tomar Malarone e contactar o seu médico imediatamente.
CoraçãoApesar de ser raro, algumas pessoas que tomam Malarone experienciam palpitações cardíacas.
Clique na área pertinente do corpo para saber como esta pode ser afectada pelo Malarone
O Malarone é considerado um medicamento muito seguro, mas como com todos os medicamentos de prescrição, existe o risco de experienciar efeitos secundários. Este é o caso das pessoas que são particularmente sensíveis aos princípios activos. Efeitos secundários mais ligeiros incluem náusea, dores de estômago e dores de cabeça, apesar de poder reduzir esta possibilidade ao ingerir o medicamento com alimentos ou leite. Se experienciar efeitos secundários mais graves ou no caso de os efeitos secundários ligeiros persistirem ou se agravarem, deve procurar ajuda médica.
Os seguintes efeitos secundários do Malarone são comuns, o que significa que podem afectar 1 em cada 10 pessoas que seguem este tratamento:
Estes efeitos secundários podem ocorrer em 1 em cada 100 pessoas que tomam Malarone:
Por vezes o Malarone pode causar reacções de pele graves. Tem também sido notado que pessoas que tomam Malarone podem experienciar os efeitos secundários seguintes, porém estes ocorrem tão raramente que a frequência ainda não é conhecida:
Os efeitos secundários mais severos podem ocorrer depois de uma reacção alérgica aos princípios activos do Malarone, a atovaquona e o proguanilo, motivo pelo qual o tratamento não deve ser tomado se souber que tem alergia a uma destas substâncias. Se seguir este tratamento e experienciar quaisquer efeitos secundários do Malarone como dificuldade súbita em respirar, erupções cutâneas, inchaço da face ou de outra parte do corpo, deve procurar ajuda médica imediatamente.
Se notar alguns sintomas de malária enquanto toma este medicamento, deve contactar um médico imediatamente.
As substâncias químicas presentes no Malarone podem provocar interações medicamentosas com outros medicamentos, gerando efeitos colaterais ou fazendo o medicamento perder sua eficácia.
Medicamentos usados para casos de toxoplasmose, pneumocistose, babesia e outros indicados para malária, contendo rifampicina ou rifabuina, podem reduzir a concentração plasmática de atovaquona, um dos princípios ativos do Malarone.
Além desses medicamentos, também a Metoclopramida e Efavirenz podem agir reduzindo a quantidade de atovaquona no plasma sanguíneo.
O proguanilo pode aumentar os efeitos de Varfarina ou de outros medicamentos anticoagulantes derivados da cumarina, podendo causar maiores riscos de hemorragia.
Cada pessoa apresenta características únicas e pode ocorrer contraindicações para o uso de Malarone.
O Malarone não é recomendado para mulheres grávidas ou que estejam amamentando, por pessoas que tenham problemas renais, que estejam fazendo tratamento contra o câncer, usando determinados antibióticos e por pessoas com menos de 40 kg de peso.
Pode ocorrer hipersensibilidade aos princípios ativos e, em sua ocorrência, o medicamento deve ser suspenso imediatamente.
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